Defesa da Fé


Quem escreveu o Pentateuco?


Uma análise das evidências internas e externas


Por Danilo Moraes

Pesquisador de religiões e mestre em teologia pela FTBSP – Faculdade Teológica Batista de São Paulo


A autoria do Pentateuco seria mosaica ou um mosaico?

Trocadilhos à parte, o assunto é de importância ímpar na análise do Pentateuco e de todo o Antigo Testamento. Qualquer uma das opções — autoria mosaica ou um mosaico — acarreta uma série de controvérsias e opiniões entre eruditos cristãos e não-cristãos. Alguns estudiosos atribuem que somente o decálogo é de autoria de Moisés. Outros inserem o código da Aliança. E mais: a ausência do nome do autor harmoniza-se com a prática do Antigo Testamento, em particular, e com as obras literárias antigas em geral. No antigo Oriente Médio, o “autor” era basicamente um preservador do passado, limitando-se ao uso de material e metodologia tradicionais.

A autoria do Pentateuco vem sendo colocada, por parte de alguns críticos, como não sendo de Moisés, sob a alegação de que, quando as Escrituras se referem a Moisés como autor, apenas lhe atribui uma figura de protótipo de legislador. Por outro lado, a religião judaica sempre considerou o Pentateuco como obra de Moisés, da mesma forma, as tradições pagãs e, também, o cristianismo primitivo e posterior.

Postulando a autoria mosaica, temos: “Tácito, Juvenal, Estrabão e, também, Longino, Porfírio e o imperador Juliano. Maomé igualmente reconhece explicitamente a inspiração de Moisés e a origem da lei judaica” (Green, 1953, p. 8).

Orígenes, em Contra Celsum, já fazia alusão sobre a negação da autoria mosaica do Pentateuco. Da mesma forma, João Damasceno, em De Haerese XIX, e Epifânio, em AdversusHaereses XXXIII, faziam alusão a gnósticos que punham em dúvida a autoria mosaica.

Enquanto a autoria mosaica do Pentateuco garante o seu valor, uma teoria sobre sua origem pós-exílica retira sua credibilidade histórica e, também, seu alcance teológico e espiritual. Adeptos da Hipótese Documentária, calçados com pressupostos movidos pela razão pura, e também os liberais e os neo-ortodoxos, negam a autoria mosaica do Pentateuco.

É fato que a pessoa de Moisés sempre esteve ligada à lei, mas, hoje, nenhum estudioso sério alegaria que Moisés escreveu o Pentateuco tal como o temos na atualidade, em toda a sua extensão. No presente momento, mesmo entre os conservadores, entende-se que existe certa quantidade de material pós-mosaico. A questão não está na “quantidade” (Moisés escreveu a maior parte do Pentateuco), mas na “qualidade” (Moisés escreveu o essencial). E, depois de Moisés, o processo literário teve continuidade e foi se desenvolvendo segundo o seu espírito e autoridade. Mesmo entre alguns conservadores, admite-se “que Moisés é autor de parte, boa parte ou da maior parte do texto”. Encontram-se nesse grupo de escritores eruditos protestantes conservadores, como, por exemplo, P. C. Craigie, R. K. Harrison, K. A. Kitchen, M. Kline, G. T. Manley, S. J. Schultz e J. A. Thompson” (Hamilton, 2006, p. 424).

Mas, o que ninguém pode negar é que não faltavam a Moisés qualificações para escrever o Pentateuco. Possuía uma educação de que poucos de sua época dispunham (At 7.22) e, em meio à “sabedoria dos egípcios”, dificilmente estaria de fora, ou seja, deixaria de se dedicar à arte de escrever. Moisés tinha à sua disposição a tradição herdada de seus antepassados, possuía um conhecimento geográfico e climático típico de alguém que viveu no contexto dos eventos narrados. Não faltou a Moisés motivação para escrever o Pentateuco, pois ele sabia do seu papel diante da nação de Israel e era consciente do seu chamado.


