Defesa da Fé

Edição 79

Quem disse que Darwin é unanimidade?


Cientistas doutorados proclamam suas dúvidas acerca

da Teoria de Darwin


Traduzido e adaptado por Julio Severo

Mais de quinhentos cientistas doutorados assinaram uma declaração que

expressa publicamente seu ceticismo a respeito da teoria contemporânea

da evolução darwiniana.

A declaração diz: “Somos céticos das afirmações defendendo a

capacidade da mutação casual e seleção natural para explicar a complexidade da vida.

Deve-se incentivar um exame cuidadoso da evidência em prol da teoria darwi-niana”.

A lista dos 514 signatários inclui cientistas membros da Academia Nacional de Ciências

da Rússia e dos EUA. Os signatários incluem 154 biólogos, a maior disciplina científica

representada na lista, bem como 76 químicos e 63 físicos. Todos eles têm doutorado

em ciências biológicas, física, química, matemática, medicina, ciência da computação

e disciplinas relacionadas. Muitos são professores ou pesquisadores em importantes

universidades e instituições de pesquisas, tais como: o MIT; o Instituto Smithsoniano; a

Universidade de Cambridge; a Universidade da Califórnia, em Los Angeles; a Universidade

da Califórnia, em Berkeley; a Universi-dade de Princeton; a Universidade da Pensilvânia;

a Universidade Estadual de Ohio; a Universidade da Geórgia; e a Universidade de

Washington.

O Instituto Discovery publicou, pela primeira vez, sua lista de “Dissidência Científica”

contra o darwinismo em 2001 para desafiar falsas declarações sobre a evolução darwiniana

feitas na promoção da série Evolution, transmitida pelo canal PBS. Na época, a série

afirmava que “virtualmente todos os cientistas do mundo crêem que a teoria é verdadeira”.

“Os darwinistas continuam afirmando que nenhum cientista sério duvida da teoria.

Contudo, aqui estão mais de quinhentos cientistas dispostos a tornar público seu ceticismo

acerca da teoria”, disse o dr. John G. West, diretor associado do Centro de Ciência &

Cultura do Instituto Discovery. “Os esforços dos darwinistas para usar os tribunais, os

meios de comunicação e os comitês acadêmicos para suprimir a dissidência e reprimir o

debate estão, na verdade, inflamando mais dissidência e inspirando mais cientistas a pedir

sua inclusão na lista”.

De acordo com o dr. West, foi o crescimento rápido no número de dissidentes científicos

que incen-tivou o Instituto a lançar um site — http://www.dissentfromdarwin.org — para

dar à lista um lugar permanente. O site é a resposta do Instituto à demanda de informações

e acesso à lista por parte do público e de cientistas que querem que seus nomes sejam

acrescentados à relação.

“A teoria da evolução de Darwin é o grande elefante branco do pensamento

contemporâneo”, disse o dr. David Berlinski, um dos signatários originais, que é matemático

e filósofo científico no Centro de Ciência & Cultura do Instituto Discovery. “A teoria de

Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa”.

Outros signatários proeminentes incluem o dr. Philip Skell, membro da Academia

Nacional de Ciências dos EUA; o dr. Lyle Jensen, membro da Associação Americana para

o Avanço da Ciência; o dr. Stanley Salthe, biólogo evolucionário e autor de livros escolares;

o dr. Richard von Sternberg, biólogo evolucionário do Instituto Smithsoniano e pesquisador

do Centro Nacional de Informações de Biotecnologia dos Institutos Nacionais de Saúde

dos EUA; o dr. Giuseppe Sermonti, editor da Rivista di Biologia , o mais antigo periódico

do mundo sobre biologia ainda em circulação; e o dr. Lev Beloussov, embriologista da

Academia de Ciências Naturais da Rússia.

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