Apologética



Islamismo – Parte 09 – Evidências da verdade


Vamos ver em mais detalhes alguns destes aspectos acima mencionados:

a) Relatórios de Testemunhas Oculares

Paulo refere-se a muitas testemunhas oculares para comprovar a ressurreição: Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, ...e que foi visto... uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive, ainda, a maior parte... (1 Co 15.3-6).

O que o apóstolo Paulo parece estar afirmando é: se vocês não acreditam no que eu estou dizendo, tomem um barco de Corinto para Jope, vão a Jerusalém e perguntem a eles mesmos!

Pedro dá a evidência de testemunhas oculares: Somente imagine o que teria acontecido no fim da pregação de Pedro no dia de Pentecostes, se não tivesse falado a verdade! A Jesus, nazareno, homem aprovado por Deus entre vós, com maravilhas, prodígios e sinais... como vós mesmos bem sabeis; a este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos dos injustos (At 2.22-23).

Lembrem-se de que isso foi somente sete semanas depois da crucificação! Se não fosse verdade, os ouvintes teriam dito: Querido Simão Pedro, você deve estar sonhando! Quem foi crucificado e morto?

Quando o Evangelho começou a espalhar-se, o povo de Jerusalém teria feito objeções à crucificação, em voz alta, se fosse mentira.

Os judeus admitem a crucificação de Jesus (pois eles estavam lá!), mas negam que Ele era o Messias.

Muçulmanos admitem que Jesus era o Messias, mas negam que Ele foi crucificado; porém eles não estavam lá, e as afirmações deles foram feitas 600 anos depois do próprio acontecimento.

b) Historiadores Confirmam a Crucificação

O bem conhecido historiador do primeiro século, Tácito, registrou que o nome cristão vem a eles de Cristo, que foi executado no reino de Tibério, pelo procurador Pôncio Pilatos. Tácito era um crítico bem agudo da fé cristã.

O (quase) contemporâneo historiador judeu, Flávio Josefo, escreveu: Nesse mesmo tempo apareceu Jesus, que era um homem sábio, se, todavia, devemos considerá-lo simplesmente como um homem, tanto suas obras eram admiráveis. Ele ensinava os que tinham prazer em ser instruídos na verdade e foi seguido não somente por muitos judeus, mas mesmo por muitos gentios. Era o Cristo. Os mais ilustres da nossa nação acusaram-no perante Pilatos, e ele fê-lo crucificar. Os que o haviam amado durante a vida não o abandonaram depois da morte. Ele lhes apareceu ressuscitado e vivo no terceiro dia, como os santos profetas o tinham predito e que ele faria muitos outros milagres. É dele que os cristãos, que vemos ainda hoje, tiraram seu nome (“Antigüidades Judaicas”, Livro Décimo Oitavo, Flávio Josefo, parágrafo 772).

c) O Cumprimento das Profecias Sobre Jesus no Antigo Testamento É Evidência Abundante da Veracidade da Bíblia

Temos visto, ainda que rapidamente, o que os profetas divinos predisseram. Jesus, o Messias, veio a este mundo segundo as Escrituras, ou seja, como as Escrituras (o Antigo Testamento) haviam predito:

a) Ele nasceu 483 anos depois do decreto para edificar Jerusalém, após a destruição por Nabudonosor, Dn 9.24-26 (ano 445 a.C.);

b) Ele nasceria em Belém (Mq 5.2); cumprido em Lc 2.4ss;

c) Nascido de uma virgem (Is 7.14): cumprido em Mt 1.18ss;

d) Seria o próprio Deus (o que não significava que Deus também não estaria em todos os outros lugares!) (Is 7.14; 9.6): cumprido em Mt 1.18ss;

e) Seu nome seria Salvador (= Jesus) (Is 49.1-8; 63.8): cumprido em Mt 1.21;

f) Ele viria para salvar e curar (Is 35.4-5): cumprido em Mt 1.21; Lc 19.10;

g) Jesus entraria em Jerusalém montado num jumento (Zc 9.9): cumprido em Mt 21.1-11;

h) Seria traído por um amigo (Sl 41.9): cumprido em Mt 27.3-8;

i) Seria vendido por 30 moedas de prata (Zc 11.12s) cumprido em Mt 26.15;

j) Seria julgado e executado, mas não por males que houvesse feito! Ele morreria em favor de outros (Is 50.6; 53.1-12): cumprido em Jo 18.28-40;

l) As suas mãos e pés seriam traspassados (Sl 22.1, 7-17): cumprido conf. Jo 20.27;

m) Os seus vestidos seriam divididos, e sortes seriam lançadas sobre a sua túnica (Sl 22.18): cumprido em Jo 18.23-24;

n) O Santo não veria corrupção (Sl 16.10): cumprido em Lc 24.1-11;

o) Seria elevado ao Céu para se sentar à mão direita de Deus (Sl 110.1): cumprido em Mt 26.64; Hb 1.13;

p) Ele voltará, e todos os habitantes de Jerusalém olharão para aquele a quem traspassaram (Zc 12.10).