Evidências bíblicas da autoria mosaica


Muitos textos bíblicos atribuem a autoria do Pentateuco a Moisés (Êx 17.14; 24.4; 34.27; Dt 31.9; 31.19; Js 1.7,8; Jz 3.4; Ed 6.18; Dn 9.11 e Ml 4.4).

Geralmente, quando esses textos são apresentados para sustentar a autoria mosaica do Pentateuco, os críticos logo argumentam que eles apenas demonstram que Moisés os escreveu especificamente, mas não todo o Pentateuco. Quando não, dizem que é “obra” de algum redator ou copista. Mas, ao lançarem mão de textos, tais como: Gêneses 12.6; 14.14; 36.31; Deuteronômio 1.1; 34.5-12; Êxodo 11.3; Números 12.3, entre outros, para justificar suas conclusões de que Moisés não é o autor do Pentateuco, não aplicam o mesmo critério, pois, caso contrário, teriam de admitir que essas passagens não passam de interpolações explicativas de uma época posterior, quando muito.

Segundo os críticos, a expressão “disse o Senhor a Moisés” é apenas um recurso literário, cuja intenção é revestir a declaração de maior importância.

Jesus citou o Pentateuco como sendo de Moisés (Mc 7.10; Lc 20.37; Jo 5.45-47). Muitos outros textos do Novo Testamento corroboram com a autoria de Moisés (Mt 8.4; 19.7; Lc 24.44; Jo 1.45; 8.5; 9.29; At 3.22; 6.14; 13.39; 15.1,21; 26.22; 28.23; 1Co 9.9; 2Co 3.15; Hb 9.19; Ap 15.3). De fato, o Pentateuco em si não declara explicitamente que Moisés escreveu “todo” o Pentateuco, mas é inegável que ele tenha sido o receptor da revelação e testemunha dos feitos de Deus. Diante destes textos, seria possível alegar que Moisés não teria escrito o Pentateuco? Será que Cristo e os apóstolos estavam equivocados?

Segundo Brueggemann, quando Jesus se referia ao Pentateuco como “Livros de Moisés”, apenas estava dando uma “autoridade teológica” ou “legitimidade teológica” ao Pentateuco e não um parecer literário. Em suas justificativas aos textos em que Jesus atribui a autoria do Pentateuco a Moisés, os críticos alegam que o que Jesus fez foi apenas se acomodar ao pensamento dos judeus de sua época. Segundo os críticos, a missão de Jesus era espiritual e não literária. Mas, se isso é verdade, por que Jesus, então, freqüentemente contrariava os pensamentos e desejos dos seus ouvintes (sobre Deus, justiça, Messias, tradição, sábado, samaritanos, mulheres, entre outros temas)? Será que Jesus não tinha autoridade para esclarecer seus ouvintes acerca da autoria do Pentateuco? Se o pensamento da época sobre a interpretação do Pentateuco estivesse errado, cujos textos foram utilizados pelo próprio Cristo para embasar grande parte de seus ensinamentos, será que Jesus aceitaria a tradição dos judeus acerca da autoria do Pentateuco e não lhes esclareceria que, na verdade, a lei foi escrita depois do exílio e, sendo assim, a maioria dos acontecimentos ali narrados não aconteceu?

Quando os críticos, com base na doutrina da kenosis , alegam que Jesus não podia saber além das tradições a Ele ensinadas, demonstram grande debilidade em seus conhecimentos a respeito da encarnação, pois, nela, Jesus continuou a existir na forma de Deus, mesmo quando existia em forma de homem (Fp 2.6-11). Mesmo que se admita que Jesus andou e viveu no mundo como homem, é inegável que tudo o que Ele fez foi por intermédio do Pai e para o Pai. Logo, suas palavras eram sancionadas por Deus e, em Deus, não há mentira. Jesus é o mestre da verdade. Atribuir a Jesus um erro, mesmo que seja em questões literárias, é ir além do que as Escrituras nos mostram.

