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Não deixarás a minha alma no inferno (Sl 16.10)


Testemunhas de Jeová. "Se o inferno é lugar de tormento, como se explica que Jesus foi ao inferno?", perguntam.

Resposta apologética: O texto em apreço traduz a palavra hebraica sheol por "inferno" e é repetido em Atos 2.27, pelo apóstolo Pedro, que falava aos judeus que Jesus, ao morrer, sua alma não fora retida no hades e corpo não vira a corrupção na sepultura, por ter ressuscitado dentre os mortos. Sheol (em hebraico) e hades (em grego) significam o mundo invisível dos mortos.

Pela explicação de Jesus em Lucas 16.19-31, o mundo invisível dos mortos era dividido em dois compartimentos: o lugar dos santos era chamado "Seio de Abraão" (ou "paraíso") e dos perdidos, inferno. O "Seio de Abraão" foi o lugar em que Jesus esteve durante os três dias da sua morte. Seu corpo não viu a decomposição na sepultura e sua alma não ficou retida no hades. O termo que indica inferno eterno e consciente é geena, que aparece doze vezes no Novo Testamento (Mt 5.22,29; 10.28; 23.33; Mc 9.45-47).


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