Defesa da Fé


Imperfeita liberdade - Um exame do movimento religioso Perfect Liberty


Por Paulo Cristiano, do CACP

Colaboração de Marialda F., de Santa Bárbara, que foi peelista durante 20 anos


Mishirassê, hoshô, mioshiê, makoto.


Já ouviu falar de semelhantes terminologias? Cremos que não. São vocábulos japoneses que, para nós, não possuem nenhum significado especial, mas para certo grupo religioso sim, são o divisor de águas entre o caos e a harmonia, a morte e a salvação, a bênção e a maldição. Estamos falando do movimento religioso japonês conhecido como Perfect Liberty, que traduzido é “Perfeita Liberdade”. Suas iniciais formam a sigla da Instituição: PL.


Panorama histórico da PL


A instituição religiosa Perfect Liberty foi fundada em 29 de setembro de 1946, na cidade de Tossu, no Japão. Nasceu com base na religião Mitakekyo-Tokumitsu Daikyokai, fundada em 1912 sob os ensinamentos de Tokumitsu Kanada, ex-monge budista da seita Shingon. Kanada nasceu em 1863, na cidade de Yao, Osaka, e disse ter recebido a iluminação de “uma verdade” para fundar sua seita.

Tokuharu Miki, o primeiro kyosso (“fundador”) da PL, largou o zen-budismo para se tornar discípulo de Kanada. Com a morte de Kanada, Miki, que já era seu sucessor, em obediência ao testamento deixado pelo mestre, plantou uma árvore no local de seu falecimento, zelando-a como “morada de Deus” e orando perante ela todos os dias. Após cinco anos, diz ter recebido uma iluminação, por meio da qual recebeu mais três preceitos que, somados aos outros dezoito que lhe foram transmitidos pelo próprio Kanada, perfizeram os 21 preceitos sagrados da PL.

Em 1925, estabelece-se o templo Hito-No-Michi (“Caminho do homem”). Após uma perseguição religiosa no Japão, a instituição foi fechada e seus dirigentes, presos, sob a acusação de lesa majestade. Em 9 de outubro de 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, foram todos libertados. No ano seguinte, mais precisamente no dia 29 de setembro, Toruchira Miki, filho de Tokuharu Miki e segundo patriarca da seita, substituiu o nome do grupo para Instituição Religiosa Perfect Liberty. A escolha do nome, sem dúvida, foi um reflexo desse acontecimento.

A Sede Eterna da PL, ou Terra Sagrada, como costumam denominar, encontra-se, atualmente, em Tondabayashi, próximo a Osaka, no Japão. Segundo afirmam, possuem milhões de adeptos em todo o mundo. Os verdadeiros seguidores precisam participar de uma caravana religiosa pelo menos uma vez na vida até a Sede Eterna, em comemoração da memória do primeiro patriarca.

No Brasil, a PL teve início em 16 de fevereiro de 1958, com a chegada, em 24 de março de 1957, do assistente de mestre Ryozo Azuma, e se espalhou, principalmente, entre as colônias japonesas. Somente aqui, a PL possui mais de trezentos mil adeptos distribuídos em duzentas sedes, sendo que, desses, 95% são de procedência não japonesa.


O perfil peelista


À primeira vista, a PL não apresenta nada demais, dando a impressão de que seus ensinamentos são apenas mais uma filosofia de vida, pois só falam de coisas boas e positivas. Tanto é que, em alguns lugares, foi considerada uma instituição de utilidade pública. Esse é um aspecto positivo que merece o nosso louvor.

Contudo, a verdadeira questão se encontra em outro patamar. Quando nos aprofundamos num exame mais detalhado, percebemos que a PL reivindica ser muito mais que uma simples religião ou filosofia. Como as demais seitas japonesas, acredita que cada religião teve “uma verdade”, ou “iluminação”, para a sua época. Mas agora, na época atual, Deus enviou a PL para salvar a humanidade. É uma religião relativista de auto-salvação e com forte influência do budismo e do xintoísmo.