Não resta dúvida de que Jesus considerou o Pentateuco como obra de Moisés. Por que quando Jesus fala acerca de coisas espirituais aceitamos como verdade e quando fala de questões literárias não? “Que desgraça quando o nosso conhecimento entra em disputa com aquele que é Profeta, Sacerdote e Rei e por cujo Espírito falam os profetas e os apóstolos!”. Os críticos, embasados nas descobertas dos séculos 19 e 20, “fizeram com que Jesus parecesse alguém desinformado, um filho de sua era, todas as vezes em que se punha a citar fontes históricas”.

Com certeza, Jesus e os apóstolos não eram mestres de crítica literária, mas doutores da verdade. Jesus veio para dar testemunho da verdade (Jo 18.37) e não para enganar seu povo. Não resta dúvida de que Jesus considerava o Antigo Testamento divino, quando dizia: “Não lestes?”; “Está escrito”; “Pesquisai as Escrituras”. Jesus testificou a autoridade do Antigo Testamento. “Ele põe seu selo de autoridade, tanto em relação à historicidade quanto à revelação de Deus. Ele o complementa. Jamais o suplanta. Ele o amplifica e modifica. Jamais o anula. Ele cumpre. Jamais o invalida”. Jesus disse: “Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito” (Jo 5.46).


Evidências extrabíblicas da autoria mosaica


Será que Moisés teria condições de escrever o Pentateuco?

Obviamente que sim!

Tanto é que ele é reconhecido como um homem erudito na antiguidade bíblica. Em seus dias, o Egito era a maior civilização do mundo, tanto em domínio como em construções e conhecimento. E Moisés teve a oportunidade de ter sido educado na corte real egípcia, recebendo a instrução de disciplinas acadêmicas que, no Egito de então, já eram extremamente desenvolvidas. Entre as disciplinas, a arte da escrita que, há muito tempo, era empregada pelos egípcios, inclusive entre os próprios escravos.

“Moisés foi educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras” (At 7.22). Com isso, Moisés teve um conhecimento bicultural, isto é, como egípcio e como israelita.

Quanto aos fatos anteriores à sua própria vida, Moisés os herdou de seus antepassados por meio da “tradição oral”, que era transmitida de família para família. A tradição oral prevaleceu durante muito tempo como meio de transmissão de informações para a humanidade que, para abandoná-la, teve de superar algumas dificuldades, tais como: o alto custo da escrita, a tendência natural de conservar e transmitir histórias do seu povo e, também, o fato de alguns gêneros literários se adaptarem melhor à forma narrativa do que à forma escrita. O processo de escrita do Antigo Testamento foi precedido por um período profundo de amadurecimento das tradições orais.

Hoje, já se admite que as tradições orais e as versões escritas existiram lado a lado no Antigo Oriente. Transmitida no próprio contexto local, a tradição oral era diferente da tradição escrita, uma espécie de documento oficial. Alguns fatores foram decisivos para o início da escrita entre o povo de Israel. E destaca-se, entre eles, a mudança do estilo de vida nômade para um estilo sedentário, o que favoreceu o processo de escrita.

Em seu estágio inicial, a escrita se desenvolveu da forma de “pictograma” para o “ideograma”, passando a expressar palavras. No Egito, a arte da escrita era largamente difundida. E Moisés, tendo sido educado “em toda a sabedoria dos egípcios”, certamente sabia escrever e, possivelmente, conhecia a religião egípcia. É de se admirar que, no Egito, até mesmo os cabos dos espelhos e das escovas de dente e, também, as paredes dos prédios públicos eram adornados com inscrições.

Todavia, a arte de escrever já era praticada pelos sumérios desde os tempos antigos. “No templo de E-Anna, em Uruque, os arqueólogos encontraram a mais antiga evidência de datação da escrita — cerca de 3000 a.C.” Mas, coube aos acadianos desenvolverem os primeiros sistemas de escrita. Os textos mais antigos de que se tem conhecimento remontam aos últimos séculos do quarto milênio a.C, segundo Bright , ou seja, cerca de dois mil anos antes de Israel entrar para a história como um povo.

