Defesa da Fé

Edição 18

Código da Bíblia


Por Wagner S. Cunha

O truque de Michael Drosnin


Tem nosso Senhor mensagens secretas verdadeiramente escondidas que Ele queria que nós achássemos ao término do século XX? Será que essas informações encontradas ajudam a mudar nossa era cética com respeito à Bíblia? Verifiquemos!

O livro “Bible Code” (O Código da Bíblia), do famoso repórter e investigador nova-iorquino Michael Drosnin, é atualmente mais um de seus best-sellers 1 . Ele também é autor de um outro campeão de vendas do New York Times “Citizen Hughes”. O “Bible Code” tem ganhado destaque em jornais e revistas do mundo inteiro desde a descoberta do afamado código da Bíblia, anunciada há pouco mais de dois anos por Drosnin e pelo matemático israelense Eliyahu Rips.

A premissa do autor é a de que o Antigo Testamento, na verdade, é um complexo programa de computador que contém uma série de profecias “codificadas” no texto, as quais revelam o futuro da humanidade (e isso é, realmente, o que o torna interessante). A influência deste livro chegou até mesmo aos círculos evangélicos por meio do vídeo e do livro The Signature of God: Astonishing Biblical Discoveries (A Assinatura de Deus: Espantosas Descobertas Bíblicas), diretamente dirigidos à comunidade cristã, com base no que escrevera Drosnin. O Código só pode ser decifrado através de operações matemáticas decodificadas pelo mesmo 2 .

Rips tomou todas as palavras da Torá (conjunto dos cinco primeiros livros da Bíblia) e eliminou os espaços entre elas, transformando o conjunto em uma série contínua de 304.805 letras. Depois, através de um programa de busca em computador e de um código alternado que, através da igualdade de distância entre as letras acaba por encontrar nomes e frases, afirmou ter descoberto as datas exatas de diversos acontecimentos mundiais, os quais estariam ocultos na Bíblia Sagrada como, por exemplo, o assassinato do premier israelense Yitzhak Rabin, a ida do homem à lua, a ascensão de Hitler, a Guerra do Golfo, as I e II Guerras Mundiais e também a que ainda estaria por vir, provavelmente no ano 2026, segundo o Código.( Ver notas 1e 2)


Não é algo novo


Qualquer um que conheça um pouco da história da Igreja verá que esse tipo de interpretação já existiu antes. Por exemplo, os hebreus antigos desenvolveram um sistema (conhecido posteriormente como gematria) em que todo número tinha um significado oculto e do qual todos os objetos eram detentores. Um sistema matemático foi criado para decifrar tais códigos, resultando em interpretações estranhas.

A igreja de Alexandria (Egito), com sua escola catequética, tendo figuras como Orígenes (186-255 D.C.) e seu professor Clemente (150-215 D.C.) admitia, entre as aberrações teológicas desta comunidade, a interpretação simbólica e alegórica do Antigo Testamento. O historiador cristão Earle E. Cairns relata como essa escola viu-se às voltas com o paganismo referente à interpretação das Escrituras: “Os membros da escola alexandrina estavam ansiosos por desenvolver um sistema teológico a partir do uso da filosofia que, segundo eles, era capaz de permitir uma exposição sistemática do cristianismo. Educados na literatura e nas filosofias clássicas, pensaram que poderiam usá-las na formulação da teologia cristã.

Ao invés de enfatiza rem uma interpretação histórico-gramatical da Bíblia, criaram um sistema alegórico de interpretação que ainda hoje assola o cristianismo. Este tipo de interpretação baseia-se na suposição de que a Bíblia tem mais de um sentido. Servindo-se da analogia do corpo, alma e espírito do homem, sustentavam que as Escrituras tinham um sentido literal e histórico que correspondia ao corpo humano, um sentido moral oculto que correspondia à alma e um sentido espiritual subjacente e mais profundo que só os cristãos mais adiantados poderiam compreender. Este sistema de interpretação surgiu da técnica usada por Filo, o judeu alexandrino, que procurava aproximar o Judaísmo e a filosofia grega a fim de encontrar os sentidos ocultos da língua do Antigo Testamento que, por sua vez, seriam semelhantes à filosofia grega. Mesmo estando preocupados com o sentido que o autor do texto queria dar para aqueles que o estivessem lendo e com a sua aplicação prática às circunstâncias presentes, os homens da escola alexandrina também estavam interessados nos sentidos ocultos. Este método de interpretação tem feito muito mal à causa da interpretação correta da Bíblia e gerado absurdos e até, doutrinas teológicas anti-bíblicas” 3 .