O movimento se diz ecumênico. Seu atual líder é o conselheiro honorário da Liga das Novas Religiões do Japão e presidente honorário da Federação das Religiões Japonesas. Mas, apesar desse perfil ecumênico, acreditam, paradoxalmente, que só a PL possui o caminho para a verdadeira salvação: “Excluindo o ensinamento da PL, nenhum outro é capaz disso [...] A não ser o ensinamento peelista, não existe nenhum outro que possa fazer com precisão essa orientação individual”. As demais religiões foram ultrapassadas: “Ao observar as religiões tradicionais, sob vários aspectos, não posso concordar com absolutamente nada”.

Continuando, a PL baseia toda a sua crença em 21 preceitos. Seu lema é viver na “perfeita liberdade”, isto é, sem reprimendas de sentimentos ou expressão. Um dos objetivos do grupo é levar as pessoas ao caminho da felicidade mediante os ensinamentos dos fundadores e pela expressão do próprio “eu”, preparando-as, assim, para a paz mundial, objetivo primordial da seita.

Acreditam que tudo o que acontece na vida é obra divina, um desígnio de Deus, seja bom ou mau. Não se deve questionar, mas aceitar passivamente e, em seguida, criar uma solução “artística” em meio aos erros e dificuldades diários. Essa é a essência do primeiro preceito: “vida é arte”.

Afirmam, ainda, que as doenças e desventuras da vida surgem devido aos maus hábitos espirituais que cultivamos, tais como preguiça, raiva, egoísmo, preocupação, pois alegam que tudo na vida é reflexo de algo, “tudo é espelho”. Para atender a este mishirassê (“aviso divino”), precisamos acumular virtudes e corrigir tais vícios espirituais. Para isso, é preciso fazer missassaguê (“autodedicação”), que nada mais é do que a imposição de várias regras aos adeptos, desde doar dinheiro à instituição até limpar banheiros, arrumar o jardim do templo, etc. E tudo deve ser feito sempre com oyashikiri (“preces”).

A PL possui várias literaturas, mas seu principal livro se chama Instruções para a vida religiosa. São 21 instruções que falam de gratidão, espírito de reclamação, teimosia, preocupação, cobiça, sabedoria para utilizar os cinco sentidos, ensinos sobre como não magoar os outros, etc. Enfim, fala de coisas óbvias, já citadas pela Bíblia há milhares de anos.


A organização


A PL possui vários departamentos internos, como, por exemplo, os de senhoras, juventude, divulgação, entre outros. A divisão administrativa compreende as regiões às quais englobam distritos. Os distritos coordenam os templos, as sedes e os locais de expansão. Cada um desses setores é dirigido por um mestre regional ou distrital, ou mestre chefe de igreja.

O grupo obedece a uma hierarquia definida. No topo do comando, está o patriarca, que, além de ser o responsável pela instituição, é instrutor e líder máximo da seita. Depois, vêm os mestres e assistentes de mestres. Enquanto os primeiros se dedicam integralmente às atividades da instituição, os últimos, normalmente, permanecem em suas atividades profissionais normais.


O patriarca


É chamado de Oshieoyá-Samá (“Pai dos ensinamentos”). Nesta geração, os adeptos dizem que o patriarca está sendo representado por Takahito Miki, o terceiro fundador. Apesar de declararem que Takahito ocupa a posição de “um ser humano e não de Deus”, acreditam que ele está num estado que chamam de “estado uno a Deus”, considerado o único intermediador entre Deus e os homens.

A bem da verdade, na prática ele se transforma num semideus dentro do movimento, sendo considero, pelos adeptos, o centro da fé de todos eles. Quem entra numa sede da PL pode verificar facilmente que, na parede acima do altar, fica o Omitamá (altar sagrado), e, à direita, um retrato do patriarca, a quem os devotos prestam agradecimentos pelas graças alcançadas. O tratamento que dão ao patriarca ultrapassa a simples reverência dada a um líder. E isso fica muito claro pelos títulos que lhes são atribuídos: “Fonte da verdade”, “Centro da fé”, “Fundamento da PL”, “Digno de veneração”, “Alicerce espiritual”, “Salvador”, “Mediador”, “Aquele que se sacrifica pela humanidade”, etc. Pela semelhança aparente que esse último título possui com o do Messias (Is 53), nos deteremos em sua exposição.


Aquele que se sacrifica pela humanidade?


