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Defesa da Fé


O Concílio de Constantinopla e a doutrina da reencarnação


Uma invenção kardecista


Por Paulo Cristiano Silva

Sociólogo e vice-presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas


Segundo um pequeno opúsculo que anda circulando pela Internet, o Concílio de Constantinopla (553 d.C.) foi palco de um grande absurdo doutrinário. Sob o título: “Por que a reencarnação passou a ser condenada pela Igreja Católica?”, o autor, Vivaldo J. de Araújo, afirma que o Concílio de Constantinopla (553 d.C.) suprimiu a doutrina da reencarnação dos dogmas cristãos.

Vejamos, em primeiro lugar, as argumentações do autor e, logo a seguir, apresentaremos uma refutação pormenorizada do tema.


A esposa do imperador e a reencarnação


Diz Vivaldo J. de Araújo que, “até meados do século 6o , o cristianismo aceitava a reencarnação, já proclamada pela cultura religiosa oriental milênios antes da Era Cristã, como fato incontestável, norteador dos princípios da justiça divina, que sempre dá oportunidade ao homem de rever seus erros e recomeçar o trabalho de sua regeneração, em nova existência. Aconteceu, porém, que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender às exigências do império bizantino, resolveu abolir essa convicção, cientificamente justificada, substituindo-a pela ressurreição, que contraria todos os princípios da ciência, porque admite a volta do ser, por ocasião de um suposto juízo final, no mesmo corpo já desintegrado em todos os seus elementos constitutivos”.

O autor ainda tenta explicar as razões da supressão: “É que Teodora, esposa do famoso imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia retornar ao mundo, na pele de uma escrava negra, e, por isso, desencadeou uma forte pressão sobre o papa da época, Virgílio, que subira ao poder por meio da criminosa intervenção do general Belisário, para quem os desejos de Teodora eram lei. E, assim, o Concílio realizado em Constantinopla, em 553 d.C., resolveu rejeitar todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores teólogos de que a humanidade tem conhecimento. As decisões do Concílio condenaram, inclusive, a reencarnação admitida pelo próprio Cristo, em várias passagens do evangelho, sobretudo, quando identificou em João Batista o espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias (Mt 11.14; Ml 4.5). Agindo dessa maneira, como se fosse soberana em suas decisões, a assembleia dos bispos, reunidos no segundo Concílio de Constantinopla, houve por bem afirmar que a reencarnação não existe, tal como aconteceu na reunião dos vaga-lumes, conforme narração do ilustre filósofo e pensador cristão Huberto Rohden, em seu livro Alegorias, segundo a qual, os pirilampos aclamaram a seguinte sentença, ditada por seu Chefe d. Sapiêncio, em suntuoso trono dentro da mata, na calada da noite: ‘Não há nada mais luminoso que nossos faróis, por isso não passa de mentira essa história da existência do sol, inventada pelos que pretendem diminuir o nosso valor fosforescente [...] E os vaga-lumes dizendo: 'amém, amém', ao supremo chefe, continuaram a vagar nas trevas, com suas luzinhas mortiças e, talvez, pensando: ‘Se havia a tal coisa chamada sol, deve, agora, ter morrido’. É o que deve ter acontecido com Teodora: ao invés de fazer sua reforma íntima e praticar o bem para merecer um melhor destino no futuro, preferiu continuar na ilusão de se poder fugir da verdade, só porque esta fora contestada pelos deuses do Olimpo, reunidos em majestoso conclave”.


A reencarnação fabricada para os ocidentais


Uma das doutrinas mais importantes do espiritismo kardecista é, sem dúvida, a reencarnação. Todavia, esta doutrina não é de origem ocidental, antes, foi emprestada das religiões orientais, principalmente a hinduísta. É o mesmo que palingenesia, pluralidade de existências, vidas sucessivas, transmigração da alma. Também, é um refinamento da metempsicose, que, por intermédio de Allan Kardec, recebeu um colorido doutrinário ao gosto ocidental. Enquanto aquela (palingenesia) permitia regressões na escala reencarnacionista, esta (metempsicose), por sua vez, no máximo, permite a estagnação do indivíduo, mas nunca sua involução.

Como nosso mundo ocidental está acostumado e doutrinado com os ensinamentos cristãos, é difícil empurrar doutrinas pagãs numa mentalidade cristã que, há séculos, vem sendo nutrida pelos ensinamentos bíblicos. Allan Kardec, percebendo essa dificuldade em popularizar tal doutrina de modo eficaz sem algum elo com a religião dominante ocidental, resolveu, então, inseri-la nos ensinamentos do cristianismo, para torná-la mais atraente aos olhos ocidentais.

