Defesa da Fé

Edição 17

Teoria da Evolução


Por Christiano P. Silva Neto

O vale-tudo em nome da ciência!


Introdução


Desde 1859, quando Charles Darwin publicou seu livro “A Origem das Espécies”, a teoria da evolução iniciou uma jornada que a levaria ao status de a única explicação acerca das nossas origens ensinada em nossas escolas e aceita pela grande maioria dos homens de ciência do nosso tempo. Curiosamente, porém, tudo isso se dá a despeito dos 140 anos de investigação científica que não têm sido muito lisonjeiros para essa teoria que insiste em se travestir de ciência.

Alguns anos antes, Darwin, muito jovem, havia se envolvido com amizades pouco recomendáveis que o levaram a desistir do curso de Medicina. Como a família insistisse, ele retornou à universidade, desta feita para cursar Teologia. Seis meses após o término de seu curso, Darwin aceitou o cargo de naturalista a bordo do navio Beagle, numa expedição ao redor do globo. Foi observando a flora e a fauna de lugares tão exóticos para um cidadão de língua inglesa, como a Floresta Amazônica, a Patagônia, as ilhas Galápagos, que Darwin registrou em seus apontamentos os dados que mais tarde integrariam o conteúdo do seu livro.

Ficaram famosas as observações de Darwin sobre os tentilhões que ele encontrou nas ilhas Galápagos. Ele observou que tentilhões de ilhas distintas se diferenciavam entre si pelo tipo de bico que possuíam, construindo mais tarde a hipótese de que eles tivessem se diferenciado por causa do isolamento geográfico, tendo todos partido de um ancestral comum. A verdade, porém, é que não temos aqui um único fato em que possamos nos apoiar para constatar a veracidade dessas conclusões, a não ser o fato de que os bicos se diferenciam entre si. De qualquer modo, eles continuam tentilhões e tais diferenças não justificam, em hipótese alguma, o alcance pretendido pela teoria da evolução.

Não havia, no tempo de Darwin, qualquer condição de pesquisa mais sofisticada que pudesse permitir o estudo das espécies observadas além de suas formas físicas. Apesar disso, o mundo científico de então aceitou as pressuposições de Darwin, defendidas pela incomum eloquência de Thomas H. Huxley, com uma certa passividade, como se a ciência pudesse, em favor de meras reflexões de ordem filosófica, dispensar a presença de provas para justificação de seus conceitos.

Apesar de crer em suas “teorias” evolucionistas, Darwin sabia que algo muito errado começava a tomar forma e a subverter os caminhos da verdadeira ciência. Cientistas, contrariando a formação que haviam recebido nas instituições de ensino em que haviam obtido seus graus acadêmicos, abriam mão da demonstração cientificamente inequívoca em favor do que consideravam razoável como forma de pensamento. Não foi sem razão, portanto, que o próprio Darwin tenha se queixado de que ele havia apenas proposto uma hipótese para a origem das espécies e que, os que depois dele vieram, as tenham abraçado como a uma religião.

Cerca de 100 anos mais tarde, foi dado ao biólogo Julian Huxley, neto de Thomas H. Huxley, o privilégio de ser o orador das festividades de comemoração do centenário da publicação do livro de Darwin, evento realizado na Universidade de Chicago. Apesar dos 100 anos de investigação científica não terem impulsionado a teoria da evolução com fatos persuasivos, assim se expressou na ocasião o destacado cientista:

“No sistema evolucionista de pensamento não há mais necessidade ou lugar para o sobrenatural. A Terra não foi criada, mas evoluiu. Assim ocorreu com todos os animais e plantas que a povoam, incluindo nossos egos, mente e alma, bem como o cérebro e o corpo. Desse modo evoluiu também a religião. O homem assim evoluído não pode mais se refugiar de sua solidão, procurando abrigo nos braços de uma figura de pai divinizada que ele mesmo criou” Huxley, J., Associated Press Dispatch, Novembro 27, 1959.

Por aí se percebe que há toda uma orquestração no sentido de nos mostrar o que é apenas uma hipótese, como se fosse a verdade acerca de nossas origens. A cada dia, porém, cientistas evolucionistas esbarram ao tentar explicar as origens por um ângulo estritamente materialista. A própria natureza se constitui num sério impedimento às suas tentativas. Ela nos conduz, não ao casualismo, mas a um Criador, o sustentáculo de tudo, o Deus todo poderoso que, do nada, sábia e inexplica velmente, fez plantas, animais e homens, completos, distintos, prontos para o pleno desempenho de suas funções (Jo 1.3).


