Defesa da Fé

Edição 51

Cristianismo – A fé que move o mundo


“Jesus de Nazaré foi o único réu julgado e condenado não pelo que tinha feito, mas pelo que era e afirmava ser: o filho de Deus!”, disse o renomado apologista cristão Josh McDowell em seu livro “Evidências que exigem um veredicto”.

Já se passaram mais de dois mil anos desde os eventos acima, mas esse homem chamado Jesus de Nazaré continua sendo o personagem principal da vida de um terço da população da Terra. Mesmo entre aqueles que não fazem parte do seu rebanho atual de mais de 2,2 bilhões de seguidores, Ele é um símbolo poderoso e líder venerado.O mundo de hoje está fortemente influenciado por sua moral e ética. Os costumes, a arte, a ciência, a política e até mesmo a economia trazem uma bagagem cultural moldada pelo cristianismo. O calendário oficial em todo o mundo tem esse homem como marco referencial. A conclusão a que chegamos é que o cristianismo, como religião organizada a partir de seus ensinos, triunfou, sobretudo se nos lembrarmos dos desafios que fora submetido, mais do que qualquer outra religião ou fé.

A vitória do cristianismo deixou para trás o judaísmo, o confucionismo, o hinduísmo e o budismo. Venceu em número e prestígio o islamismo, que lhe era superior no período da Idade Média. O sucesso do cristianismo torna-se ainda mais surpreendente quando analisamos sua origem. O cristianismo é uma dissidência do amplo e complexo mundo cultural do judaísmo da época de Jesus. Dessa origem legalista e conservadora, ele emergiu, sem nacionalidade, sem clero e sem vínculo étnico, firmando-se como a religião de todos os povos. Uma fé universal!

Hoje, o cristianismo está presente em quase todas as culturas e é capaz de refletir-se a partir de cada uma delas. Até mesmo o catolicismo que, até 1965, rezava sua missa em latim, hoje a celebra em todas as línguas, o que é maravilhoso, pois não deixa de ser um exemplo vivo da universalidade do cristianismo! O islamismo ainda celebra suas reuniões em língua árabe.

Não podemos negar que houve momentos em que o cristianismo falhou (sobretudo em sua liderança) ao privilegiar os interesses de determinados grupos ou (a exemplo do que aconteceu em sua grande expansão pela América, África e Ásia) por não respeitar suficientemente os povos e suas culturas. Contudo, conseguiu criar igrejas nativas, que sobreviveram depois dessa cristianização, o que é um atestado de que o cristianismo produziu algo novo e, em sua essência, conseguiu ser uma doutrina pura e perfeitamente contextualizada.


Uma fé revolucionária


Embora o cristianismo tenha nascido na Ásia, berço também de outras grandes religiões: budismo, islamismo, confucionismo, hinduísmo, zoroastrismo, entre outras, ele, no entanto, consegue ser diferente de todas elas em aspectos e propostas. É original!

Não obstante não ser a religião mais antiga, o budismo nasceu cinco séculos antes de Jesus, o hinduísmo, tem pelo menos mil e quinhentos anos a mais que o cristianismo. O judaísmo, religião da qual derivou o cristianismo, já possuía quase dois mil anos quando os primeiros cristãos começaram a levar o evangelho ao mundo. O cristianismo, como se pode ver, tem tradição, fundamentos e provas documentais. É histórico!

Em termos sociológicos e culturais, o cristianismo quebrou todos os paradigmas e estabeleceu verdades antes desconhecidas ou obscurecidas pelas nações e povos. Jesus Cristo enfrentou a cultura estabelecida de então, sofrendo as conseqüências disso e, dessa forma, revelou a todos os homens a verdade de Deus, aquilo que estava no coração do Pai desde a eternidade. Embora o judaísmo seja uma religião verdadeira, pois foi revelada por Deus ao povo israelita, no entanto esbarrou no egocentrismo judaico. Resultado: mais de dois mil anos depois o mundo ainda não havia conhecido o Deus de Abraão, o Deus que já havia sido revelado a Melquisedeque, rei de Salém. O mesmo Deus também tinha sido revelado aos povos dois mil anos antes de Moisés, numa demonstração clara de que o desejo do coração de Deus era religar o homem a Ele, restaurando sua identidade, origem e propósito: viver eternamente para (e com) Deus! O Senhor Deus nunca abandonou o homem, sua obra mais sublime.


Os desafios da igreja neste terceiro milênio


Todo o sucesso até aqui alcançado pelo cristianismo não evita, no entanto, as seguintes perguntas: Como será daqui para frente? Como o cristianismo enfrentará os desafios que se apresentam agora, no alvorecer deste terceiro milênio? Como será sua face no futuro em um mundo que enfrenta uma furiosa transformação tecnológica e de costumes?

