Apologética



Mormonismo – A História de Joseph Smith Jr. - Parte I


Nasci no ano de Nosso Senhor de 1805, no dia 23 de dezembro, na cidade de Sharon, Condado de Windsor, Estado de Vermont. (...) Meu pai, Joseph Smith Sênior, saiu do Estado de Vermont e mudou-se para Palmyra, no Condado de Ontário (atualmente Wayne), no Estado de Nova York, quando eu tinha mais ou menos dez anos. Cerca de quatro anos depois da chegada de meu pai a Palmyra, ele mudou-se com a família para Manchester, no mesmo Condado de Ontário.

Sua família consistia de onze almas, a saber: meu pai, Joseph Smith; minha mãe, Lucy Smith, (cujo nome antes do casamento era Mack, filha de Solomon Mack); meus irmãos, Alvin (que morreu em 19 de novembro de 1823, aos 25 anos de idade), Hyrum, eu, Samuel Harrison, William, Don Carlos; e minhas irmãs, Sophornia, Catherine e Lucy.

Foi na manhã de um belo e claro dia, no início da primavera de 1820. Era a primeira vez na vida que eu fazia tal tentativa, pois em meio a todas as ansiedades que tivera, jamais havia experimentado orar em voz alta.

Depois de me haver retirado para o lugar que previ que a mente escolhera, tendo olhado ao redor e encontrando-me só, ajoelhei-me e comecei a oferecer a Deus os desejos do meu coração. Apenas iniciara, a oração, imediatamente se apoderou de mim uma força que me dominou por completo; e tão assombrosa foi sua influência que se me travou a língua, de modo que eu não podia falar. Uma densa escuridão formou-se ao meu redor e pareceu-me, por um momento, que eu estava condenado a uma destruição súbita.

Meu objetivo ao dirigir-me ao Senhor era saber qual de todas as seitas estava certa, a fim de saber a qual me unir. Portanto, tão logo me controlei o suficiente para poder falar, perguntei aos Personagens que estavam na luz acima de mim qual de todas as seitas estava certa (pois até aquele momento jamais me ocorrera que todas estivessem erradas) e a qual me unir.

Foi-me respondido que não me unisse a qualquer delas, pois estavam todas erradas; e o Personagem que se dirigia a mim disse que todos os seus credos eram abominação à sua vista; que aqueles religiosos eram todos corruptos; que eles se aproximam de mim com os lábios, mas seu coração está longe de mim; ensinam como doutrina os mandamentos de homens, tendo aparência de religiosidade, mas negam seu poder.

Novamente me proibiu que me unisse a qualquer uma delas (“Joseph Smith – História”, 1. 3-4, 14, 18-20. “A Pérola de Grande Valor”, 1997, pp. 53-54).


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