Um dos pressupostos dos críticos, adeptos da Hipótese Documentária, seria o analfabetismo no tempo de Moisés, porque, segundo afirmam, a arte de escrever era desconhecida. Wellhausen alegava que o antigo povo de Israel não conhecia a forma escrita. Vejamos o que ele disse: “A egiptologia, em primeiro lugar, e, depois, a assiriologia demonstraram que a arte de escrever, no Antigo Oriente, longe de ser um desenvolvimento moderno, perdeu-se na remota antiguidade. E que as duas grandes potências, que se dividiam entre o mundo então civilizado, eram, enfaticamente, cada uma delas, uma nação de escribas e de leitores”.

Cyrus Gordon, ex-professor do Oriente Próximo e Médio e diretor do Departamento de Estudos Mediterrâneos da Universidade Brandeis, grande autoridade sobre os tabletes descobertos em Ugarite, de igual modo conclui: “As escavações em Ugarite revelaram uma elevada cultura material e literária em Canaã, antes do surgimento dos hebreus [...] Os primórdios de Israel estavam arraigados em uma Canaã altamente culta, para onde as contribuições de vários povos talentosos (incluindo mesopotâmicos, egípcios e ramos indo-europeus) tinham-se convergido e mesclado. É completamente falsa a noção de que a religião e a sociedade israelitas eram primitivas”.

Assim, quando os hebreus emigraram de uma cultura cercada pela escrita (no caso, o Egito) e entraram em outra cultura, que usufruía da escrita livremente, obtiveram grande incentivo literário. Israel sofreu grande influência dos cananeus, com seu estilo de vida, cosmovisão, literatura e religião.

A alegação de que nos tempos de Moisés não havia escrita em Israel se torna cada vez mais sem sentido, para não dizer nula, especialmente com as descobertas arqueológicas, como, por exemplo, a de 1887, no alto Egito, entre o Cairo e Luxor. Nesse caso, foram encontrados os tijolos de barro de Tell El-Amarna que guardavam, em caracteres cuneiformes, cartas do rei da Ásia Menor e dos príncipes sírios e palestinos, enviadas pelos príncipes cananeus ao faraó. Isso nos mostra que todos os vizinhos de Israel mantinham registros escritos de suas histórias e religiões desde antes de Moisés.

Mas, o adepto da Hipótese Documentária poderia questionar o motivo pelo qual Israel não teria usado, igualmente, a arte de escrever, uma vez que todos os seus vizinhos se utilizavam naturalmente da escrita e, além disso, se relacionava comercialmente com povos que usavam a escrita em seus tratados comerciais? De todos os povos do antigo Oriente Próximo, por que somente os hebreus não se interessaram em registrar sua história e religião, senão cerca de mil anos mais tarde?

Cremos que a resposta esteja nas concepções filosóficas dos críticos que os impedem de ver aquilo que suas mentes adestradas pelo naturalismo e pelo anti-sobrenaturalismo rejeitam, pois estão condicionadas a negar tudo o que contrarie seus pressupostos. Devido às descobertas arqueológicas, a maioria dos pesquisadores, hoje, reconhece que, no tempo de Moisés, a escrita já estava sendo desenvolvida entre o povo de Israel.

Não se pode descartar a possibilidade de Moisés ter recorrido a “documentos escritos já existentes, e de diferentes genealogias, como aquela que vai de Adão a Noé: ‘Este é o livro das gerações de Adão’ (Gn 5.1). O uso da palavra ‘livro’ implica, sem dúvida, que esta genealogia deve ter sido extraída de um documento escrito, cujo título podia ser aquele e que passou a ser introduzido no Gênesis”.


Ponto de equilíbrio


De forma substancial e essencial, o Pentateuco é obra de Moisés. Obviamente que Moisés tinha à sua disposição diversas tradições orais acerca do Gênesis e de outros acontecimentos que vinham sendo transmitidos de geração em geração (Cf. Nm 21.14). No caso do livro de Gênesis, Moisés teve à sua disposição tradições orais e fontes escritas para que pudesse realizar o papel de organizador. Em Gênesis, seu papel se deteve muito mais em organizar e editar do que em produzir, de forma objetiva, o texto. Obviamente, a formação do Pentateuco se deu dentro de um processo histórico e faz referência a acontecimentos históricos. Moisés, possivelmente, utilizou-se de fontes orais. Também, pode ter feito uso de pessoas que o auxiliaram no processo de escrita, ficando com o próprio Moisés o papel de escritor, ou autor, principal e de supervisor, o que justifica a obra levar o seu nome. Acréscimos e modificações posteriores são, da mesma forma, prováveis, sem que se comprometa a integridade e a autenticidade do texto, pois tais procedimentos sempre estiveram presentes em grandes obras.