Provas científicas


Antes de Darwin, Lamarck propôs a ação do meio ambiente sobre os seres vivos como o fator capaz de causar a evolução das espécies. Assim, a girafa teria ficado com o pescoço mais comprido na tentativa de comer as folhas mais altas das árvores. Estudos posteriores, entretanto, mostraram que possíveis modificações que poderiam se processar dessa forma tinham caráter apenas individual, não sendo transmitidas às futuras gerações pelo simples fato de não estarem codificadas geneticamente. Apesar disso, volta e meia vemos algum texto evolucionista mencionando esse tipo de possibilidade, obviamente à procura de incautos que desconheçam a n atureza dessas transformações.

Depois veio Darwin, justificando a evolução através da luta pela sobrevivência que observamos na natureza e da seleção natural entre seres vivos. Na mesma época, um monge beneditino, de nome Gregor Mendel, fazia algumas experiências com plantas que lhe valeram mais tarde a alcunha de “pai da genética” e que caíram como verdadeiros torpedos sobre as idéias de Darwin. Estava provado que os dois fatores apontados por Darwin não guardavam em si mesmos o potencial deles esperado. Qualquer conceito evolucionista exigia o surgimento do “novo” e os fatores mencionados apenas permitiam a manifestação de caracteres já devidamente codificados no contexto de cada espécie.

Nesse meio tempo, as similaridades começaram cada vez mais a serem apontadas como evidência inequívoca da evolução. Concordamos que o valor de tais evidências seria bastante aumentado se não houvesse qualquer outro modelo para explicar nossas origens. Na presença do modelo criacionista, entretanto, elas se diluem por completo, já que similaridades são esperadas também nesse modelo. Apesar disso, de tempos em tempos, a mídia volta à carga com esse mesmo tipo de evidência logicamente refutado. Exemplo disso é o uso que fazem das constatações de quase total similaridade entre a constituição genética de homens e chimpanzés. Isto, entretanto, é apenas sair da morfologia pura e simples para um nível molecular, com o mesmo tipo de evidência à base de similaridades já antes questionadas. Por que teriam homens e chimpanzés que apresentar necessariamente códigos genéticos distintos no contexto do modelo criacionista?

Foi assim que toda esperança evolucionista acabou por se concentrar nas mutações, estes sim, fenômenos da natureza capazes de introduzir novas características em uma dada espécie. Mutações, entretanto, são agentes aleatórios atuando em sistemas altamente organizados como o organismo dos seres vivos. A segunda lei da termo di nâmica, expressa em termos probabi lí sticos, nos afirma exatamente isso, que as mutações, ao invés de conduzir tais sistemas a níveis estruturais mais organizados, na verdade, são responsáveis pela desorganização que observamos na estrutura de seres vivos que sofrem transformações de caráter mutagê nico. Veja o que diz a esse respeito H. J. Muller, geneticista detentor do prêmio Nobel pelo seu trabalho de uma vida com mutações:

“Está inteiramente em acordo com a natureza acidental das mutações, que extensivos testes têm corroborado em mostrar a vasta maioria delas como deletéria aos organismos no seu desempenho de sobreviver e de se reproduzir, do mesmo modo como mudanças acidentais introduzidas em qualquer mecanismo artificial são, predominantemente, prejudiciais à sua operação – boas mutações são tão raras, que podemos considerá-las todas más” Muller, H. J., “How Radiation Changes the Genetic Constitution”, Bulletin of the Atomic Scientist, 11 (1955), p. 331.

Apesar do tempo decorrido desde que este depoimento foi feito, a verdade do seu enunciado continua em pé, porque se trata de uma questão básica, e não de um mero fato a ser atualizado cientificamente com o decorrer do tempo. Na verdade, essas palavras são ainda mais abrangentes e atingem o universo como um todo. As leis da termo dinâmica apontam de modo inequívoco para um universo em contínuo processo de degeneração.

Como poderiam, então, essas mesmas leis que hoje causam sua desestruturação, terem sido um dia responsáveis por sua evolução?

A teoria da evolução apregoa, com base em um mecanismo que evolu cio nistas até hoje não conseguiram explicitar, que simples átomos de hidrogênio (praticamente o único subproduto da suposta explosão do Big-Bang) acabaram por se transformar em seres humanos e, de passagem, deram origem a tudo o mais que compõe este imenso universo que nos abriga. Só não vê o óbvio quem não quer: a teoria da evolução não passa de um mito que, do século passado, invadiu também o nosso século.

Criacionistas não têm a menor pretensão de se insurgir contra a verdade científica, nem tampouco têm a intenção de se afastar do campo da batalha intelectual em que defendem seus pontos de vista. A melhor arma contra a teoria da evolução é a própria ciência, isenta de fantasias e preconceitos.


É vale-tudo mesmo!


