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Defesa da Fé

Edição 66

Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento - Mais uma máscara do ocultismo


Por Natanael Rinaldi e Luiz Antônio Capriello

O Brasil é um lugar onde a religião se manifesta em cada esquina. Templos por todos os lados representam os inúmeros credos espalhados pelo país. A maioria deles pertence a entidades religiosas conhecidas. Outros, porém, a entidades desconhecidas, e chamam a atenção dos mais curiosos. Quem já ouviu falar do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento (CECP)? Quantos seriam capazes de apresentar suas tendências doutrinárias? O que é e o que ensina o CECP?

O ocultismo é a palavra-chave para representar o CECP. Maçonaria, kardecismo e esoterismo são alguns dos fundamentos sob os quais são construídas suas estruturas religiosas.

Esse movimento ocultista está sendo trazido a público, pela primeira vez, pela Defesa da Fé e, sem dúvida, além de informar os leitores sobre mais um grupo religioso, satisfará a curiosidade de todos quantos já viram ou ouviram algo sobre esse movimento, mas de forma superficial.

Neste artigo, faremos uma exposição panorâmica desse grupo, fornecendo informações básicas sobre sua história e ensinamento.


Fundação


O CECP foi fundado em 27 de junho de 1909, por Antônio Olívio Rodrigues, português que chegou ao Brasil em 1890. Tinha apenas instrução primária, mas apreciava, sobremaneira, a leitura de livros ligados ao espiritismo e ao ocultismo. Lia obras de Helena Blavatsky (fundadora da Sociedade Teosófica Americana), Vivekananda, Heindel, entre outros.

Os seguidores do CECP adotam terminologia maçônica, tais como “Augusta Ordem”, “Supremo Conselho”, “Cartas Constitutivas”, etc., e chegam até mesmo a adotar os três pontinhos característicos da identificação maçônica.

Sua sede principal está localizada em São Paulo, com ramificações por outras cidades do Brasil.


Qual é o objetivo do CECP?


Nas palavras do próprio grupo, seus objetivos podem ser vistos por meio de quatro pontos específicos:

• Promover o estudo das forças ocultas da natureza e do homem.

• Promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento de cada filiado.

• Fazer que essas energias convirjam no sentido de assegurar o bem-estar físico e moral dos seus membros.

• Cooperar na realização da harmonia, do amor, da verdade e da justiça entre os homens.


Como esses objetivos podem ser alcançados?


Procurando responder quais seriam os meios que conduziriam a este elevado fim, o CECP diz que “o estudo, os exercícios respiratórios (a prática da ioga), a cogitação, a concentração, a meditação, a contemplação e a unificação podem fazer o membro da entidade atingir a harmonia entre os homens”.

Ressalta, também, que cada membro da entidade “depende, invariavelmente, de seu próprio esforço e das faculdades espirituais que nele residem, sendo considerado morto todo aquele cujas faculdades espirituais ainda não estejam despertadas”.

Paralelamente, o que Jesus denominou de “novo nascimento” como condição única para se ver e entrar no reino de Deus (Jo 3.3,5), o CEPC denomina de “despertamento das faculdades espirituais naturais”. Essa nomenclatura elaborada carrega consigo uma tarefa incapaz de ser efetuada, porque não pode realmente ajudar qualquer ser humano a se regenerar. Contrariando o entendimento do Círculo, Jesus declarou a Nicodemos: “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3.6,7). Mas essa verdade fundamental só pode ser discernida com a ajuda do (e pelo) Espírito de Deus (1Co 2.14).


Religião ou filosofia de vida?


Seguindo a linha adotada por todo o movimento ocultista, que recusa identificar-se como religião, o CECP também apresenta aos seus leitores a idéia de que não se trata de um movimento religioso. Declara: “O Círculo não se põe em conflito com qualquer religião, seita ou credo”. Dessa forma, consegue adeptos de vários grupos religiosos que se unem ao Círculo sem saber que irão adotar idéias religiosas conflitantes com a Bíblia.


Novos adeptos


A aquisição de novos adeptos é feita na semelhança do movimento Rosa-Cruz, que exige segredo sobre os “conhecimentos” que partilha. Em seu pedido de inscrição, os adeptos do CECP assumem um compromisso quando abraçam os seguintes dizeres: “Obrigo-me, sob palavra de honra, a não fazer mau uso dos conhecimentos que adquirir por intermédio do CECP...”.