Um dos ensinamentos do grupo é que “Oshieoyá-Samá ora a Deus, suplicando a salvação de toda a humanidade, sacrificando-se misericordiosamente. Os atos sagrados, tais como: Mioshiê [‘orientação’], Oyashikiri [‘graça’] e Omigawari [‘intercessão’], concretizam-se mediante o sacrifício do corpo e da alma de Oshieoyá-Samá e mediante a virtude dos espíritos dos antecessores da PL. Portanto, por esses atos, nós, adeptos, aliviamo-nos dos sofrimentos, porque Oshieoyá-Samá se responsabiliza-se perante Deus por esses nossos sofrimentos”.

E explicam: “O motivo que faz que Omigawari seja atendido por Deus é porque o Oshieoyá-Samá arca com a responsabilidade perante Deus, durante o dia e a noite, sacrificando o seu corpo”.

Segundo a literatura peelista, “diariamente, no mundo inteiro, muitas pessoas estão sendo salvas por meio do Oyashíkiri e do Omigawari. Essas preces surgem no corpo de Oshieoyá-Samá como sofrimentos e vão-se acumulando gradativamente. Em uma cerimônia de agradecimento, Oshieoyá-Samá restitui todos os sofrimentos acumulados no seu corpo e faz o Shikiri [bênção] para poder retornar ao estado original de pureza física. Nesse momento, Oshieoyá-Samá agradece a Deus por ter podido substituir os adeptos em seus sofrimentos e transmitir os ensinamentos e, ao mesmo tempo, devolve a Deus todos esses sofrimentos físicos acumulados durante o mês e renova o Shikiri, no sentido de poder receber novamente os sofrimentos dos adeptos por mais um mês. Isso é o ato sagrado de receber a obra divina de Oshieoyá-Samá”.

Como observamos, Takahito Miki furta títulos e funções que só pertencem a Jesus Cristo.

Jesus é o nosso único salvador (At 4.12).

Jesus sofreu por nossos pecados e enfermidades (Is 53.4).

Jesus é o único que pode transmitir a vontade de Deus e perdoar pecados (Mt 9.6; Hb 1.1).

Jesus é o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6).

Jesus Cristo deu provas de tudo isso.

Quanto ao patriarca da PL, já não podemos dizer o mesmo.


Idolatria, superstições e crendices


A PL não poupa esforços em atacar aquilo que considera superstições das outras religiões. Contudo, se existe uma religião cheia de crendices e superstições, esta, com certeza, é a PL.

Ao ingressar na seita, o adepto recebe um pacote de amuletos de vários modelos, altares, rezas e juramentos que precisam ter e praticar para adquirir proteção, tanto física como espiritual.

Somente para citarmos dois exemplos, vejamos como é flagrante o caráter fetichista da PL:

“O amuleto é exclusivamente individual, e o Shikiri [bênção] foi inserido de modo a proteger somente a quem o solicitou. Não terá valor para outra pessoa. E como é utilizável apenas para aquela pessoa, em caso de falecimento, deverá ser purificado mediante a incineração. Entretanto, se o adepto desejar, poderá solicitar reinserimento para algum parente próximo [...] Não se deve esquecer disso, principalmente em se tratando de ‘amuleto anelar’”.

Além desse “amuleto anular”, há o “tesouro da sorte”, outro amuleto distribuído no início do ano, dentro do qual há a seguinte oração: “Que o portador deste Tesouro da Sorte seja agraciado com a providencia divina do decorrer do ano”. Tal amuleto deve ser guardado na carteira do adepto.

Ainda sobre crendices, a PL possui um altar para as rezas chamado Omitamá. Os adeptos acreditam que, por intermédio desse altar, seus desejos e pedidos são ouvidos por Deus, que lhes abrirá o caminho da felicidade. Assim que ingresso no grupo, o seguidor da PL cultua um Omitamá, chamado Aramitama, dando início, dessa forma, à sua vida religiosa. Tal como os demais, esse altar também é sagrado. Existem cerimônias especiais para entronizá-lo (no lar, na loja ou na empresa) ou transferi-lo, em caso de mudanças. Para os peelistas, esse altar é a verdadeira imagem de Deus. Há vários tipos deles. Vejamos:

O Omitamá oficial que, uma vez introduzido, não pode ser trocado, a não ser em caso de mudanças. Por causa desse inconveniente, inventaram o Omitamá portátil, que pode ser transportado dentro do lar.

