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EU SOU O QUE SOU (Êx 3.14)


Testemunhas de Jeová. A Tradução do Novo Mundo traz: “Mostrarei Ser”. E, em João 8.58: “eu tenho sido”. Seu objetivo, com isso, evidentemente, é inferiorizar Jesus, negando ao Filho de Deus a divindade que lhe é devida. Dessa forma, tal tradução evita a associação natural entre o EU SOU, da referência em estudo, e o EU SOU, do evangelho de João.

Resposta apologética: O texto da Tradução do Novo Mundo não corresponde ao original bíblico, mas atende unicamente ao propósito da Sociedade Torre de Vigia: negar a divindade de Jesus Cristo. Nas palavras de Jesus, em João 8.58, o Senhor repete, a respeito de si mesmo, o nome de Deus revelado a Moisés, conforme a referência em estudo. Os judeus que ouviram Jesus pronunciar essas palavras entenderam a identificação e, por isso, pegaram em pedras para atirar nele. Queriam condená-lo por blasfêmia por ter pronunciado o nome de Deus (coisa que eles, em hipótese alguma, faziam). Mas Jesus proferiu o santo nome de Deus em referência a si mesmo: “Antes que Abraão existisse, EU SOU”.

Como se não bastasse, a edição anotada da Tradução do Novo Mundo (com referências de 1986, p. 84) afirma que a locução grega E-gó ei-mi ho on significa: “Eu sou o Ser” ou “Eu sou o Existente”. Mas em João 1.18 a mesma expressão (ho on) é empregada para definir a relação que há entre o Deus Pai e o Deus unigênito, Jesus Cristo.

Tal tradução, elaborada pela Sociedade Torre de Vigia, deve ser rejeitada, porque adultera o texto bíblico com o único objetivo de dissociar Jesus da unidade divina e classificá-lo como mero representante de Jeová Deus.


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