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E tomou Moisés os ossos de José consigo (Êx 13.19)


Catolicismo Romano. Emprega este texto para apoiar o dogma da veneração de relíquias, a respeito da qual afirma: “... São permissíveis e proveitosas as relíquias dos santos...”. E cita, ainda, a declaração do Concílio de Trento: “... Também os santos corpos dos santos mártires [...] e daqueles que habitam com Cristo [...] devem ser honrados pelos fiéis...”. O objetivo dessa veneração é alcançar benefícios da parte dos “santos”.

Resposta apologética: Esta passagem – ou qualquer outra – não habilita a interpretação apresentada por Roma. O propósito em destaque é a retirada dos ossos de José do Egito e não a veneração desses ossos. Insere, ainda, a prática cultural de preservação dos restos mortais. É oportuno rememorarmos o que o rei Ezequias fez com a serpente de metal que Moisés havia construído, a mando de Deus e com um fim específico, que o povo passou a venerá-la, dando-lhe até um nome. Vejamos o texto: “Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até aquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã” (2Rs 18.4).


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