A obra literário-religiosa, datada do primeiro século, conhecida como Pseudo Barnabé nos mostra o método alegórico de estudo da Bíblia em voga entre os cristãos de Alexandria: “Ele alegoriza os 318 servos de Abraão (9:8), ao se referir a morte de Cristo na cruz, na base de que a letra grega para 300 tem a forma de cruz e que os numerais gregos para 18 são as duas primeiras letras do nome de Jesus. Ele se mostra orgulhoso desta singular interpretação (9:9) de Gênesis 14:14. Ele vai constantemente da tipologia legítima para a alegoria, a fim de fundamentar o significado que quer dar aos textos do Antigo Testamento” 4 .

Como já vimos, a procura por significados ocultos na palavras do Antigo Testamento não é nenhuma novidade e outros tantos exemplos poderiam ser acrescentados aos acima citados. O código da Bíblia tem se tornado singular por causa de sua dependência do computador, pois somente com o uso deles é possível a decodificação. Para Drosnin, a Bíblia seria um código elaborado por uma mente infinitamente superior à do homem, capaz de conhecer o passado, o presente e o futuro; mas, como ateu declarado, ele diz que o código da Bíblia “exige que aceitemos aquilo que a própria Bíblia só nos pode pedir para aceitar: que não estamos sozinhos. Eu podia facilmente acreditar que o Código vem de um ser bom, que queria nos salvar, mas não o Criador”. Já Grand Jefrey, em A Assinatura de Deus quer que acreditemos que a fonte intelectual do Código é o próprio Deus, e ele vai mais além: “Enquanto estes padrões incríveis existem no texto hebraico da Torá, nenhum outro texto apócrifo exibe esta norma, nem eles podem achar isto em qualquer outra religião hebréia ou textos seculares” (p.11). Porém, de acordo com o professor William D. Barrick do The Masters Seminary, os eruditos muçulmanos fazem as mesmas reivindicações para o Alcorão, citando códigos numéricos como prova de que Deus deu esse livro 5 . É lamentável que Hal Lindsey e Jack Van Impe recomendem o livro de Jeffrey.


Um livro gnóstico


Uma das características marcantes das “seitas gnósticas” que assolaram a igreja desde os seus primeiros anos de vida era a imersão do indivíduo nos mistérios não revelados do Eterno, enquanto os apóstolos se contentavam num mistério já revelado (1 Coríntios 2:7- 10). O historiador Paul Johnson, dissertando sobre as crenças gnósticas primitivas, disse: “Os gnósticos tinham duas preocupações centrais: criam em um mundo dualista de bem e mal e criam na existência de um código secreto da verdade, transmitidos pelos lábios de um profeta, ou pelos escritos esotéricos” 6 . Portanto, qualquer semelhança não é mera coincidência. O Gnosticismo nunca morreu realmente, continuando sua existência sob várias formas, e sempre mais sutil e atraente, como no caso deste “Código da Bíblia”.


Analisando o código


Para sua pesquisas, Drosnin usou a Torá 7 . Então, na verdade, o livro deveria ser intitulado “O Código da Torá”; mas, provavelmente, com esse título não teria vendido muitas cópias.

Drosnin restringe suas declarações e predições. Enquanto que o livro de Drosnin é preciso em fatos históricos como o assassinato de John Kenndedy, a Guerra do Golfo em 1991 e a ascensão e queda de Adolf Hitler, nas predições concernentes ao futuro trabalha com possibilidades. Sobre os vaticínios do Código, o autor disse: “Minha própria opinião é que se trata apenas de uma possibilidade – que a Bíblia codifica todas as probabilidades e aquilo que nós fazemos determina o resultado real” (p. 17). Declarações parecidas a estas estão nas páginas 40, 43, 65, 76, 79, 99, 121, 156, 161, 168. Até mesmo Eliyahu Rips, o homem que descobriu o código, afirma: “É literalmente impossível fazer predições futuras baseadas no código”. Ele e outros dizem que qualquer aparecimento de profecia é apenas uma simples coincidência ou interpretação aleatória 8 . No entanto, no livro de Drosnin existe uma enxurrada de predições. (Ver nota 3)


Predições inexatas


Um ataque de arma atômica contra Israel foi predito para 13 de setembro, 1996 (pp.75, 76). Como bem sabemos, tal ataque não ocorreu. Levando em conta este fracasso, decide Drosnin que o que foi codificado de fato na Bíblia era aquele “Fim dos Dias” que começaria em 1996 e um holocausto atômico como também uma guerra mundial seria parte deste último dia: “ ...o Apocalipse era agora que o ‘fim dos dias’ já tinha começado, que o verdadeiro Armagedon talvez se iniciasse com um ataque atômico a Israel (p.103).”