Até hoje, essa é a mesma tática das seitas orientais; ou seja, tentam achar na Bíblia elos doutrinários com seus ensinamentos, mesmo que, para isso, precisem distorcer a Palavra de Deus. É o caso do grupo Hare Krishna , a Seicho-No-Ie, a Meditação Transcendental, entre outras.

No livro O evangelho segundo o espiritismo, Alan Kardec tenta mesclar ensinamentos cristãos com a doutrina espírita. Chega a dizer que Jesus ensinava a doutrina da reencarnação e que esta fazia parte dos dogmas judaicos sob o nome de ressurreição. É claro que tal argumento não passa de especulações infundadas. É uma alegação totalmente gratuita, pois, em nenhum lugar da Bíblia se encontra o termo reencarnação, e nenhuma menção, ainda que indireta dessa doutrina, é feita nos evangelhos ou nas cartas apostólicas. Mesmo porque, ressurreição e reencarnação são etimologicamente e doutrinariamente diferentes.

Para dirimir este problema, alguns espíritas, então, passaram a alegar que tal doutrina foi extirpada da religião cristã no Concílio de Constantinopla. Vejamos se tal acusação tem, de fato, fundamento nos tópicos a seguir.


A reencarnação nos primórdios da Igreja Cristã


É alegado, por Vivaldo J. de Araújo, autor de um pequeno artigo espírita sobre o assunto, que “até meados do século 6o , todo o cristianismo aceitava a reencarnação”.

Cabe, aqui, uma pergunta oportuna: “Onde estão as provas para tal assertiva?”. Nenhuma citação de qualquer documento menciona isso. Levando-se em conta que as provas materiais são os fundamentos das proposições, só isto bastaria para desacreditar o referido artigo. Elaborar pontos argumentativos em cima de especulações sem nenhum fundamento é temeroso, pois pode comprometer toda a base em que a tese se apoia. É bom saber que todos os historiadores gabaritados no assunto, até hoje, nunca mencionaram a reencarnação como parte do corpo doutrinário da Igreja Cristã. Até mesmo Kardec não chegou tão longe.

É dito, ainda, “que o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, em decisão política, para atender às exigências do império bizantino, resolveu abolir tal convicção”.

Ora, o que questões políticas têm a ver com reencarnações? Não vemos no que a doutrina da reencarnação poderia ser o pivô de complôs políticos. Este arranjo simplesmente carece de fundamentos lógicos. Não procede!

Como lemos anteriormente, uma razão tênue é dada em seguida como justificativa: “É que Teodora, esposa do famoso Imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia retornar ao mundo na pele de uma escrava negra e, por isso, desencadeou uma forte pressão sobre o papa da época”.

Consideremos, por um instante, o seguinte: é mesmo difícil de acreditar que meros preconceitos particulares da mulher do imperador fossem capazes de mobilizar uma reforma política no império por causa da doutrina da reencarnação, que alegam os kardecistas – toda a cristandade acreditava até então.

Ponderemos, ainda por um momento: se tal Teodora soubesse e acreditasse na suposta “doutrina cristã” da reencarnação, sabendo que esta é uma lei irreversível e espiritual, posta mesmo pelo próprio Deus (como ensinam os espíritas), que diferença substancial iria ela fazer mudando a mentalidade da época se, no final, ela não teria controle sobre sua vida (carma), vindo mesmo a reencarnar numa escrava?! Adiantaria alguma coisa toda essa subversão a tal doutrina? Qual a vantagem prática que ela poderia obter com uma simples mudança de crença no cenário da época, se, de um jeito ou de outro, mais cedo ou mais tarde, ela poderia, enfim, reencarnar numa escrava?! Simplesmente, toda essa conversa não se encaixa, de modo lógico, e há uma forte razão para isso: é totalmente inverídica.

Prossegue o autor espírita em suas explicações: “E, assim, o Concílio realizado em Constantinopla, em 553 d.C., resolveu rejeitar todo o pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores teólogos que a humanidade tem conhecimento. As decisões do Concílio condenaram, inclusive, a reencarnação admitida pelo próprio Cristo, em várias passagens do evangelho, sobretudo quando identificou em João Batista o espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias (Mt 11.14; Ml 4.5).”

É interessante ressaltar que, em nenhum momento, o referido Concílio sequer mencionou a doutrina da reencarnação como ensina o espiritismo moderno. Não há, em nenhuma de suas atas, menção a tal doutrina oriental, e isso pode ser verificado, ainda hoje, por uma tradução latina (o original da época se perdeu, devido à invasão de Constantinopla, em 1453). Por séculos, a fé de milhões de cristãos se baseava apenas na ressurreição e não na reencarnação. Todos os documentos antigos de escritores cristãos antes desse concílio mencionam, como base de fé, a ressurreição. Por outro lado, esses mesmos escritores não pouparam esforços para censurar fortemente a reencarnação, doutrina esta alheia à fé cristã, só mencionada em seitas heréticas provindas do paganismo egípcio, babilônico ou hindu”.