Estas profecias foram entregues entre os anos 1500 a 100 a.C. Todas descrevem em detalhes admiráveis algo impossível de prever, mas que se cumpriu em todos os detalhes.

Alguém precisa esperar ainda mais evidências quanto à veracidade da vida, morte e ressurreição de Jesus? O próprio Deus inspirou os profetas antigos para que, depois de as profecias serem cumpridas, nós pudéssemos saber que tudo isso era verdadeiro e ordenado por Deus. Por causa destes sinais divinos podemos perfeitamente contar com a veracidade da Bíblia.

Analisando Alguns Versículos:

Há alguns versículos secundários e menos específicos que os muçulmanos declaram ser profecias relacionadas a Maomé. Entretanto, os versículos que a maioria dos muçulmanos cita como os mais explicativos são Deuteronômio 18.15-18 e João 14.16; 15.26 e 16.7.

Em Deuteronômio 18. 15-18 lemos: O Senhor teu Deus te levantará um profeta como eu, do meio de ti, de teus irmãos. A ele ouvireis. Conforme a tudo o que pediste ao Senhor teu Deus em Horebe, no dia da assembléia, dizendo: Não ouvirei mais a voz do Senhor teu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra. Então o Senhor me disse: Falaram bem naquilo que disseram. Eu lhes suscitarei um profeta no meio de seus irmãos, como tu; e porei as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.

Estes versículos são tidos universalmente pelos muçulmanos como uma profecia relativa a Maomé.1 Há várias razões porque acreditam que essa passagem não pode ser uma referência a Jesus. Primeira, o Profeta Prometido deveria ser um Profeta Legislador. Jesus não apresentou nenhuma declaração referente a uma nova lei. Segunda, o Profeta Prometido seria suscitado não dentre Israel, mas dentre seus irmãos e Jesus era um israelita. Terceira, a profecia diz: ...porei as minhas palavras na sua boca... mas os evangelhos não consistem de palavra que Deus pôs na boca de Jesus, eles apenas nos contam a história de Jesus e o que Ele disse em alguns de seus discursos públicos e o que os seus discípulos disseram ou fizeram em ocasiões diferentes. Quarta, o Prometido deveria ser um profeta. O ponto de vista cristão é que Jesus não era um profeta, mas o Filho de Deus.2 Nesse sentido o muçulmano salientará semelhanças entre Maomé e Moisés. Cada um deles surgiu dentre idólatras. Ambos são legisladores. Inicialmente foram rejeitados pelo seu povo e tiveram de se exilar. Retornaram posteriormente para liderar suas nações. Ambos casaram e tiveram filhos. Após a morte de cada um, os seus sucessores conquistaram a Palestina.

A conclusão muçulmana é que esta profecia foi cumprida somente por Maomé: se estas palavras não se aplicam a Maomé. Elas ainda permanecem sem cumprimento.3

Antes de prosseguir, analisaremos primeiramente estes pontos. A primeira objeção levantada contra esta profecia ter sido cumprida em Jesus foi a de que Jesus não foi um legislador. Os muçulmanos que afirmam isso demonstram apenas falta de compreensão do Novo Testamento. Vejamos o Evangelho de João 13.34 e a Epístola aos Gálatas 6.2: Um novo Mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei a vós, que também deveis amar uns aos outros. Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.

A próxima objeção foi que irmãos devem se referir aos ismaelitas, não aos próprios israelistas. Este argumento pode ser refutado facilmente. Basta verificar como o termo irmãos é usado na Bíblia. Um exemplo irrefutável encontra-se no próprio livro de Deuteronômio 17.15. Moisés instrui os israelitas: Porás certamente sobre ti como rei aquele que escolher o Senhor teu Deus, dentre teus irmãos porás reis sobre ti. Não poderás pôr homem estranho sobre ti, que não seja de teus irmãos. Ora, alguma vez Israel estabeleceu algum estrangeiro como rei? É claro que não! Escolher um rei entre os teus irmãos refere-se a escolher alguém de uma das 12 tribos de Israel. Da mesma forma, o Profeta Prometido de quem se fala no livro de Deuteronômio 18 deveria ser um israelita.