“Todos os principais avanços da tecnologia moderna parecem ter sido registrados. Os irmãos Wright estão codificados junto com avião...” (p. 46). Um tremendo erro, pois o pai da aviação, na realidade foi o brasileiro Alberto Santos Dumont que, no dia 23 de outubro de 1906, realizou o primeiro “vôo mecânico” do mundo, com seu famoso 14-Bis 9 . (Ver nota 4)

O “Código da Bíblia” também previa que o ex-primeiro ministro de Israel Benjamim Netanyahu morreria até o fim do mandato (pp. 72, 78, 79). Os defensores de Drosnim argumentam que o mesmo disse ser uma possibilidade. Entretanto, ele próprio diz: “Se seguisse apenas o código da Bíblia, teria de dizer que Netanyahu, caso eleito, não viverá até o fim de seu mandato” (p.72), e é exatamente o que vemos no fac-símile da página 79: o assassinato de Benjamim. No entanto, Netanyahu, esboçando um enorme vigor físico, entregou seu cargo em 24/05/99 para o ganhador das eleições, o general israelense mais condecorado de todos os tempos, Ehud Barak.


Conceitos distorcidos da Bíblia


1. Drosnin acredita que o “Código da Bíblia” seja o livro selado de Daniel 12:4 (pp. 90-99). Entretanto, o que Daniel fala em seu livro é sobre o futuro de Israel durante a tribulação e a segunda vinda de Cristo; lemos no verso 4: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim...”. Daniel não estava sendo instruído a esconder um livro que seria revelado, de alguma maneira, ao término dos tempos. As profecias dele estiveram abertas e disponíveis durante quase 3.000 anos. Ele foi alertado que aquelas revelações teriam o seu desígnio cumprido não para ele mas, sim, para aqueles que viveriam nos últimos dias.


2. “Aquilo que Moisés recebeu no monte Sinai era realmente um banco de dados interativo, ao qual até agora não tínhamos pleno acesso. A Bíblia que ‘Deus’ ditou a Moisés era, na realidade, um programa de computador. Primeiro foi gravada na pedra, depois escrita em rolos de pergaminhos. Depois impressa na forma de livro. Mas, no código, ela é chamada de ‘o antigo programa de computador” (p.95).


3. Gênesis 41:45: “O Faraó nomeia José superintendente de toda a terra do Egito e dá-lhe um novo nome, ‘Tzafenat-Paneah’ (...) Esse suposto nome próprio tem um significado muito claro em hebraico: ‘o decodificador do código’. Talvez ninguém o tenha percebido antes, porque ninguém sabia que havia um código na Bíblia” (pp. 97, 98). Na verdade, este nome é essencialmente egípcio; não é uma transliteração hebraica de um nome egípcio, e significa “O Deus fala e ele ouve” 10 .


4. O apoio do código da Bíblia à visão de que os dinossauros foram mortos por um asteróide maior que o Monte Everest há cerca de sessenta e cinco milhões de anos (p. 143, 144) cria sérios problemas. Não se precisa questionar a idade do universo. Também a teoria da evolução pode ser agora substanciada pelo código: “Nos dias de hoje, os cientistas concordam que a humanidade nunca teria evoluído se os dinossauros não tivessem sido varridos pelo asteróide” (p. 145). (Ver nota 5)