Como sabemos, os ensinos de Jesus Cristo eram públicos e, depois de ressuscitado, Ele ordenou que seus ensinos fossem propagados por todo o mundo (Mc 16.15,16). Jesus condenou abertamente os ensinos secretos dos seus dias, ao dizer: “Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre se ajuntam, e nada disse em oculto. Para que me perguntas a mim? Pergunta aos que ouviram o que é que lhes ensinei; eis que eles sabem o que eu lhes tenho dito” (Jo 18.20,21).


Por que o CECP atrai?


Além de exercer forte atração, O CECP faz que seus membros levem mais adeptos para a entidade. Diz: “Empregar todos os esforços na propaganda dos ideais do Círculo, procurando angariar o maior número de trabalhadores adeptos, visto que, quanto maior for o número dos trabalhadores, tanto mais poderosa será a sua ação”.

A tática é a difusão de promessas. Saúde, dinheiro e felicidade são alguns dos apelos explorados pelo CECP.

“Quereis possuir a chave da felicidade material e espiritual? Inicia-te no Círculo”.

“Precisais de dinheiro? Imaginai que possuís um cheque com a quantia que desejais ou que tendes as notas necessárias para perfazer a quantia desejada. Sempre deveis formar uma imagem da quantia certa, até que ela pareça estar materializada e possais vê-la diante de vós. Dirigi-vos, então, à Consciência Universal, dizendo: ‘Dai-me esta criação’”.

“Sofreis? O vosso sofrer tem razão de ser? As causas ser-vos-ão reveladas pelos ensinos da nossa Ordem Esotérica”.

Tudo isso pode, supostamente, ser alcançado por meio de um positivismo exacerbado. É uma “técnica” semelhante à do movimento otimista japonês conhecido como Seicho-No-Ie. “A Força Divina se manifesta em mim. Sou positivo, positivo, positivo. Tenho o poder de destruir a doença e a ignorância”.

O homem, afastado de Deus não pode ser feliz (Sl 73.27,28). O sofrimento entrou no mundo pela desobediência de Adão e Eva (Gn 3.19, Lm 3.39, Rm 5.12), e será removido do mundo material, definitivamente, não da forma como apregoa o CECP, mas da forma que está escrito na Bíblia. “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis” (Ap 21.4,5).


Esoterismo


O esoterismo é o estudo ou a prática de artes divinatórias e de fenômenos que parecem não poder ser explicados pelas leis naturais, como, por exemplo, a telepatia, a levitação e às denominadas “ciências ocultas”.

Afirmam os seguidores do Círculo: “Deveis saber, todavia, que o ocultismo ensina que a mente é o supremo poder [...] As principais forças ocultas da Natureza e do homem são a força dos pensamentos, da vibração, da vitalidade, o magnetismo e o hipnotismo”.

Em seus folhetos de propaganda para ganhar novos adeptos, o CECP afirma que “o ser humano é atraído para tudo que é misterioso. Atrai-te o mistério, embriaga-te essa poesia eterna, essa música silenciosa do ocultismo...”.

Tais declarações deixam nítida a semelhança do Círculo com as demais sociedades secretas. O apelo desse grupo esotérico nos lembra as palavras da serpente à mulher no jardim do Éden, quando lhe ofereceu divindade e conhecimentos além daqueles permitidos por Deus (Gn 3.4,5).

Como sabemos, ao invés de adquirir divindade e conhecimentos misteriosos, nossos primeiros pais foram realmente enganados e expulsos do jardim do Éden, envergonhados, por tentarem obter poderes e conhecimentos além dos permitidos por Deus (Gn 3.24).

O livro de Provérbios apresenta o conhecimento, ou a sabedoria, que o homem deve buscar para sua felicidade presente e futura: o “temor do Senhor” (Pv 1.7-9). De fato, Deus nos tem revelado conhecimentos que podemos e devemos buscar. Foi o que aconteceu com o profeta Daniel (Dn 12.4). Por outro lado, existe um conhecimento que pertence exclusivamente a Deus. Qualquer curiosidade nossa, no sentido de obtê-lo esse conhecimento, por meios ocultistas, ultrapassa os limites determinados pelo próprio Deus. A Bíblia é clara a esse respeito. E diz que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém, as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre...” (Dt 29.29).