Werner Kelber, pesquisador do Novo Testamento, diz: “O cristianismo em geral e a Igreja Católica, em particular, resistiram a impactos tão brutais que acho justificável seus seguidores acreditarem na natureza divina de seus alicerces.

A revista VEJA1, de publicação semanal, ouviu vários teólogos e estudiosos de religião e leu seis livros recentes que tratam da questão da busca de uma resposta satisfatória. Comentamos abaixo o resultado da interessante investigação sobre os principais desafios do cristianismo neste milênio, com os quais concordamos plenamente, confira.

1. A historicidade de Jesus – Não se fala aqui do Jesus dos altares. Tampouco daquele que cada um traz no peito quando comunga da fé dos cristãos. O Jesus histórico é o personagem que nasceu, viveu e morreu na Palestina, em carne e osso, num período histórico determinado, numa época em que reinava o imperador romano Augusto. Este personagem está sob intensíssima investigação. Os céticos estudiosos do Seminário de Jesus lançaram nos últimos anos uma série de ataques à historicidade de Cristo, motivando outros a fazerem o mesmo, como ocorreu recentemente com a revista SUPERINTERESSANTE, que questionou vários fatos bíblicos e mereceu uma reação à altura da revista Defesa da Fé. Fora da Bíblia, havia apenas duas referências à passagem de um certo Jesus pela Palestina. Flávio Josefo, historiador judeu de cidadania romana, em seu livro “Antiguidades dos judeus”, escrito no ano de 94, fala de um certo “Jesus, um homem sábio, que fazia coisas extraordinárias e pregava para o povo”. Outro autor romano, Plínio, o Jovem, do fim do século I, descreve um grupo de fiéis rezando e cantando hinos a “Cristo, como se fosse um Deus”.Agora, com esse achado arqueológico em Jerusalém, considerado autêntico, certamente os céticos pensarão duas vezes antes de fazerem afirmações levianas a fim de lançarem dúvidas sobre a Bíblia.

2. Secularização – Em bom português significa simplesmente que as pessoas tendem, pela própria dinâmica da vida moderna, a fazer ouvidos de mercador para os ensinamentos das igrejas. A indiferença de quem ouve é o pavor de todos os doutrinadores. Em outras palavras, FRIEZA ESPIRITUAL. As pessoas tendem a preferir uma vida religiosa independente a seguir à risca cada um dos ditames dos pastores e seus líderes. Isso é mais forte nos países mais antigos em processo de evangelização, como na Europa e América do Norte. Já na América Latina e no Brasil, particularmente, as pessoas ainda são muito crédulas: 99% dos brasileiros acreditam em Deus, 83% crêem na vida eterna no paraíso; 69% acreditam na punição e na recompensa divina após a morte.

3. Ecumenismo – É extremamente complexo o desafio de manter a unidade da doutrina cristã e, ao mesmo tempo, fazer aberturas na direção de outras crenças. Como admitir a existência de outros credos sem perder a fé na hegemonia dos princípios cristãos? Excomungado pelo papa Leão X em 1521, o monge alemão Martinho Lutero foi o pai da Reforma Protestante, movimento que definiu bem as posições evangélicas e católicas. A igreja genuinamente bíblica terá de se esforçar, e muito, para manter sua integridade e pureza, e isso sem arrogância ou qualquer sinal de superioridade. Terá apenas de deixar claro que não há comunhão entre os fiéis e os infiéis na questão de fé.

4. Os pecados do cristianismo – “Os cristãos não podem dar as boas-vindas ao Terceiro Milênio sem se arrepender de seus pecados históricos”, disse o papa. Um dos maiores impedimentos para o desfecho da evangelização mundial notado pelos nossos missionários de hoje são exatamente os pecados históricos das igrejas romana e protestante séculos atrás. Os pagãos, não conseguindo discernir o verdadeiro cristianismo do falso, resistem à mensagem cristã, principalmente entre os povos africanos, que vivem sob o domínio do fantasma do brutal colonialismo branco.

5. A ameaça do islã – O islamismo é a religião que mais cresce no mundo. Embora seja marcadamente étnico, identificado com os árabes, o islamismo tem alcançado, pelas migrações, uma penetração crescente na Europa, o mais tradicional reduto cristão. “O islamismo já é a segunda religião mais numerosa na Alemanha, na França e na Itália”, diz o historiador da Igreja, José Oscar Beozzo. O cristianismo vive hoje num ambiente da mais ampla liberdade religiosa, o que permite, por exemplo, que o islã construa uma de suas maiores mesquitas em plena Roma. O cristianismo corre o risco de perder toda a Europa e terá de reconquistar vários territórios antes cristãos e evangelizados, hoje reduto e bastião do islamismo (como é o caso de todo o Norte da África). Mas como conseguir isso se a construção de qualquer templo que não seja uma mesquita é rigorosamente proibida nos países islâmicos?

