Apologética



Igreja Apostólica Vó Rosa – Parte 21 – Aplicando o próprio remédio


Identificando o que caracteriza uma seita, assim se pronuncia a Igreja Apostólica, dizendo: Entendam que uma seita religiosa pode ser numerosíssima, quanto ao número de adeptos; pode ser muito rica quanto aos bens terrenos; pode enfim ter a aparência de ser a melhor, dado às suas vantagens materiais; mas, se não possuir o Dom do Espírito Santo do Pai não terá a verdade. Não sendo os responsáveis de tais igrejas batizados com o Espírito Santo; não tendo aprendido por inspiração dele as verdades doutrinárias quanto aos mistérios de Deus e do seu Reino; não tendo seus membros esta sublime unção do Espírito Santo para saberem fugir do erro e do pecado, não está neles nem com eles a verdade de Deus, sendo sempre igrejas fracas espiritualmente, sem poderem realizar as obras de Deus; vencidas pelas vaidades terrenas, pela prática de vícios e pecados que muito entristecem o Pai Celestial (“O Espírito Santo de Deus e o Consolador”, Bispo Eurico Mattos Coutinho e Missionária Odete Corrêa Coutinho, 2ª edição, 1985, pp. 29-30).

A Igreja Apostólica é uma organização religiosa que tem aparência de ser evangélica, que alega possuir o Consolador, que tem um líder carismático que se denomina primaz – o primeiro, mas que blasfema contra o Espírito Santo, o verdadeiro Consolador (Jo 14.16,26) e que por isso comete o pecado de blasfêmia contra o Espírito, predito por Jesus em Mt 12.31-32. Para esse pecado não há perdão: logo, os que se achegam à Igreja Apostólica, esperando ser salvos, estarão para sempre excluídos do Reino dos céus.


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