Além disso, tenhamos em mente que não só este Concílio, mas todos os demais, antes ou depois deste (mesmo sendo presididos pelo catolicismo já apostatado), sequer mencionaram alguma condenação sobre a reencarnação, simplesmente porque ela nunca foi ponto de fé dos cristãos.

É mesmo difícil de acreditar que uma doutrina que supostamente fosse parte do credo cristão desde a época de Cristo houvesse sido retirada assim tão bruscamente sem nenhuma contestação por parte dos demais. Ora, na época, Roma ainda não dominava o mundo. O primeiro bispo romano com a investidura de papa propriamente dita só veio aparecer no cenário mundial no século 6o com Gregório, o Grande. Roma nunca impôs sua autoridade doutrinária em toda a cristandade. Se a doutrina da reencarnação fosse dogma cristão, esperaríamos encontrar registrados, nos anais da historia, vários protestos a respeito desta mudança. Mas o silêncio sobre isso é sepulcral e a razão é simples: nunca houve tal supressão doutrinária. Isso não passa de fantasia inventada para dar sentido à ausência desta doutrina nos dogmas cristãos, que, diga-se de passagem, não tem nada a ver com Cristo ou com o cristianismo, alardeado tantas vezes por Kardec sem nenhuma prova a seu favor.


O pensamento de Orígenes


É interessante a menção a Orígenes nesse episódio, e, talvez, toda a validade desta argumentação esposada pelos espíritas gire em torno de uma má compreensão da doutrina esposada por Orígenes.

Orígenes, ao contrário do que alegam muitos espíritas, não cria na reencarnação, mas na ressurreição. Certa vez, combatendo algumas ideias heréticas, chegou a condenar tal doutrina, dizendo que a Igreja de Deus nunca creu nisso. O que, na verdade, ele cria era num tipo de preexistência das almas (que muitos erroneamente confundem com reencarnação). Segundo ele, toda pessoa já havia sido criada no céu como espírito e a terra funcionava como um tipo de provação às mesmas. A pessoa viria à terra de acordo com seu pecado em sua preexistência. Ela poderia receber a Cristo e ir para o céu novamente, ou, então, rejeitá-lo e perder-se eternamente no inferno. Mas, em nenhum momento, ele fala sobre as pessoas se reencarnarem.

Orígenes, na verdade, chegou a refutar veementemente as ideias reencarnacionistas de um homem chamado Basilídes, que pretendeu fundamentar-se para tal nas seguintes palavras de Paulo, “vivi outrora sem lei”. Chegou a chamar tal doutrina de fábulas ineptas e ímpias.

É digno de nota que esta doutrina foi elaborada por Orígenes como uma solução para o problema filosófico do mal, mas, como não havia base bíblica para tal, foi sabiamente condenada pelos cristãos. Não podemos ver aí nenhuma ligação com a doutrina kardecista da reencarnação, e persistir nisso seria distorcer a realidade dos fatos.

Há de se ressaltar, ainda, que o Concílio em questão nunca condenou nenhuma passagem dos evangelhos. Nenhum espírita conseguiu provar isso até hoje, mas, mesmo assim, preferem permanecer na pertinácia em afirmar esta história mítica inventada com o fito de solucionar a suposta omissão da reencarnação na Bíblia e na história da Igreja.


O ministério profético de Elias


João Batista foi a reencarnação de Elias? Sim, segundo Vivaldo J. de Araújo, Jesus supostamente “identificou em João Batista o espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias”. Esta tese se baseia em gravíssimo erro por vários motivos. Vejamos a seguir:

João Batista disse, abertamente, sobre essa questão, quando lhe perguntaram: “És tu Elias?”, ele respondeu desembaraçadamente: “Não sou” (Jo 1.21). Parece que, se a reencarnação existe, João Batista foi um dos que nunca creu nela.

Quando Jesus fez esta comparação, eles tinham acabado de ver Elias e Moisés no monte da transfiguração: “Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, a Tiago e a João, irmão deste, e os conduziu à parte a um alto monte; e foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu; e dela saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. Os discípulos, ouvindo isso, caíram com o rosto em terra, e ficaram grandemente atemorizados. Chegou-se, pois, Jesus e, tocando-os, disse: Levantai-vos e não temais. E, erguendo eles os olhos, não viram a ninguém senão a Jesus somente. Enquanto desciam do monte, Jesus lhes ordenou: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja levantado dentre os mortos. Perguntaram-lhe os discípulos: Por que dizem então os escribas que é necessário que Elias venha primeiro? Respondeu ele: Na verdade, Elias havia de vir e restaurar todas as coisas; digo-vos, porém, que Elias já veio, e não o reconheceram; mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim também o Filho do homem há de padecer às mãos deles. Então, entenderam os discípulos que lhes falava a respeito de João, o Batista” (Mt 17.1-13).

