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E não hei de eu ter compaixão [...] de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda (Jn 4.11)


Comentário apologético: O espiritismo declara o seguinte, sobre o bem e o mal: "Ao dar (Deus) ao homem o livre-arbítrio, quis que ele chegasse pela própria experiência a discernir o bem e o mal". Mas o conceito do homem sobre o bem e o mal está muito aquém de ser comparado com conceito divino, que em nada condiz com as medíocres idéias humanas (Mt 5.39-44).

Se Deus concordasse que o homem pudesse proceder segundo sua descabida compreensão de justiça, Sodoma e Gomorra não teriam sido devastadas pela ira divina. Nínive, por sua vez, precisou ser esclarecida pelo profeta Jonas, para que não tivesse o mesmo fim (3.4).

É digno de destaque que o próprio Deus declarou que os habitantes daquela cidade não eram capazes sequer de distinguir a mão direita da esquerda. O plano evangélico não é diferente: se o homem não crer no que Cristo tem a ensinar, mediante sua Palavra e discípulos, será condenado (Mc 16.16). O apóstolo Paulo afirmou que a sabedoria humana é loucura diante de Deus (1Co 3.19).


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