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Os magos do Egito fizeram também o mesmo (Êx 7.11)


Ceticismo. Questiona a onipotência do Deus bíblico, afirmando que os encantadores egípcios eram capazes de fazer sinais semelhantes aos que Moisés, por seu Deus, fazia.

Resposta apologética: Quanto à prática da magia, temos visto, desde Gênesis 3, o esforço de Satanás para enganar a humanidade por meio de atos sobrenaturais. O próprio Jesus atestou a respeito (Mt 24.24). As obras do diabo se repetem por toda a história e terão o seu ápice em Apocalipse 13.13,14. Todavia, o que devemos enfatizar aqui é a origem das imitações realizadas pelos magos do Egito. Em 2Timóteo 3.8, Paulo comenta que Janes e Jambres eram homens corruptos quanto à fé, e, por conta disso, a fonte do poder que os habilitou a resistir a Moisés era maligna. Do mesmo modo, existem, hoje, movimentos que procuram imitar a manifestação do poder de Deus, mas tais movimentos estão longe da vontade divina (Mt 7.21-23; Jo 6.40).

Devemos, ainda, observar que o poder dos magos era limitado, o que fica claro a partir da terceira praga, quando o bordão de Arão trouxe piolhos sobre homens e animais e os magos não puderam repetir o feito (8.18). Diante disso, entendemos que, apesar de possuir poder suficiente deixar os homens perplexos, Satanás não pode proceder como e quando quiser (Jó 1 - 2).


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