Apologética



Igreja Apostólica Vó Rosa – Parte 15 – Novo Apocalipse


Comentando sobre o livro do Apocalipse, recebido por Jesus e transmitido a João, o apóstolo, na Ilha de Patmos (Ap 1.1-10), afirmam os apostólicos que se repetiu o episódio para nossos dias, por intermédio da Santa Vó Rosa. Nosso Deus tem o poder de usar pessoas inteiramente santificadas que herdaram galardão no Céu, ou seja, santos, para poder revelar-se aos seus servos na terra e é o que anunciamos a respeito da Santa Vó Rosa. Assim como Ele usou santos e anjos do Céu para falar a São João, atualmente Ele usa a Santa Vó Rosa que é uma das principais pessoas celestes, à semelhança de Jesus e Maria Santíssima. Ele a usa para dirigir esta Igreja Apostólica como Igreja dele e do Pai, o que ela, a Santa Vó Rosa, o faz usando seu Sucessor e Primaz desta Igreja, o irmão Aldo Bertoni (“O Consolador nos Tempos do Fim”, Primaz Aldo Bertoni e Missionária Odete Corrêa Coutinho, 1ª edição, 1989, pp. 29-30).

Resposta Apologética:

Essas declarações são fantásticas! A Igreja Apostólica está sendo dirigida pela Santa Vó Rosa, que é, nada mais nada menos, do que uma das principais pessoas celestes, comparada a Jesus e Maria Santíssima. De Jesus a Bíblia declara que lhe foi dado todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18), mas se existem mais duas pessoas com poder igual ao de Jesus (Santa Vó Rosa e Maria Santíssima), então Jesus não tem todo o poder, pois o seu poder está repartido com mais duas pessoas. Contra essa relação de poder tripartido, Paulo reiterou que Jesus foi colocado à direita do Pai: Acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro. E sujeitou todas as coisas a seus pés e, sobre todas as coisas, o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos (Ef 1.21-23). Isso mostra que o poder de Jesus é absoluto, e não repartido (Fp 2.9-11).

Quando Jesus anunciou a vinda do Consolador (Jo 14.16, 26; 15.26; 16.7-9) não falava de uma mulher que iria ocupar o lugar do verdadeiro Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, que veio ficar com os cristãos verdadeiros e não quando essa mulher, Santa Vó Rosa, morreu. O Espírito Santo prometido por Jesus veio, sim, depois da exaltação de Jesus, dez dias após a ascensão física, glorificada, de Jesus (At 1.9-11; 2.1-4,33). Se essa pretensão da Igreja Apostólica promoveu o que eles denominam de doutrina genuína, quando não passa de ensino de perdição (2 Pe 2.1-2), então o que pode ser classificado ensino falso por esse grupo religioso? Não é sem razão que Paulo avisou: Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios (1 Tm 4.1). Uma blasfêmia inominável atribuir a uma mulher as funções do Espírito Santo junto aos homens (Jo 16.7-11).


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