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Não haverá mais dilúvio (Gn 9.11)


Comentário apologético: Ainda que Deus tenha declarado explicitamente que não destruiria mais o mundo com águas, tem aparecido, de tempos em tempos, pessoas que acreditam que o mundo acabará com as águas de um novo dilúvio. Johanes Stoeffler, membro do corpo docente da Universidade de Tübingen, na Alemanha, publicou, em 1499, um livro chamado Efemérides, no qual anunciava o fim do mundo para 20 de fevereiro de 1524, por meio de um grande dilúvio. Foi tão grande a crença no desastre que o rio Reno ficou repleto de barcos e “arcas”. No Brasil, os membros da seita Borboletas Azuis esperaram em vão um novo dilúvio. Muitas seitas se baseiam nas seguintes palavras de Jesus: “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mt 24.37-39; Lc 17.26-27). Esses versículos apresentam apenas a indiferença das pessoas antes da iminente destruição. Ou seja, demonstram o quanto o cotidiano das pessoas não foi alterado; estavam como que anestesiadas espiritualmente, a ponto de não perceberem a vinda da repentina destruição. Assim também será com a vinda de Jesus: o cotidiano das pessoas estará em total normalidade quando serão surpreendidas com a vinda do Filho do homem.


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