6. As seitas e as heresias – Acrescentamos aqui, à lista da referida pesquisa, o crescente surgimento das seitas em todo o mundo. O Brasil, especialmente, tem sido um território fértil para os mais bizarros e perigosos movimentos religiosos. Como se não bastasse o perigo de fora, representado pelas seitas, temos, ainda, de enfrentar o enfraquecimento da exposição das doutrinas bíblicas por conta das inovações e deturpações de pontos doutrinários inegociáveis da fé bíblica e histórica. O joio está sendo semeado e crescendo junto com o trigo.

7. Os povos não-alcançados – A definição de “povos não-alcançados” é: grupos de pessoas que não possuem entre si um movimento cristão atuante e/ou números suficientes de cristãos com recursos adequados para evangelizar o restante do grupo. O número dos não-evangelizados é tão grande que se formássemos uma fila única com os 3,5 bilhões de pessoas não-alcançadas daria para dar 25 voltas em torno da Terra, dimensão que significa quatro vezes a distância da Terra à Lua. Mesmo depois de mais de dois mil anos de pregação (e as Escrituras nos deixam bem claro que a nossa principal tarefa neste mundo é anunciar o evangelho a toda criatura), a realidade evangelística da igreja é essa: ainda há muitos povos não-alcançados, infelizmente. Será que atravessaremos este século sem concluir a nossa missão?

Em último lugar, entendemos que o melhor que nós cristãos podemos fazer não é nos vangloriarmos da história vitoriosa que temos como religião, e muito menos ficarmos paralisados e estarrecidos diante dos desafios que temos pela frente. Antes, devemos, destemidamente, como a verdadeira igreja de Cristo, encararmos os desafios que certamente hão de surgir, sempre mantendo os olhos fixos em Cristo (Hb 12.2).

O passado é como uma cartilha que temos. Se a conhecermos e estudarmos, não cometeremos os mesmos erros que macularam para sempre a trajetória da igreja na Terra. As heresias, as injustiças, a omissão, a ignorância, o medo e o ódio não podem sufocar a nossa confiança e fé em Deus e no cristianismo. Esta edição de Defesa da Fé é um pequeno esboço do que se passou conosco em pouco mais de dois mil anos de história. E nos ajudará a avaliar a nossa atuação hoje. Devemos nos inspirar na história de fé de muitos homens de Deus que por aqui passaram e mantiveram acesa a chama flamejante do Espírito Santo ardendo dentro do peito. Eles viveram e pregaram na contramão da história secular. Falamos de homens que contavam com um profundo conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras, além de reconhecerem seu chamado no Reino de Deus.

Oramos para que, ao compreendermos a nossa trajetória até os dias atuais, possamos projetar melhor o nosso futuro, até que Ele venha! (1 Co 16.22).


Alguns novos e revolucionários conceitos estabelecidos por Jesus


? Os pobres, os perseguidos, os que choram, os que têm “fome e sede” de justiça são bem-aventurados, pois verão a Deus e possuirão o Reino dos céus;

? Deus alegra-se mais por um pecador que se arrepende e volta para sua presença do que por 99 justos que não precisam de arrependimento e sempre foram “bons”;

? Deus dará a seus fiéis uma recompensa, mas para fazer isso não levará em consideração os méritos de cada um, calculados de acordo com a justiça humana;

? Quem é “senhor” deve servir a seus “súditos”;

? Quem quer seguir a Jesus deve ser humilde, disposto a sofrer e a ser perseguido. Não deve buscar os seus próprios interesses;

? Ao que bater em nossa face devemos humildemente oferecer também a outra;

? Devemos amar os nossos inimigos e abençoar àqueles que nos amaldiçoam;

? Devemos fazer o bem aos que nos odeiam e orar por aqueles que nos maltratam e perseguem. Afinal, amar os nossos amigos é fácil;

? Nossas palavras devem ser firmes e verdadeiras. A conversa enganosa ou com segundas intenções tem como “pai” o diabo;

? O casamento é uma instituição sagrada. A infidelidade conjugal é abominável aos olhos de Deus. Não devemos cultivar pensamentos maliciosos;

? Os pacificadores têm como pai o Senhor, que ama a paz;

? Ninguém deve ser juiz de ninguém. Todos somos, igualmente, pecadores e réus de juízo;

A divulgação da descoberta foi feita, em 21 de outubro, pela revista Biblical Archaeology Review (“Sociedade de Arqueologia Bíblica”), com sede nos Estados Unidos. De acordo com os peritos, o ossuário encontrado possui mais ou menos 50cm de comprimento e 28cm de largura e data do ano 63 da Era Cristã. A tradução da inscrição da urna em aramaico “Tiago, filho de José, irmão de Jesus” (Ya’akov bar Yosef akhui diYeshua) é de responsabilidade do especialista em escritas antigas André Lemaire, professor em Sorbonne, na França.

