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Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho (Rm. 2.16)


Universalismo. A ala moderna desta filosofia se exime do exame bíblico e, por conta disso, coloca em dúvida o critério salvífico que se baseia exclusivamente na revelação das Escrituras Sagradas.

Resposta apologética: Não devemos interpretar que o apóstolo Paulo está cheio de soberba quando diz: "Meu evangelho", visto que suas palavras são essencialmente cristocêntricas, e sua intenção, aqui, é testificar de Jesus (5.39). Logo, constatamos que não é pelos conceitos externos que Deus julga, mas pelos conceitos advindos de sua própria Palavra: "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça" (2Tm 3.16).

Em Isaías 8.20, Deus, pela boca do profeta, faz severas exortações ao povo, condenando as práticas ocultistas e as filosofias religiosas que não estivessem de acordo com sua Palavra. E, caso desobedecessem, seriam condenados. Considerando que o próprio Cristo avalizou os textos bíblicos do Antigo Testamento (Lc 24.44), entendemos que o Novo Testamento também é divinamente inspirado e digno de aceitação, como mostra o versículo em análise.


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