Os Omitamás A, B e C, considerados especiais. O tipo B só pode ser concedido depois que o kyoto (adepto que cultua o omitamá) já possui o tipo A. Sendo um pouco menor que o do tipo A, o tipo B é destinado a aberturas de filiais de empresas. O tipo C, por sua vez, é para carros, motocicletas, helicópteros, barcos. O seu objetivo é garantir a segurança do veículo.

Diante de tanto fetiche, perguntamos: “A PL é uma seita supersticiosa ou não?”.

Que o leitor tire as suas próprias conclusões.


Teologia inconsistente


O grupo não possui uma teologia definida. Seus ensinamentos são vagos e ambíguos. A seguir, exporemos alguns conceitos doutrinários vistos pela ótica peelista:


Sobre a vida após a morte

Apesar de acreditarem na existência dos espíritos, os adeptos da PL não possuem uma definição exata sobre a vida após a morte. Dizem: “As religiões tradicionais, que se proclamam como sendo as verdadeiras, asseguram a existência da vida post-mortem. Eu, porém, acho essa questão um tanto duvidosa”.

Trata-se de uma religião de auto-salvação, em que cada um se redime por meio de seus próprios esforços com a ajuda de seu fundador. Sua soteriologia é hedonista. Crêem que a pessoa, quando morrer, retorna ao além. Não há inferno ou punição, todos são salvos, não sendo levado em conta o que tenham feito aqui na terra, pois pressupõem que todos são filhos de Deus. Por isso, para eles, a salvação implica em ter uma vida livre de sofrimentos, mesmo quando falam em salvação “espiritual”.

É lógico que esse tipo de salvação é de origem humana. Nenhum ensinamento, prece ou obras poderá garantir a salvação da humanidade. Ressaltando que o homem possui uma alma que pode se perder eternamente, a Bíblia afirma que Jesus é o nosso único salvador (At 4.12). Somente Jesus foi o escolhido para nos salvar dos nossos pecados (Mt 1.21). Se alguém se coloca nessa posição, faz de si mesmo um anticristo. Somente alguém puro e sem pecados poderia tomar o lugar dos culpados (1Pe 3.18). Nenhum homem, por mais sábio ou abnegado que seja, poderá fazer isso, pois todos são pecadores e carecem igualmente da salvação oferecida por Jesus, e o patriarca da PL não é exceção (Rm 3.23).

A Bíblia Sagrada nos dá uma perspectiva muito mais clara da vida no além (Lc 16.19-31) e, para aqueles que seguem a Jesus, bastante positiva (Lc 23.43). Por outro lado, os adeptos da PL, que confiam em seu patriarca, não possuem nenhuma segurança após a morte, pois sua religião é imediatista, é para o aqui e o agora, regida pelo “bebamos e comamos que amanhã morreremos”. Quão diferente é a promessa de Jesus! Além de prover salvação em todos os sentidos nesta vida, promete uma nova vida junto a Cristo no céu (Jo 14.1).


Sobre Deus

A doutrina de Deus na PL, ora panteísta, ora deísta, é ambígua. Todavia, em algumas declarações expostas em sua literatura, o panteísmo da doutrina que prega fica totalmente descoberto: “Compreendemos que Deus é a ‘Fonte’, a ‘Força’ que rege o Universo [...] Vivemos, pois, como parte desse Universo e, portanto, como parte de Deus...”. “Na PL, ouvimos dizer que ‘Deus é tudo’. A sociedade, os fenômenos naturais do planeta, além de todo o mundo espacial juntos, denominamos de Deus”.

Seja qual for o deus adorado na PL, uma coisa é certa: ele não se preocupa com o ser humano, porque, seguindo a ótica deísta, afirmam: “Deus em si mesmo é completamente frio [...] Alheio às emoções humanas, Ele tão-só existe silenciosa e profundamente por toda a eternidade”.