Ignorar essa premissa nada mais é do que uma rebelião da criatura contra o Criador. Tal atitude é considerada como pecado de feitiçaria (1Sm 15.23). Saul teve uma experiência amarga quando consultou a pitonisa de Endor para saber sobre o seu futuro e o do povo de Israel (1Sm 28.4-8). Seu final foi trágico: o suicídio e a derrota do seu povo na batalha contra os filisteus (1Cr 10.13,14).


Ensinos contrários à Bíblia


O livro Meditações diárias, oferecido aos associados, transmite alguns ensinos que apresentam uma flagrante contradição com as doutrinas bíblicas. Vejamos alguns desses ensinos:


Panteísmo – confundindo a criatura com o Criador

• Sou parte do Grande Todo.

• Sou um centro de Energia Divina.

• Manifesto conscientemente minhas possibilidades divinas

• Sou um com o Supremo Bem Onipresente.


Em busca da salvação por seus próprios méritos

Enquanto a maçonaria afirma que seu objetivo é “erguer templos à virtude e cavar masmorras ao vício”, o Círculo oferece progresso moral e espiritual aos associados por meio de esforços pessoais.

• Sou o arquiteto de meu próprio destino.

• Minha maior ambição é progredir pelo meu próprio esforço.

• Gozo a felicidade permanente de governar a mim mesmo.


Cadeia magnética ou evocação de mortos

Assim como na maçonaria existe uma prática espiritual denominada “Cadeia de União”, por meio da qual os espíritos dos maçons das lojas celestiais são invocados, há também no CECP prática semelhante, a qual denominam de “Cadeia Magnética”. Nessa sessão, que muito se parece com uma sessão espírita, o Círculo evoca os “Mestres Invisíveis”, quando todos os participantes unem seus pensamentos para o funcionamento dessa “Cadeia Magnética”.

Dizem: “Os entes humanos, enquanto ainda encarnados, podem entrar em comunicação com os espíritos do mundo astral, mas é um assunto bastante difícil e geralmente perigoso; porque se um ser astral foi evocado, pode obcecar o evocador, caso este não saiba proteger-se; e quem se serve de médium para as comunicações com o além-túmulo, está sujeito a muita decepção e ilusão”.

Como podemos ver, trata-se apenas de uma troca de nomenclatura. Na realidade, essa prática é comum em vários grupos religiosos, e está relacionada à mediunidade ou à evocação de mortos.


Reencarnação e carma

O CECP também admite a reencarnação e o carma, doutrinas peculiares aos espíritas. E explicam a origem das enfermidades e o modo de curá-las no livro Diálogos iniciáticos, parte final das “Instruções reservadas”, onde está escrito:

“Até as chamadas doenças hereditárias são devidas às condições mentais do sofredor, porque é o estado mental ou a qualidade da mente durante uma encarnação precedente que o levou a esta família particular e o obrigou a receber o corpo doentio ao nascer. Devemos saber se cada um de nós já teve outras vidas, como, depois desta, teremos novas. As condições de nossa vida presente têm íntima relação com a existência passada, e os nossos pensamentos e desejos atuais virão a realizar-se, em grande parte, numa existência futura”.


Negação da existência do céu e do inferno


Seguindo a linha espírita kardecista, o CECP não acredita no céu nem no inferno como lugares finais e definitivos depois da morte. Ensinam que: “Infernos são os mundos atrasados ou inferiores; céus são os mundos elevados. Nestes, há espíritos atrasados que sofrem por causa das suas impurezas. Nenhum ser, porém, é condenado a permanecer eternamente num inferno. Todos os que fazem o bem, elevam-se por seus próprios méritos”.

Obviamente, para que exista progresso depois da morte, até que alguém se torne um espírito puro, não pode haver inferno nem céu na concepção daquele que adota o conceito espírita da reencarnação.

Vejamos, a partir daqui, o que as Escrituras dizem acerca de cada uma dessas asseverações:


O Círculo analisado à luz da Bíblia


Contra o panteísmo

Conforme essa doutrina, Deus não tem personalidade distinta de sua criação. Mas Deus não faz parte da criação, pois a criou e a governa. Deus é transcendente e imanente em relação à sua criação. Transcendente porque é independente e está acima dela. Imanente porque toda a criação depende de Deus para existir e manter-se (Jó 12.10).

