Maio de 2007

Uma questão de fé

Por Antonio Fonseca

Há mais ou menos 2007 anos, surgiu na Palestina um líder religioso com uma proposta totalmente diferente de tudo o que a maior religião monoteísta da época, considerada a mais elevada em comparação às demais, ensinava.

Segundo os relatos, os seguidores desse líder registraram muitas coisas acerca de sua biografia e muita coisa chegou até nós. Entre tantas coisas, é-nos dito que a fecundação desse personangem histórico no ventre de sua mãe se deu de maneira absolutamente diferente de todas as ocorridas entre os humanos. Segundo os registros, ele foi gerado por um pessoa chamada Espírito Santo. Um detalhe importante: essa pessoa nunca teve corpo físico. Os liderados testemunharam que esse homem singular cresceu como qualquer criança normal, mas, já em sua adolescência, desmonstrou grande conhecimento, pois foi encontrado, por sua mãe bilógica e seu pai de criação, ensinando no templo os mestres da religião judaica de sua época.

A prosposta do referido líder era muito simples. Ele oferecia um novo mundo para seus seguidores morarem, num ambiente em que a felicidade estaria sempre presente, e em caráter eterno. Hoje, neste novo mundo, vivem Ele, seu Pai, o Espírito Santo e milhares de criaturas chamadas de anjos, cuja função é servir o reino com alegria, sendo todos seres muito felizes.

O líder de nossa história também ensinou que seu Pai amou com tanta intensidade os humanos que resgatou uma grande quantidade deles para morar em seu reino. Disse ainda para os seus seguidores que neste reino existiriam muitas moradas e que ele mesmo, ao retornar para lá, uma vez que de lá veio, trataria de organizá-las para os que aceitassem sua proposta.

Entretanto, ao regressar ao seu reino de venturas, não deixaria seus seguidores sozinhos, antes, enviaria o Espírito Santo para dar continuidade ao seu projeto aqui na terra, aquela mesma pessoa que atuou em sua concepção sobrenatural.

Esse homem pregava que éramos prisioneiros de outro reino, governado por um deus chamado Satanás. E a única maneira de resgatar as pessoas das garras desse “tirano” e levá-las para morar com Ele, seu Pai, o Espírito Santo e todos os anjos, era pagando o preço com seu próprio sangue, o que implicaria na necessidade de sua morte.

Embora ele soubesse que morreria, tinha igual certeza de que ressussitaria ao terceiro dia após sua morte, fato que foi testemunhado por mais de quinhentos de seus seguidores.

Após sua vitória sobre a morte, ficou mais alguns dias em nosso planeta e, quando resolveu partir, ascendeu lentamente ao céu, sem utilizar qualquer tipo de equipamento, até desaparecer por completo nas nuvens. Nesse episódio jamais visto antes, surgiram nas nuvens duas pessoas que testificaram que, do mesmo jeito que havia subido, ele haveria de voltar. Para resumir a história dessa proposta, podemos dividi-la em quatro partes. Vejamos:

1) Todos nós, humanos, em princípio, somos prisioneiros do reino de Satanás. A prova dessa nossa situação vemos em toda maldade cometida em nosso mundo. É o que chamamos de “pecado”.

2) Para que o Pai do líder religioso em questão nos receba em seu reino, precisamos reconhecer a nossa condição de pecadores e aceitar sua proposta sem nenhum tipo de coação, ou seja, por livre e espontânea vontade.

3) Assim que aceitamos a proposta, somos libertos do reino de Satanás e, imediatamente, passamos a fazer parte do novo reino. Como orientador e guia neste mundo, recebemos o Espírito Santo e, ao concluirmos a nossa jornada aqui na terra, vamos para a nova morada prometida.

4) Nessa nova morada, seremos felizes para sempre, como uma grande família, e toda a maldade do mundo e, também, o reino de Satanás, com todos os seus seguidores, serão castigados para sempre.

Tudo o que você acabou de ler se torna realidade desde que você acrescente mais um único e importante ingrediente na história: fé. Pelo menos neste ponto concordo com um trecho da letra de uma das músicas do nosso atual ministro da cultura, que diz: “andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar”. Mas com uma ressalva, fé no líder religioso citado neste texto: nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

 

 

 

 


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