Criticado por outros


Alguns cristãos sinceros estão aceitando o código da Bíblia como fato consumado por ele ter recebido o apoio de cientistas, matemáticos famosos de Harvard, Yale, Universidade Hebraica, eruditos cristãos, etc. Contudo, isso não é bem verdade. Brendan Mckay, matemático australiano, resolveu aplicar o método matemático de Drosnin ao texto do romance inglês “Moby Dick”, chegando aos mesmos resultados. Entre suas “descobertas”, estão o assassinato de Indira Ghandi, de Martin Luther King e até a morte trágica de Lady Diana. As mortes “profetizadas” vão desde Leon Trotsky até Bob Kennedy 11 . Segundo afirmam alguns especialistas, as chances de se encontrar arranjos de letras que fazem sentido são maiores na língua hebraica por não existirem vogais e as palavras serem mais curtas. A conclusão do matemático foi a de que o romance “Moby Dick” também é capaz de “prever” qualquer acontecimento. Desde a divulgação do trabalho de Drosnin, aplicações da seqüência do “skip-code” (código de saltar) 12 para livros seculares têm produzido os mesmo resultados. Na tradução para o hebraico do livro “War and Peace” (Guerra e Paz), de Tolstói, a aplicação do método encontrou mais de 50 palavras codificadas em seus texto 13 .

A Sociedade Bíblica Alemã comparou o método do “código” às adivinhações praticadas por ocultistas e ainda afirmou ser difícil acreditar que Deus tenha falado de forma codificada ao Seu povo, durante três mil anos e, somente agora, tenha resolvido revelar Sua verdade a dois homens incrédulos. O teólogo e apologista cristão Dave Hunt, autor de vários best-sellers evangélicos, disse em um artigo no boletim The Berean Call, (EUA): “Bem que pode haver alguma coisa de sobrenatural por trás desse livro, mas provavelmente de fonte errada... Drosnin declara que todas as Bíblias na língua original, em hebraico, existentes até agora são as mesmas, letra por letra (p.191). Isso, simplesmente, não é verdade. Há muitas variações de grafia e, sendo assim, há variações nas letras entre os vários manuscritos. Entretanto, por exemplo, não há diferenças textuais importantes que poderiam mudar os significados entre os manuscritos de Isaías, achados com os rolos do Mar Morto e outros manuscritos posteriores, há diferenças significativas de grafia”. Para o irmão Hunt, as diferenças constatadas tornam o “código” inválido, pois qualquer diferença na grafia alteraria o que está contido no manuscrito original, do qual ninguém tem cópia 14.


Conclusão


Somos tomados de profunda tristeza ao ver o que o ser humano sem Deus é capaz de fazer com a Bíblia. Inventa códigos secretos, rejeitando-a por achá-la esquisita e antiquada; isso porque a sua mensagem não se ajusta com precisão àquilo que o homem moderno pensa que sabe. Tais pessoas são semelhantes aos descritos por Jesus em Mateus 13:13-15 e em Marcos 8:18, como que ouvem mas nunca entendem e vêem mas nunca enxergam.

Caro amigo, eu gostaria de fazer um grande desafio à você, aliás, o mesmo que foi feito pelo pastor britânico, chamado J.C. Ryle, há cem anos e que é inteiramente relevante para sua vida:

“Tu vives num mundo onde tua alma corre um perigo constante. Os inimigos te cercam por todos os lados. O teu próprio coração é enganador. Os maus exemplos são numerosos. Satanás está sempre trabalhando para desanimar-te. Acima de tudo, porém, abundam as falsas doutrinas e os falsos mestres de todo tipo. Esse é o teu grande perigo.

Para permanecer em segurança, precisas estar bem armado. Precisas tomar nas mãos as armas que Deus te deu para tua defesa. Precisas entesourar na mente as Sagradas Escrituras. Isso é estar bem armado.

Arma-te, pois com um completo conhecimento da Palavra escrita de Deus. Lê a tua Bíblia com regularidade. Torna-te familiar com a tua Bíblia...Negligencia a tua Bíblia, e nada do que conheço pode guardar-te do erro, se algum convincente defensor de falsos ensinos porventura te abordar. Estabelece como regra não acreditar em coisa alguma, exceto naquilo que pode ser provado nas Escrituras. Somente a Bíblia é infalível...Tu realmente usas tua Bíblia, tanto quanto deverias?

Hoje em dia, há muitas pessoas que crêem na Bíblia, mas que a lêem muito pouco. A tua consciência segreda-te que és uma dessas pessoas?

Se isso acontece contigo, então és uma daquelas pessoas que provavelmente, obterão bem pouca ajuda da parte de Deus em tempos de necessidade. A provação é uma experiência esclarece dora...Tua reserva de consolos bíblicos, algum dia desses, pode estar muito baixa.

