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E há pecado que não é para morte (João 5.17)


Catolicismo Romano. Usa o texto em referência para fundamentar a crença de uma falsa esperança de que, após a morte, há purificação de pecados (referindo-se ao purgatório). É tremendamente equivocada a distinção que faz entre pecado para morte e pecado que não é para morte.

Resposta apologética: A passagem desta para a outra vida, por meio da morte, define qual o “veredicto” recebido pelo homem: condenação ou salvação eterna (Lc 16.19-31; Hb 9.27). Quanto à questão dos “tipos” de pecados, o conceito mais aplicado é o que diz respeito à negação contumaz de Cristo e, possivelmente, à blasfêmia contra o Espírito Santo (pecado para morte – Jo 3.36; Mt 12.32). O pecado que não é para morte trata-se dos erros inerentes ao homem (Rm 11.32). Mas quando o homem se converte, é purificado pelo sangue de Jesus e justificado pela fé, não estando mais em condenação (2.1,2; Jo 15.2).


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