Se Elias fosse João Batista reencarnado, os espíritas entrariam em contradição com sua própria doutrina. Pensemos: João Batista, nesta altura, já havia sido decapitado por Herodes, portanto, estava morto. Ora, o próprio Kardec afirmou que “a reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ela e que nada tem de comum com o antigo”. Como, então, João Batista, apareceu no velho corpo na transfiguração? Não teria ele que aparecer (de acordo com a doutrina espírita) com o atual, da última reencarnação, isto é, com o corpo de João e não de Elias?

Ainda, segundo a doutrina espírita, o espírito se reencarna para purgar suas faltas do passado para progredir até ser espírito puro. Diz Kardec: “Toda falta cometida, todo mal praticado é uma dívida contraída que deverá ser paga” (O céu e o inferno, p. 88). Certamente, Elias, mesmo sendo um profeta de Deus, tendo intimidade com Ele, parece que não havia progredido muito, visto que passou novamente pelas mesmas “provas” (como João Batista) para “limpar” seu suposto “carma” do passado. O carma era tão grande que seu fim foi o martírio.

A Bíblia diz, categoricamente, que “está ordenado ao homem morrer uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hb 9.27). Não existem várias mortes, mas uma só. Demais disso, alguns judeus criam que João Batista fosse Elias ressuscitado, mas não reencarnado (Lc 9.7,8).

Se a reencarnação é o ato ou efeito de reencarnar, numa pluralidade de existência com um só espírito, é evidente que um vivo não pode ser reencarnação de alguém que ainda não morreu. Fica claro, assim, que João não era Elias, já que Elias não morreu, como erroneamente quer fazer entender, e com muita dificuldade, nossos colegas espíritas. Elias foi arrebatado vivo para Deus: “E, indo eles caminhando e conversando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho” (2Rs 2.11).

Então, por que Jesus disse que João era o Elias que havia de vir? Não precisamos recorrer à fantasiosa doutrina reencarnacionista para explicar esse ponto. Deixemos que a Bíblia interprete a própria Bíblia.

João Batista iria adiante de Jesus no “espírito e poder de Elias”, mas não que seria Elias reencarnado (Lc 1.17). Isto tem a ver com o ministério de ambos e não com a reencarnação dos espíritos. Se seguirmos esta linha de pensamento, teremos de admitir que Eliseu, e não João Batista, era a reencarnação de Elias, pois diz a Bíblia que “vendo-o, pois, os filhos dos profetas que estavam defronte dele em Jericó, disseram: o espírito de Elias repousa sobre Eliseu” (2Rs 9.15). Contudo, mesmo assim, um não poderia ser a reencarnação do outro, pois ambos viveram ao mesmo tempo.

Quando vemos uma pessoa com as mesmas características de outra, dizemos: este é um Pelé, um Picasso. Com isso,porém, não queremos dizer que um é a reencarnação do outro! Vejamos, então, as semelhanças entre o ministério de ambos os profetas:


ELIAS - JOÃO BATISTA

Profetizou em tempos de apostasia - Profetizou em tempos de apostasia

Profetizou para aproximar o povo de Deus - Profetizou para aproximar o povo de Deus

Vestia-se com roupa de pele de ovelhas - Vestia-se com roupa de pele de ovelhas

Acabe (o rei) tinha medo de Elias - Herodes, o governador, tinha medo de Elias

Jezabel pediu a vida de Elias - Herodias pediu a vida de João

Pregava sobre arrependimento e castigo - Pregava sobre arrependimento e castigo


Isto posto, rejeitamos essa tentativa de envolver o Concílio de Constantinopla numa doutrina que ele nunca tratou. A reencarnação nunca fez parte dos dogmas bíblicos, quer cristãos ou judaicos. É alheia ao corpo doutrinário judaico-cristão. É doutrina oriental refinada ao sabor ocidental. Não se baseia na Bíblia e, nem de longe, encontramos alguma menção, mesmo que indireta, a esta doutrina no Livro sagrado ou na história da Igreja. Somente pessoas levadas por pressupostos errôneos ainda persistem em acreditar poder encontrar vestígios dessa doutrina na Bíblia. Querer juntar doutrinas espíritas com doutrinas cristãs é querer unir o que Deus separou para sempre.


“Querer juntar doutrinas espíritas com doutrinas cristãs é querer unir o que Deus separou para sempre”


“Se a doutrina da reencarnação fosse uma doutrina cristã, encontraríamos registrados, nos anais da história, vários protestos a respeito de sua suposta supressão”

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