Nesse caso, tu és a pessoa que provavelmente não conseguirá firmar-te na verdade. Eu não ficaria surpreso se viesse a ouvir que andas perturbado com dúvidas e indagações acerca da segurança da salvação, da graça, da fé, da perseverança...O diabo é um antigo e astucioso adversário. Ele é capaz de citar as Escrituras com grande prontidão, quando quiser. Por enquanto, não estás suficientemente preparado para combater o bom combate contra Satanás...A espada pende frouxamente na tua mão.

Se isso acontece contigo, és a pessoa que provavelmente cometerá muitos erros na vida. Eu não ficaria surpreso se me contassem que tens enfrentado problemas no teu casamento, com os teus filhos, com a tua conduta de teus familiares e com as pessoas com quem te associas. O mundo pelo qual guias o barco da tua vida está cheio de rochas, baixios e bancos de areia. Tu não estás suficientemente familiarizado com cartas marítimas e com faróis.

Se esse é o caso, tu és a pessoa que provavelmente acabará sendo desviada, durante algum tempo, por algum falso mestre. Eu não me admiraria se ouvisse que uma dessas pessoas espertas e eloqüentes, capaz de fazer uma convincente exposição de suas idéias, está te desviando para o erro. Tu estás precisando de lastro (a verdade de Deus); e, nesse caso, não me admirarei se fores lançado para cá e para lá, como um pedaço de cortiça sobre as ondas.

Todas essas são situações desconfortáveis. Quero que escapes de todas elas. Aceita o conselho que estou te dando aqui. Não fiques apenas lendo a Bíblia aos poucos – mas lê em grande quantidade...Lembra-te dos teus muitos inimigos. Arma-te!”

“Sola scriptura, sola gratia, sola fide, sola Deo gloria, solus Christus”


Bibliografia:

1 Este livro foi editado em língua portuguesa em 1998 pela editora Cultrix, São Paulo.

2 O Dr. Eliyahu Rips valeu-se dos decodificadores do serviço de inteligência dos EUA (CIA) e do MOSSAD em Israel.

3 Cristianismo Através dos Séculos, p. 90, São Paulo, Edições Vida Nova, 1988.

4 Idem, p. 61.

5 The Master’s Seminary Journal, Vol. 8, p. 238.

6 The History of Christianity, p.45, New York, Atheneum, 1976.

7 Do hebraico Torah, lei. Denominação que os judeus dão aos cincos primeiros livros do Antigo Testamento. Nesta seção do Livro Santo, acham-se a história da formação de Israel, sua libertação das garras de Faraó, a entrega da Lei de Deus ao povo, a peregrinação pelo deserto e os discursos de despedidas de Moisés.

8 New Man, p. 91, setembro, 1997.

9 Os norte-americanos apresentam os irmãos Wright como sendo os pioneiros da aviação, porém isso não tem procedência. Veja o site: http://www.mat.ufrgs.br/~rudnei/fab/port/sd.html

10 DAVIES, G. Henton. “Genesis”, The Broadmam Bible Commentary, Vol. 1. Nashville: Broadmam Press, 1969.

11 Para informações adicionais, vale a pena consultar o site de Mckay, onde ele aponta mais erros, http://cs.anu.edu.au/~bdm/dilugim/torah.html. Drosnin (p. 186) tenta colocar em descrédito as pesquisas de Mackay. Compare as declarações do livro com o trabalho de Mackay.

12 Eliyahu Rips explicou processo de “decodificação” em um extenso artigo no Daily Mail, de Nova Iorque. Disse ele ao jornal: “Cada código é uma questão de adicionar toda quarta, ou décima segunda, ou décima quinta letra para formar uma palavra. Pule ‘n’ espaços, mais uma ou outra série de “n” espaços, assim por diante. A mensagem oculta será revelada.”

13 People Magazine, p. 94, 11/03/97.

14 Para a comunidade cristã, um dos trabalhos mais profundos e extensos já feitos até o momento, é um artigo da Bible Review, 13/08/97, intitulado: The Bible Code: Cracked and Crumbling (O Código da Bíblia: Quebrado e Reduzido a Migalhas), redigido pelo Dr. Ronald S. Hendel e Shlomo Steinberg (da Suthern Methodist University). Eles declaram que o “Código da Bíblia” é uma tremenda farsa.

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