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Ainda que sou pó e cinza (Gn 18.27)


Catolicismo Romano. Baseia-se nesta referência para justificar o uso de cinzas nos ritos eclesiásticos que antecedem a quaresma (Quarta-Feira de Cinzas).

Resposta apologética: A questão primordial aqui não é exatamente a condenação ou a aprovação das cinzas como elemento de adoração a Deus, mas a distorção na interpretação do texto. Quando Abraão fala com Deus dizendo que era pó e cinza, estava se referindo, materialmente, ao que lhe era peculiar, como homem: “pó”, algo sem qualquer valor; “cinza”, coisa passageira. Em verdade, estava se humilhando. Em decorrência disso, observamos que não há cabimento, nesta referência, para que os católicos fundamentem sua tese quanto à prática ritualística a que se dedicam.

Ainda no Antigo Testamento, tradições como “rasgar as vestes” já haviam sido censuradas por Deus (Jl 2.12,13). Todas essas práticas cerimoniais já foram abolidas pelo Senhor. Hoje, o que Ele deseja é uma conversão interna, que transpareça externamente (Is 1.11-16).


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