Há alguns anos a mídia noticiou a conclusão a que haviam chegado alguns cientistas evolucionistas a respeito de certas características na dentição em seres humanos. Eles afirmaram que a população mundial se dividia em quatro grandes segmentos quando consideradas as diferenças encontradas nas arcadas dentárias de seres humanos e que isso se devia aos costumes alimentares em diferentes regiões. Afirmaram também que hoje essas diferenças já haviam se tornado uma característica genética desses grupos populacionais, transmitidas de geração em geração como resultado da evolução experimentada pela espécie humana ao longo dos últimos milhares de anos.

Ora, admitir essa possibilidade é o mesmo que ressuscitar conceitos lamarckianos que há muito já estão mortos e enterrados pelos próprios evolucionistas. Com base neste mesmo tipo de raciocínio se poderia esperar que um dia as cirurgias que fazemos em cães para que fiquem com suas orelhas em pé não seriam mais necessárias, ou que descendentes de pessoas que praticam levantamento de peso ao cabo de um certo número de gerações praticando essa atividade já nasceriam com seus corpos modelados. Isto é impossível e quem o afirma é a verdadeira ciência porque, para serem perpetuadas, tais transformações teriam que primeiro serem devidamente escritas em nossos códigos genéticos.

Por aí se pode perceber que esta é uma luta do tipo vale-tudo mesmo. Evolucionistas parecem entender que para fazer valer seus pontos de vista tudo é permitido, até mesmo desenterrar conceitos por eles mesmos sepultados. Mas será que esta é uma conduta que se poderia classificar de científica?

Recentemente a imprensa noticiou que os neandertalenses, supostos primos distantes do homem na escala da evolução, comiam seus semelhantes. (Veja, nº 1618, 06/10/99, p. 114) A reportagem começava dizendo que: “Os mesmos homens de Neandertal que tocavam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100.000 anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na semana passada, paleantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas contundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30.000 anos, praticavam canibalismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie”.

A reportagem prosseguia dizendo que os pesquisadores Alban Defleur, da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, e Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, haviam conseguido reconstituir, a partir de ossos de 120.000 anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de serem comidas. Dizia também que a riqueza de detalhes levantados pelos cientistas era impressionante, obtidos a partir de restos encontrados numa caverna da França que pertenciam a dois adultos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16.

Isso, porém, só pode ser algum tipo de brincadeira! Qualquer livro de probabilidades e estatística vai lhe dizer, logo em suas primeiras páginas, que não se pode obter conclusões estatisticamente válidas a partir de uma amostra tão incipiente. Ficamos então imaginando que dirão cientistas deste mesmo quilate que viverem a centenas de anos no futuro, quando descobrirem nossos esqueletos com tórax cirurgicamente secionados para dali extrairmos, de pessoas acidentadas, seus corações para serem transplantados em pacientes cardíacos. Nesse dia, talvez passemos para a história como os canibais do final do segundo milênio, que praticavam canibalismo, comendo somente os corações de seus semelhantes. É o vale-tudo mostrando suas garras novamente para extrair dos achados paleontológicos o que quer que seus descobridores julguem válido, a despeito do que realmente pode ser considerado como resultado da aplicação válida das normas e métodos de que se vale a verdadeira ciência.

Impressionante mesmo é a constatação de que homens de ciência, treinados para admitir somente o que reúne condições de ser classificado como científico, abandonem esses parâmetros para aceitar, de livre e espontânea vontade, o que não resiste a um mínimo de análise à luz de leis reconhecidamente científicas. A lei da biogênese, por exemplo, afirma que cada ser vivo que encontramos na natureza descende de outro semelhante a ele. Em outras palavras, isto significa que a geração espontânea, hipótese que afirmava o surgimento de seres vivos diretamente da matéria inanimada, é inteiramente falsa. Veja, porém, como o evolucionista George Wald coloca esta questão:

“A respeito da evolução espontânea, ela continuou encontrando aceitação até ser finalmente descartada pelo trabalho de Louis Pasteur – É curioso que, até bem recentemente, professores de biologia habitualmente contavam essa história como parte de suas introduções a estudantes de biologia. Eles então terminavam o relato excitados pela convicção de que haviam dado uma demonstração do aniquilamento de noções místicas através da experimentação científica e pura. Seus estudantes costumavam ficar tão inebriados que se esqueciam por completo de perguntar ao professor como ele explicava a origem da vida. Esta teria sido uma questão embaraçosa, pois há somente duas possibilidades: ou a vida surgiu através da geração espontânea, o que o professor já havia refutado, ou então surgiu através da criação sobrenatural, o que ele provavelmente teria considerado como anti-científico. De minha parte, penso que a única posição científica sustentável é que a vida originalmente surgiu mesmo através da geração espontânea. O que a história revista demonstrou é que a geração espontânea não ocorre mais nos dias de hoje”

Vemos, portanto, que evolucio nistas são os modernos adeptos da “teoria” da geração espontânea. Eles não afirmam, é óbvio, que isso esteja ocorrendo em nossos dias. Dizem, porém, que há bilhões de anos a vida surgiu espontânea e diretamente da matéria inanimada, num lance casual que teria dado origem a um organismo unicelular, do qual descenderiam todos os outros que hoje vivem ou que já viveram no passado. É outra vez o vale-tudo em ação, afirmando algo que não pode ser provado, uma vez que postulado no mais remoto passado.


