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E aconteceu, à meia-noite, que o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito... (Êx 12.29,30)


Ceticismo. Questiona a justiça divina declarada pela teologia bíblica, uma vez que afirma que o povo egípcio era responsável pela opressão de Faraó contra Israel.

Resposta apologética: A questão aqui parece ser mais sociopolítica do que religiosa. Assim, é pouco crível que se possa negociar com uma nação a não ser de forma coletiva, porque o destino de um povo está intimamente ligado à política nacional de seus governantes. É óbvio que os egípcios, como um todo, estavam felizes e satisfeitos por terem os israelitas como seus escravos em suas terras, pois não precisavam ver seus filhos submetidos a trabalhos forçados e braçais. Os egípcios, que até então já haviam sofrido várias calamidades, poderiam ter-se manifestado por meio de um golpe de Estado, evitando, assim, maiores prejuízos. Mas não, preferiram deixar a decisão final para seu líder. Possivelmente, acreditavam que somente no palácio real ou nas residências da aristocracia vidas seriam ceifadas, o que, evidentemente, não mudaria a postura soberba de Faraó. Somente uma catástrofe nos moldes bíblicos poderia induzir a libertação do povo de Deus.


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