Defesa da Fé

Edição 94

A celebração natalina ao redor do mundo


Da Redação

Nos Estados Unidos


A época de festejos natalinos faze que os Estados Unidos fiquem repleto de cor e brilho.

Algumas semanas antes do Natal, milhões de pessoas percorrem as lojas em busca de

presentes para a família. As decorações das lojas e dos shopping centers são conhecidas

mundialmente. O clima natalino pode ser sentido nas casas, com decorações com lâmpadas

coloridas, bonecos de neve, velas e guirlandas feitas de plantas verdes, completando,

assim, uma estação de muita alegria. Na véspera de Natal, vizinhos se unem para cantar

canções natalinas, mostrando, dessa forma, um espírito de confraternização. As crianças

penduram meias na lareira e, na manhã do dia 25 de dezembro, abrem os presentes. O

prato típico americano é o peru recheado, acompanhado de frutas tropicais.


No Japão


O Natal no Japão é cheio de significados e a troca de presentes é fortemente apreciada

pelos japoneses. As crianças adoram conhecer a história do nascimento de Jesus em uma

manjedoura porque é quando travam contato com a ideia de “berço”, já que os bebês

japoneses não dormem neles.


Na Índia


Os cristãos na Índia decoram pés de manga e bananeiras no Natal. Algumas pessoas

decoram suas casas com folhas de manga. Em partes da Índia, pequenas lâmpadas de

argila são acesas com óleo e servem, também, para decorar a casa.


Na China


As casas são enfeitadas com lanternas e árvores de Natal com correntes e flores de

papel. As crianças penduram meias e esperam pelo Papai Noel. A grande maioria dos

chineses não é cristã, sendo que a maior celebração do inverno é o Ano Novo Chinês, no

fim de janeiro. Nessa data, as crianças recebem roupas e brinquedos novos e são servidos

pratos especiais.


Na Itália


A principal entrega de presentes é no dia 6 de janeiro, em lembrança à visita dos reis

magos ao menino Jesus. As crianças esperam a visita da Befana, que traz presentes para os

bons e castigo para os maus meninos. De acordo com a lenda, os três reis magos pararam

durante a ida até Belém e pediram comida e abrigo a uma velha senhora. Ela negou ajuda

e, então, eles seguiram a viagem com fome e cansados. A velha senhora sentiu, depois, um

aperto no coração, mas os reis magos já estavam muito longe. A lenda conta que a Befana

ainda vaga pelo mundo procurando o menino Jesus e tem várias formas: uma rainha, uma

fada, uma velha ou uma bruxa.


Na Suécia


As festas de Natal começam em 6 de dezembro, dia de São Nicolau. Nessa ocasião, as

crianças escrevem suas cartas de pedidos, que são trocadas pelo santo por um saquinho

de balas ou nozes. Os presentes chegam no dia 25. Na noite de Natal, a filha mais velha

se veste de branco com uma faixa vermelha amarrada na cintura e uma grinalda de folhas

verdes com sete velas acesas na cabeça. Ela leva cuidadosamente café e bolinhos, para

cada membro da família, aos seus quartos.


Em Belém, Israel


Em Belém, a cidade onde Jesus nasceu, o Natal é comemorado com peregrinos e tribos

árabes da região, que se ajoelham na cripta da capela dos franciscanos para adorar um

berço. Segundo a tradição, é o berço de Jesus, que é conservado na igreja e apenas montado

na noite de 24 para 25 de dezembro. Depois que termina a missa, os franciscanos oferecem

uma ceia aos peregrinos: apenas pão preto acompanhado de vinho.


No México


De 16 a 24 de dezembro, durante nove noites, os mexicanos comemoram a história de

Maria e José, quando buscavam um lugar onde pudessem ficar na viagem até Belém, antes

do nascimento de Jesus. Os participantes levam, simbolicamente, os peregrinos, Maria e

José, a pousar, acompanhando-os com velas e cantos. Cada noite, a festa ocorre em uma

casa diferente, como uma espécie de novena. Uma parte essencial dessa festa é a Piñata,

um pote de barro cheio de doces e frutas, que é suspenso por uma corda e os pequenos

tentam quebrá-la de olhos vendados com um pedaço de pau. Quando conseguem, todos

se atiram a recolher as guloseimas.