O aramaico era um idioma semítico antigo e foi uma língua amplamente falada no Oriente Médio durante muitos séculos. Lemaire lembra que o Novo Testamento menciona que Jesus tinha um irmão chamado Tiago e o historiador judeu do século I, Flávio Josefo, registrou que Tiago foi executado por apedrejamento por volta de 63 d.C.

No mês passado, dois geólogos do governo israelense estudaram a caixa, inspecionando sua superfície e inscrição com um microscópio. Concluíram, então, que o objeto tem mais de 19 séculos e não apresenta nenhuma evidência de pigmentos modernos, marcas de instrumentos de corte atuais ou outros sinais de falsificação. Lemaire achou a caixa sem querer, em junho passado. O dono é um colecionador de artefatos judeus antigos que prefere permanecer no anonimato.

Segundo especialistas, os nomes citados eram bastante comuns entre os judeus daquele tempo. Mas, por outro lado, a primeira parte da inscrição, “Tiago, filho de José”, corresponde perfeitamente aos costumes do tempo em que as pessoas eram conhecidas pelo nome do pai ou da cidade onde nasciam. A pergunta mais importante que os especialistas estão se fazendo é o porquê de, além de “filho de José”, a inscrição da urna inclui “irmão de Jesus”. E aí poderia estar toda a importância da dita inscrição. Segundo Lemaire, se o autor da frase incluiu na urna que Tiago era filho de José e irmão de Jesus é porque se tratava de um irmão “importante”, popular na época, com algum mérito, que se destacava por algo.

Em verdade, toda a importância de Tiago na primeira comunidade cristã de Jerusalém era pelo fato de ele ser irmão de Jesus, o crucificado. Os apóstolos o tratavam com grande estima e reverência por ser irmão de Jesus e, como podemos ler a seguir, o texto bíblico confirma isso:

“... Não vi nenhum apóstolo, mas somente Tiago, o irmão do Senhor” (Gl 1.18-19).

Mas enquanto todos dirigem a atenção para o caso sob uma perspectiva arqueológica, os bastidores da igreja católica romana preparam-se para argumentar sobre a questão, uma vez que a igreja jamais admitiu que Jesus tivesse irmãos de sangue, contrariando o que pressupõe a “descoberta” e o que narra a Bíblia (Mt 13. 55-56).


Heróis da Fé, CPAD, Orlando Boyer

História dos Hebreus, CPAD, Flávio Josefo

História Eclesiástica, CPAD, Eusébio de Cesaréia

Teologia Bíblica de Missões, CPAD, George W. Petters

Inquisição e instrumentos de tortura da Idade Média, CPAD, Alcides Conejeiro Pires

As Catacumbas de Roma, CPAD, Benjamin Scott

A Era dos Mártires, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Gigantes, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era das Trevas. Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Altos Ideais, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Sonhos Frustados, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Reformadores, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Conquistadores, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Dogmas e das Dúvidas, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

A Era dos Novos Horizontes, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzales

A Era Inconclusa, Edições Vida Nova, Justo L. Gonzáles

O Cristianismo Através dos Séculos, Edições Vida Nova, Earle E. Cairns

Descobertas dos tempos bíblicos, Editora Vida, Allan Millard

Atlas Histórico do Cristianismo, Editora Santuário & Vozes, Andrea Dué & Juan María Laboa,

Atlas da História do Mundo, Folha de São Paulo

O Fogo do Reavivamento, Candeia, Wesley L. Duewel

Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo, Editora Vida, George A. Mather & Larry A. Nichols

História da Teologia Cristã, Editora Vida, Roger Olson

Contras as Heresias, Editora Paulus, Irineu de Lião

Justino de Roma, Editora Paulus, Justino de Roma,

A Doutrina Cristã, Editora Paulus, Santo Agostinho

Padres Apologistas, Editora Paulus

Padres Apostólicos, Editora Paulus

Enciclopédia Barsa. Barsa

Britanic Enciclopedy, INC

A igreja é maior do que você pensa, Missão Horizontes, Patrick Johnstone

João Calvino e George Whitfield, Publicações Evangélicas Selecionadas, D. M. Lloyde Jones

John Knox – O fundador do Puritanismo. Publicações Ev. Selecionadas, D.M. Lloyde Jones


Colaboradores

Hélio de Souza

Márcio de Souza

João Flávio Martinez

Paulo Cristiano Silva

Fernando Augusto Bento

Márcio Falcão

Elvis Brassaroto Aleixo

Natanael Rinaldi

Jamierson de Oliveira

Antonio Fonseca

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