Por que essa discussão é importante?


Basicamente porque nossa ótica em relação às origens determina o modo como vemos a realidade à nossa volta. Se somos criacionistas, entendemos que somos obra das mãos do Criador, o que certamente lhe confere o direito de propriedade sobre cada um de nós. Ninguém está mais plenamente habilitado a nos dizer o que é melhor para nós e quais são os valores que devemos cultivar, o modo como devemos proceder em nossa jornada pela vida. Se, porém, somos evolucionistas, somos também filhos do acaso. Nada há por trás do universo, a não ser leis naturais. Nesse caso, não existem também valores absolutos e, leis para a sociedade, nós as admitiremos conforme nossas conveniências.

Temos continuamente afirmado que se a teoria da evolução fosse verdadeira, esta seria, ainda que amarga, uma pílula que teríamos que engolir. Entretanto, nossos anos de investigação nessa área têm nos comunicado que a teoria da evolução é pseudo-ciência. Por isso é importante assumir uma posição frente a esta controvérsia. Por isso é preciso lutar para que nossos jovens tenham o direito de aprender, também em sala de aula, que o Criador existe.

Algumas pessoas têm indagado se afinal não é possível harmonizar a teoria da evolução com a da criação. A resposta é que este tipo de tentativa tem sido levado a efeito de vários modos distintos, todos eles dando nascimento a modelos híbridos das origens, com sérios problemas de ordem científica e inevitáveis choques com conceitos bíblicos da criação. Na verdade, proceder a uma comparação entre os enunciados da evolução e os da criação é uma forma demasiadamente simplista de abordarmos esta questão. O grande equívoco dos cientistas é pensar que tudo na natureza pode ser explicado de modo natural, o que obviamente não funciona nos momentos em que o Criador fez uso de seu poder sobrenatural.

Assim, a questão relacionada com uma possível harmonização de conceitos se transforma em: “Pode o sobrenatural ser explicado através de processos naturais?”. Se a resposta óbvia a esta pergunta é não, e é assim que penso, então também não poderemos explicar a origem da matéria, da vida, do universo como um todo, através de processos naturais. Explicações evolucionistas são esforços para explicar, através de processos naturais, o que só pode ser explicado sobrenaturalmente, razão pela qual não podem expressar a realidade objetiva da natureza. Já o criacionismo científico recorre ao poder sobrenatural do Criador para explicar os resultados de Seus atos?


Conclusão


A fé cristã tem, nos últimos 140 anos, desde a publicação do livro de Darwin, sofrido o ataque mais abran gente, mais agressivo e mais sutil de todos os tempos.

Mais abrangente porque todos, indistintamente, nas escolas de todo o mundo são levados a crer que só o evolucionismo explica de modo coerente as nossas origens. Em casa, jornais, revistas, livros, programas de televisão e até mesmo desenhos animados apresentam a teoria da evolução como um fato acima de qualquer suspeita.

Mais agressivo porque os primeiros passos da caminhada evolucionista são dados nos primeiros anos escolares, quando os alunos, crianças em tenra idade, não dispõem de condições para questionar o que lhes está sendo ensinado.

Mais sutil porque, sem falar em Deus, pretendendo explicar todas as facetas da história do universo e da vida por meios estritamente naturais, o evolucionismo não deixa espaço para o sobrenatural, conduzindo, assim, muitos incautos, senão ao ateísmo e ao materialismo, pelo menos a um Deus inoperante, que pouco se preocupa com sua criação.

Nós, os cristãos, entendemos como Davi, que no Salmo 148 exalta a Deus como o criador de todas as coisas, e exorta-nos: “Louvem o nome do Senhor, pois mandou, e logo foram criados. E os confirmou para sempre e lhes deu uma lei que não ultrapassarão” (vers. 5 e 6).

Nos próximas edições de “Defesa da Fé” estaremos discutindo com mais detalhes pontos que, neste artigo, foram abordados de modo mais generalizado. Queremos, entretanto, convidá-lo a entrar em contacto conosco para que possamos enviar, pelo correio, material de divulgação da ABPC – Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, a fim de que você possa conhecer mais de perto o ministério criacionista no Brasil. Se você tem acesso à Internet, nós estamos em http://www.impacto.org/abpc e nosso endereço eletrônico é abpc@pobox.com.

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