Outra objeção a passagem de Deuteronômio 18.15-18 é que supostamente os evangelhos não consistem das palavras que Deus deu a Jesus, extremamente importante à luz do versículo 18. Entretanto, dizer que Jesus não fala o que Deus Pai, lhe revela novamente falta de conhecimento do Novo Testamento: Porque eu não tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de falar. E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito (Jo 12.49-50).4

Percebemos outra vez que os muçulmanos têm pouca familiaridade com o Novo Testamento. O próprio Jesus, profetizando sua morte iminente, disse que deveria continuar sua jornada até Jerusalém: Importa, porém, caminhar hoje, amanhã, e no dia seguinte: para que não suceda que morra um profeta fora de Jerusalém (Lc 13.33).5

O muçulmano salientará que as muitas semelhanças entre Moisés e Maomé ainda não foram explicadas. É verdade que existem muitas analogias, mas também muitas diferenças. Por exemplo, se Maomé era analfabeto como a maioria dos muçulmanos afirma, então ele não era como Moisés que foi instruído em toda a ciência dos egípcios... (Atos 7.22). Diz-se que Maomé recebeu suas revelações de um anjo. Moisés, porém, recebeu a Lei diretamente de Deus. Maomé não operou nem sinais nem milagres para corroborar o seu chamado. Moisés, entretanto, executou muitos sinais. Maomé era árabe, Moisés, era israelita. Analisando os evangelhos, percebemos que Jesus era diferente de Moisés em alguns aspectos, em outros, muito parecido. Ambos eram israelitas, o que é muito importante à luz do que aprendemos sobre a expressão entre os teus irmãos. Ambos deixaram o Egito para ministrar a seu povo (Mt 2.15; Hb 11.27). Ambos renunciaram a grandes riquezas a fim de melhor se identificar com seu povo (Jo 6.15; 2 Co 8.9; Hb 11.24-26).

Dessa maneira, percebemos que tanto Jesus como Maomé tiveram semelhanças com Moisés. Em que sentido então este Profeta Prometido seria semelhante a Moisés? A resposta encontra-se em Deuteronômio 34.10-12, porquanto duas características peculiares de Moisés são mencionadas: Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conhecera face a face; Nem semelhante em todos os sinais e maravilhas, que o Senhor o enviou para fazer na terra do Egito, a Faraó, e a todos os seus servos e a toda a sua terra. E em toda a mão forte, e em todo o grande espanto, que praticou Moisés aos olhos de todo o Israel.

Esta é uma referência direta a Deuteronômio 18.15-18. Referindo-se à profecia anterior, duas características de Moisés são mencionadas aqui: a primeira é que o Senhor conhecia Moisés face a face.6 Maomé nunca teve esse tipo de relacionamento com Deus. Deus é tão transcendente no Islamismo que, exceto no caso de Moisés, nunca falou diretamente com o homem. Jesus, o verbo feito carne (Jo 1.14), é o único que teve relacionamento com Deus, assim como Moisés. De fato, o relacionamento de Jesus ultrapassa em muito o de Moisés: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (Jo 1.1).

Pouco é preciso falar sobre a segunda característica de Moisés. Os muitos milagres que tanto Jesus como Moisés operaram são bem conhecidos. O próprio Alcorão testifica que Maomé não operou milagres,7 mas que Jesus operou milagres.8

Finalmente, o próprio Jesus diz-nos quem é o Profeta Prometido que Deuteronômio 18.15-18 profetiza: Porque se crêsseis em Moisés, creríeis também em mim, porque de mim escreveu ele (Jo 5.46).9

Evangelho de João 14.16; 15.26; 16.7

Os muçulmanos afirmam que os versículos que falam do Consolador vindouro (Parákletos no original grego) são, na verdade, referências à vinda de Maomé, a razão para isto é que o Alcorão faz Jesus dizer que após Ele seria enviado um apóstolo, cujo nome será Ahmad (Alcorão 61.6). O que segue é o comentário de Yusuf Ali sobre este versículo: Ahmad ou Muhammad o Louvado, é quase uma tradução da palavra grega Periclytos. No atual evangelho de João, XVI. 16 XV. 26 e XVI. 7, a palavra Confortador na versão inglesa é para a palavra grega Parákletos que significa Advogado, aquele chamado para ajudar um outro, um amigo, bondoso, mais do Confortador. Nossos doutores sustentam que Parákletos é uma leitura corrompida de Periclytos, e que em seu (sic) discurso original de Jesus havia uma profecia de nosso santo profeta Ahmad pelo nome.10 Assim, os muçulmanos acreditam que todas as nossas Bíblias foram corrompidas e que João realmente usou a palavra Periclytos nesses versículos, e não a palavra Paracletos.

