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O qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade (Tt 2.14)


Comentário apologético: O Evangelho Segundo o Espiritismo, declara o seguinte — de acordo com um espírito supostamente encarnado (Simeon, 1862) — sobre o perdão das ofensas: “O mérito do perdão é proporcional à gravidade do mal”.

Todavia, no contexto bíblico, o termo remir significa “resgate”, ou seja, a libertação de alguém mediante um preço. A expressão “se deu a si mesmo” se refere a uma expiação substituta, a qual só poderia ser procedida por Jesus Cristo, o “sem pecado”. A filosofia espírita não condiz com os ensinamentos da Bíblia, uma vez que expressa o conceito da lei de talião, extremamente censurada por Jesus em Mateus 5.38,39.

A caridade e as sucessivas reencarnações nada mais são do que “ouro de tolo” diante de Deus, uma vez que, embora lhes seja atribuído grande valor, de nada servem no resgate da culpa, pela qual Jesus já pagou: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl 2.14).


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