No Chile


O Chile é um país que tem diferentes tradições, dependendo da região em que se viva.

A festa de Natal chilena mais genérica é a central, que começa no início de dezembro,

quando saem as propagandas comerciais, seguida de um frenético consumismo, como na

maioria dos países. Toda essa agitação termina às 18 horas do dia 24, quando a maioria das

pessoas vai à Missa do Galo.

Muitos fazem desse tempo um período de aprofundamento religioso e vivem as festas

em família, dando-lhe um sentido mais espiritual e menos humano. Às 22 horas, a ceia é

servida, sempre farta. O peru ou o frango recheado é o prato central. As taças brindam a

“noche buena” antes da meia-noite, pois se tem o costume de tirar as crianças de casa para

uma volta, antes de o Papai Noel chegar. Quando voltam, os brinquedos estão dispostos

sob a árvore. Muitos cantam Villancicos, os cantos natalinos da Espanha e do Chile.


No Peru


Durante toda a noite natalina, se pode escutar, por onde quer que se vá, o estouro

de foguetes, que aumenta conforme se aproxima a meia-noite. A ceia de Natal consiste

de pavão ao forno, mas, também, de leitão, chocolate quente, panetone, purê de maçã e

especificidades da tradição familiar que varia de casa para casa. Curiosa é a tranquilidade da

manhã do dia 25, quando todos dormem, menos as crianças, entretidas com seus presentes.

Uma grande quantidade de feiras surge nessa época e, depois, desaparecem. As lojas, em

geral, ficam abertas até 24 horas nesse período. É forte a tradição católica romana no país,

havendo grande assiduidade à Missa do Galo, celebrada às 22h do dia 24 de dezembro.


Em Cuba


Poucos podem celebrar o Natal, no entanto, quase nenhum cubano pode ter acesso aos

cristais que se exibem nos luxuosos recantos no dia de Natal. Nesse país, o Natal não é um

direito, é um privilégio. O mundo, em todas as latitudes, o celebra. Cuba tenta incorporar-

se ao mundo no dia desse jubileu, mas isso não basta. No dia de Natal, o cubano tem pouco

a levar à mesa e a letra de uma canção, composta e cantada por um trovador, agora da alta

cúpula, reza: “Minha canção não é do céu, das estrelas ou da lua, porém, a ti lhe entrego,

que não tens nenhuma”.

O cubano simples não tem Natal nenhum, a não ser no coração de alguns mais idosos.


Na Argentina


Em pleno verão, o Natal na Argentina tem por imitação certo gosto pelos ícones do

hemisfério norte, que, durante o Natal, vive o inverno. Do mesmo modo que no Brasil,

a Argentina não deu atualidade aos costumes natalinos e segue cultuando tradições mais

europeias e americanas do que latino-americanas. Não é raro ver algodão nas árvores, como

usávamos há algumas décadas, para representar a neve. A ceia, curiosa e contrariamente,

evoluiu e, em muitos casos, é servida no pátio ou jardim. O pernil é típico da ceia argentina.

Além de empanadas e muitos doces típicos, como os alfajores. O dia de Natal é ocupado

com serviços religiosos e visitação de parentes e amigos. São muito comuns as reuniões

em que são cantadas, em grupo, músicas natalinas. A troca de presentes, em geral, se faz

no Dia de Reis, dia 6 de janeiro. Os presentes são trazidos às crianças, não pelo Papai

Noel, mas pelos reis a caminho de Belém.


FELIZ NATAL EM DIVERSOS IDIOMAS

Alemão: Froehliche Weihnachten

Árabe: Milad Majid ou Milad Saeed

Coreano: Sung Tan Jul Chuk Ha

Espanhol: Feliz Navidad

Francês: Joyeux Noël

Grego: Kala Christouyenna

Hebraico: Mo’adim Lesimkha. Chena tova

Holandês: Vrolijk Kerstfeest

Inglês: Merry Christmas

Italiano: Buon Natale

Japonês: Meri Kurisumasu

Mandarin: Sheng Dankuai Le

Polonês: Wesolych Swiat Bozego Narodzenia

Russo: Rozhdestvom Kristovym

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