O deus da PL se funde com a própria criação, por isso é um deus frio. Então, perguntamos: “Qual é a vantagem em seguir um deus assim?”. Muito embora saibamos que o verdadeiro Deus é transcendente à sua criação, também sabemos que isso não implica, de modo algum, que Ele esteja longe de nós, como afirma o deísmo. Segundo a Bíblia, o Deus verdadeiro se compadece de seu povo (Êx 3.7), e está presente em todos os momentos de nossa vida (Mt 28.20). Embora essa imanência seja tão forte, a ponto de o Senhor Deus vir morar dentro de nós (Jo 14.23), o Deus verdadeiro está fora da criação, não se confundindo com ela. Só Jesus veio nos revelar o verdadeiro Deus (Jo 17.3).


Sobre culto aos mortos

Esse culto é muito importante para a felicidade do adepto, que acredita que, ao morrer, os antepassados podem deixar para seus descendentes uma herança de desvirtudes que, como um tipo de maldição hereditária, alcançam os membros da família, só sendo tiradas quando se presta culto aos mortos, agradecendo e pedindo perdão. Por isso, ao acordar e ao deitar, o peelista precisa fazer uma prece contida no seu livro de oração, cuja recitação começa com as seguintes palavras: “Perante Mioyaookami [Deus] e os espíritos dos ancestrais de todas as gerações da família...”.

Existem até cultos oficiais para várias ocasiões. Aos antepassados, para lhes agradecer, lembrando o que fizeram, podendo até conversar com eles. Para tomar a decisão de seguir o caminho correto. Para acumular virtudes. E para pedir a proteção dos mortos em todas as nossas necessidades, aflições e/ou objetivos.

Isso já é muito. Mas eles vão além. No momento do culto, acreditam que podem transportar a alma da pessoa falecida para dentro do Omitamá. Quando do falecimento de algum membro da família, deve, principalmente, ser realizada a “cerimônia de transladação” da alma do extinto. O ritual serve para transladar o espírito da pessoa que faleceu para o Omitamá de kyoto, e deve ser efetuado dentro de 24 horas após a morte) Em outras palavras, podemos dizer que se trata de uma nova roupagem para o animismo.

Esses são os absurdos de uma religião que promete a liberdade ao ser humano, mas está presa ao pecado da superstição, da feitiçaria e da idolatria. A Bíblia condena esse tipo de atitude para com os mortos, e por diversas razões. Primeiro, porque os mortos não podem voltar ao mundo dos vivos (Lc 16.26) e não sabem nada que se passa por aqui (Ec 9.5). Segundo, porque invocar espíritos de mortos é feitiçaria, e isso é condenado pela Bíblia (Dt 18.11; Is 8.19,20).


A verdadeira liberdade com que Cristo nos libertou


Depois desta breve análise, podemos dizer, sem medo de errar, que a PL não tem capacidade de cumprir o que promete, ou, como diz Pedro, “prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção” (2Pe 2.19).

Creio que este rápido confronto entre as doutrinas peelistas e os ensinamentos cristãos foi suficiente para provar a superioridade dos ensinamentos de Jesus, os quais continuam atuais, pois suas palavras são “espírito e vida”, portanto, não morrem nem ficam obsoletos (Jo 6.63). Reafirmamos o seguinte: a doutrina de Cristo é a única capaz de levar o homem à verdadeira felicidade e salvação, livre de erros, superstições, crendices e idolatrias, tão presentes na PL.

É por isso que conclamamos, com amor, a todos os peelistas: abandonem essa religião enquanto é tempo e encontrem a perfeita liberdade em Cristo Jesus, porque “para a liberdade Cristo nos libertou” e “onde está o Espírito do Senhor aí há verdadeira liberdade” (2Co 3.17; Gl 5.1, respectivamente).


Notas de referência:

1 Instruções para a vida religiosa PL, p.186.

2 Boletim assistente de mestre, nº 8, 1983.

3 Boletim Assistente de mestre: ensinamentos gerais, p.6.

4 Manual de assistente de mestre, p.27-8.

5 Manual de assistente de mestre: ensinamentos gerais, sem página.

6 Boletim Assistente de mestre, nº 8, 1983.

7 Folheto: Vida é arte – em busca da paz.

8 Boletim Assistente, nº 30, março/abril, 1998, p.5.

9 Boletim Assistente de mestre, nº 10, 1983.

10 Livrete de orações da PL – prece da manhã – individual.

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