O panteísmo nega a imutabilidade divina, já que o Universo faz parte de Deus e está em constante mudança. Nega sua santidade, porque o mal do Universo também faz parte de Deus. Nega a individualidade do homem e a pessoalidade de Deus, já que Deus é tudo em todos. Por outro lado, a Bíblia deixa clara a distinção entre Deus e a criação quando diz que o Senhor Deus dá a todos a vida e a respiração. Nele vivemos, nos movemos e existimos (At 17.25,28). Em Cristo, tudo subsiste (Cl 1.17). E é Cristo quem sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder.

Em suma, “Deus é aquele que está acima de tudo e em tudo, contudo é distinto de tudo” (G.D.B. Pepper).


Contra a auto-salvação

Quão distante dos princípios bíblicos são os ensinos do CECP.

A eficácia do sangue de Cristo para redimir o homem é a mensagem central da Bíblia e a base do perdão dos pecados (Ef 1.7; 1Jo 1.7-9; Ap 1.5). A Bíblia é enfática ao ensinar que “somos salvos pela graça, por meio da fé” (Ef 2.8,9). Deus redime o homem de modo totalmente à parte de seus méritos pessoais, e não em cooperação com os mesmos, porquanto a salvação é adquirida exclusivamente pela fé, independente das obras. Praticamos boas obras não para sermos salvos, mas porque somos salvos em Cristo Jesus, nosso Senhor. As obras são o resultado da salvação, e não o seu agente. O valor das obras está em nos disciplinar para a vida cristã (Hb 12.5-11; 1Co 11.31,32).

Como disse o teólogo Charles Hodge:

“Nada que não seja gratuito é seguro para os pecadores [...] A não ser que sejamos salvos pela graça, não podemos absolutamente ser salvos”.


Contra a evocação de mortos

Sobre tal prática, Deus revelou seu desagrado, dizendo, por meio de seus mensageiros, os profetas, que isso lhe era abominável: “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos” (Dt 18.9-11).


Contra a reencarnação e o carma

A Bíblia declara o seguinte: a morte entrou no mundo pelo pecado e nenhum filho é castigado pelos erros dos pais. “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele” (Ez 18.20, V. tb. Jr 31.29,30).

Jesus, certa vez, foi interrogado por seus discípulos, em relação a um cego de nascença, se esse mal havia sido motivado pelos pecados dos pais daquele homem ou pelos pecados do próprio cego, em vidas anteriores. Ao que Jesus respondeu: “Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9.3).

Não é verdade que o homem já teve vidas anteriores e terá, ainda, outras vidas. A Bíblia declara explicitamente que só existe uma única oportunidade para a salvação, e esta oportunidade está reservada à vida presente: “Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27).


Contra a negação da existência do céu e do inferno

O Senhor Jesus deixou claro que, após a morte, cada ser humano vai para um lugar definitivo, segundo a escolha que fizer aqui na terra ao seguir o caminho estreito ou o caminho largo: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7.13,14).

Jesus, ao expor a narrativa (parábola) do rico e Lázaro, mostrou o outro lado da vida além-túmulo, onde os seres humanos se encontram em uma situação irreversível, seja no céu ou no inferno (Lc 16.19-31).

A Bíblia nunca promete que todos serão salvos, e muito menos por seu próprios esforços, pois existe o castigo eterno. Em Mateus 25.46, Jesus disse: “E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. O adjetivo eterno, que qualifica vida (aionios), é o mesmo adjetivo que qualifica o tormento – tormento eterno (aionios). O céu não é uma realidade que pode ser vista pelos olhos de carne, mas uma realidade manifestada pela revelação divina e recebida pela fé. No caso dos adeptos do Círculo, se não se convertam desse caminho, o inferno será uma realidade percebida tarde demais!

Oramos para que estas informações panorâmicas sobre o Círculo possam servir como um alerta para todos aqueles que seguem o ocultismo. Como cristãos e arautos da verdade, devemos divulgar esta verdade a todos, a tempo e fora de tempo, sem medo e sem fazer acepção de pessoas. Somente assim iremos alcançar o resultado positivo que a Bíblia nos orienta:

“E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento; e salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo...” (Jd 1.22,23).

“Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade” (2Tm 2.25).


Referências bibliográficas:

1 Instruções do filiado. Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, p. 354.

2 Ibid., p. 223, 357.

3 Ibid., p.198.

4 Ibid., p. 423.

5 Diálogos iniciáticos, parte final das Instruções reservadas. Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, p. 424.

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