O Pentateuco, sem dúvida, é uma herança viva deixada por Moisés. Uma obra que continuou amadurecendo por alguns séculos após sua morte. Por “viva” queremos dizer que houve assimilações de outros elementos, mas, de forma geral, o Pentateuco permaneceu literariamente o mesmo que brotou das mãos de Moisés, com pequenas acomodações posteriores, nada mais. Pode-se colocar o encerramento da atividade literária na formação do Pentateuco no período de Josué (Js 24.31). Também, é admitido entre os conservadores o final da atividade literária do Pentateuco no período de Samuel. Deve-se ter o devido cuidado para não associar a idade do documento à idade do material escrito nele.

Hoje, paira sabre pesquisadores do Antigo Testamento um paradigma quanto à formação do Pentateuco, pois, diante de tantas teorias e pressupostos, aqueles que se definiram como adeptos de determinada escola teórica, diante da situação atual, podem ter de enfrentar algo difícil para qualquer ser humano: uma “mudança de paradigma”.

Infelizmente, o que presenciamos não são mudanças de paradigmas, mas, sim, modificações e interpolações, a fim de sustentar não mais uma teoria, mas nitidamente um orgulho acadêmico pessoal.

Independente dessa resistência, os fatos continuam clamando e eles demonstram que a autoria do Pentateuco é mesmo mosaica e não um mosaico.


Notas de referências:

1 Este jogo de palavras teve início com os britânicos, na seguinte forma: O Pentateuco é mosaico (de Moisés) ou um mosaico (composição de vários elementos, no caso, autores? J. Sidlow Baxter. Explore the Book (Grand Rapids: Zondervan, 1960), I, p. 22.

2 Isso pode ser constatado no próprio texto do Pentateuco, e esses conhecimentos não seriam possíveis se tivessem sido escritos por alguém que não viveu os eventos narrados.

3 Kenosis deriva do verbo grego ekenosen (“ele esvaziou-se”), essa doutrina se refere ao auto-esvaziamento de Cristo na encarnação.

4 TORREY, R. A. (ed.). Os fundamentos: a famosa coletânea de textos das verdades bíblicas fundamentais. São Paulo: Hagnos, 2005, p.72.

5 HAMILTON, Victor P. Manual do pentateuco. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 430.

6 TORREY, R. A. (ed.). Os fundamentos: a famosa coletânea de textos das verdades bíblicas fundamentais. São Paulo: Hagnos, 2005, p.59.

7 Sistema de escrita de natureza icônica, baseada em representações bastante simplificadas dos objetos da realidade. As figuras representam objetos equivalentes.

8 Os símbolos passam a representar idéias.

9 PACKER, J.I. O mundo do Antigo Testamento. São Paulo: Vida, 2001, p.135.

10 BRIGHT, John. História de Israel. 7ª edição. São Paulo: Paulus, 2003, p.50.

11 MCDOWELL, Josh. Evidências que exigem um veredicto. São Paulo: Candeia, 1997. (v. 1), p.114.

12 Idem, p.115.

13 Para uma melhor compreensão e apuração desse parágrafo, consultar: McDOWELL. Josh. Evidências que exigem um veredicto. São Paulo: Candeia, 1997, p. 113-16.

14 DAVIDSON, F. O novo comentário da Bíblia. São Paulo: Vida Nova, 1985, (v. 1), p.36.

Curso Teologia Online Bíblia Apologética com Apócrifos Curso Básico de Teologia Série Apologética Curso Médio de Teologia Bíblia Apologética com Apócrifos Curso Bacharel de Teologia Série Apologética

ICP - Instituto Cristão de Pesquisas © Todos os direitos reservados. 2017