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Assim, pois, Aman, filho de Amadates, um macedônio... (Acréscimos de Ester 8.12k)


Catolicismo Romano. O texto apócrifo qualifica Hamã como sendo macedônio, opondo-se ao texto canônico.

RESPOSTA APOLOGÉTICA. O livro inspirado, tal como fora aceito pelas igrejas protestantes, afirma que Hamã era agagita e não macedônio: “Falou mais Ester perante o rei, e se lhe lançou aos seus pés; e chorou, e lhe suplicou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e o intento que tinha projetado contra os judeus” (Et 8.3). Ademais, a contradição aqui exposta não existe apenas entre o texto apócrifo e o texto canônico, mas entre duas referências dos próprios acréscimos apócrifos, porquanto a referência 1.1q também se refere a Hamã como agagita, contradizendo a referência 8.12k. A questão é: será que um agagita não seria uma naturalidade procedente também da Macedônia? É possível, mas pouco provável e carente de evidências. O entendimento mais comum é que o termo “agague” se refere a uma designação empregada pelos monarcas amalequitas, semelhante ao que ocorre com o título “faraó”, empregado para designar os reis egípcios. Neste caso, a qualificação “agagita”, relacionada a Hamã, poderia indicar que o mesmo era descendente dos amalequitas, inimigos antigos e hostis dos hebreus, fato que acirraria e justificaria ainda mais a sede de Hamã de exterminar o povo escolhido por Deus.


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