Ao examinar a afirmação muçulmana de que o texto foi corrompido, a crítica textual deveria muito corretamente olhar para a verdadeira evidência textual. Há mais de 24 mil cópias manuscritas do Novo Testamento que datam antes de 350 a.D.11 Não existe um sequer dos manuscritos que contenha essas passagens e possamos encontrar a palavra periclytos usada. A palavra que achamos utilizada todas as vezes é paracleto. Assim absolutamente não há evidência textual que possa apoiar sua alegação de que o texto tenha sido corrompido. A posição muçulmana é ainda mais lamentável quando lemos cuidadosamente estes versículos para vermos o que Jesus estava dizendo. Há muita coisa que poderia ser dita a respeito de cada versículo; entretanto, limitaremos nosso exame às discrepâncias óbvias entre a posição islâmica e o que realmente está sendo dito: Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador,12 para que fique convosco para sempre (Jo 14.16). Primeiramente, Jesus disse que o Pai vos dará outro Consolador. A quem Jesus estava se dirigindo nesses versículos? Aos árabes, ou mais especificamente, aos ismaelitas? É claro que não. Ele está falando aos crentes judeus. Por conseguinte, o Consolador deveria ser enviado inicialmente a eles. E isto não pode referir-se a Maomé.

Segundo este versículo afirma que o Paracleto, o Consolador: esteja convosco para sempre. Como isto pode aplicar-se a Maomé? O profeta muçulmano morreu e foi enterrado há mais de 1.300 anos.

No capítulo 14 e versículo 17 do Evangelho de João diz: o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece. Mas vós o conheceis, pois habita convosco, e estará em vós. Aqui, o Espírito da verdade é usado com um outro título ou sinônimo para Paracleto. Vemos a partir deste versículo que o Paracleto estaria em vós. Outra vez, é impossível reconciliar esta declaração com a posição islâmica.

A declaração do Senhor Jesus no Evangelho de João 14.26 desmonta completamente a hipótese islâmica de que Maomé era verdadeiramente aquele profetizado nos versículos que tratam do Consolador (ou Paracleto): Mas o Consolador, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito. Jesus disse que o Consolador é o Espírito Santo. Esta é a razão pela qual todos os apologistas muçulmanos deixam este versículo de fora, citando somente os versículos que lhes agradam.

O Consolador foi dado aos discípulos de Jesus Ele vos dará, e Maomé não foi seu discípulo. Jesus disse que os discípulos conheciam o Consolador: Vós o conheceis, e eles não conheciam Maomé, que não nasceu senão seis séculos depois. Jesus disse que o Consolador seria enviado em seu nome (em nome de Jesus). Mas nenhum muçulmano crê que Maomé tenha sido enviado por Jesus, em seu nome. Jesus disse que o Consolador não falaria de si mesmo (Jo 16.30-31), ao passo que Maomé constantemente testifica de si mesmo no Alcorão.13 A Bíblia diz claramente que o Consolador iria glorificar a Jesus (Jo 16.14), e Maomé declara substituir Jesus, na condição de profeta posterior.

O Senhor Jesus ordenou a seus discípulos em Atos 1.4-5: E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com Espírito Santo, não muito depois destes dias. Estes versículos aplicam-se realmente a Maomé, que surgiu 600 anos depois em Meca? À luz do texto bíblico, a interpretação islâmica é impossível. O cumprimento das palavras do Senhor Jesus ocorreu dez dias depois, no dia de Pentecostes (Atos 2.1-4) e não seis séculos depois, a centenas de milhas de Jerusalém.

Portanto, não há base alguma para se concluir que o Profeta Prometido de Deuteronômio 18.15-18 e o Consolador de João 14.16; 15.26 e 16.7 sejam profecias a respeito de Maomé como declara o Islamismo. Blaise Pascal resumiu sucintamente a questão: Qualquer homem pode fazer o que [Maomé] fez; porque ele não operou milagres, ele não foi predito. Nenhum homem pode fazer o que Cristo fez.14


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