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Lembra-te do dia do sábado, para o santificar (Êx 20.8)


Adventistas do Sétimo Dia. Argumentam: “Você gostaria de ter outro deus diante de Deus? Curvar-se diante de imagens, ou tomar o seu Santo nome em vão? Não desejam vocês honrar seus pais? Ou querem matar alguém? Cometer adultério, furtar, testemunhar falsamente, cobiçar?”. E ficam aguardando pela resposta que, obviamente, é: “Não”. Em seguida, perguntam: “Por que então você não guarda o sábado, se o mesmo faz parte do corpo dos Dez Mandamentos?”.

Resposta apologética: Em resposta a tal questionamento, devemos ler Mateus 12.5, que diz: “Ou não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?”. Diante disso, deveríamos fazer aos sabatistas as mesmas perguntam com as quais gostam de abordar seus ouvintes. A saber: “Os sacerdotes no templo podiam ter outro deus diante de Deus e ficar sem culpa? Curvar-se diante de imagens, ou tomar o seu santo nome em vão e ficar sem culpa? Desejavam honrar seus pais? Ou quereriam matar alguém? Cometer adultério, furtar, testemunhar falsamente, cobiçar e ficar sem culpa? Podiam, então, os sacerdotes violar o sábado no templo e ficarem sem culpa?”. A resposta é óbvia: “Sim!”. Jesus, como Senhor do sábado, com autoridade para determinar o grau de culpabilidade de quem trabalha nesse dia, declarou: “Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes” (Mt 12.7). Além disso, não estamos mais debaixo do antigo concerto (Hb 8.6-13). O sábado foi abolido (Os 2.11; Cl 2.14-17). Mas os adventistas insistem em dizer que a palavra “sábados”, em Colossenses 2.14-17, se refere aos sábados de cerimônias anuais, denominados festas (Lv 23.37).

Os próprios adventistas declaram que as palavras “sábado” e “sábados” e a expressão “dia de sábado”, que aparecem 60 vezes no Novo Testamento, em 59 dos casos estão se referindo ao sábado semanal. Por que motivo, então, deixam de interpretar o texto de Colossenses 2.16 dessa maneira, visto que se fosse entendido no seu real sentido, contaria com o apoio de mais 59 referências bíblicas?

Confirmando o nosso ponto de vista, diz Samuele Bacchiocchi, escritor adventista: “Um outro significado argumentado contra os sábados cerimoniais ou anuais é o fato de que estes já estão incluídos nas palavras ‘dias de festa’, positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Colossenses 2.16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais...”.

Com isso, vemos que é a doutrina adventista que determina a compreensão de seus adeptos a respeito dessa passagem, sem levar em consideração as evidências lingüísticas e contextuais e indo contra as regras de hermenêutica bíblica. O sábado e todas as instituições do culto no Antigo Testamento foram sombra ou símbolo preparatório de bênçãos da salvação presente e futura em Jesus Cristo.


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