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“Era eu um menino bem-dotado e coubera-me por sorte uma alma boa” (Sabedoria 8.19)


Catolicismo Romano. Defensores do catolicismo empregam o texto em destaque para sustentar a preexistência das almas.

RESPOSTA APOLOGÉTICA. A Bíblia diz muito claramente qual é o momento em que o homem começa a existir: “Peso da Palavra do Senhor sobre Israel: Fala o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele” (Zc 12.1). Assim, as Sagradas Escrituras ensinam que o homem teve seu princípio na terra. Somente Cristo teve preexistência, uma vez que, integrando a Trindade, por toda a eternidade, não teve princípio. Jesus preexistiu não porque fosse homem, mas porque era Deus antes de se tornar homem: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). A preexistência de Cristo indignou os fariseus ao ouvirem seu testemunho: “E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou” (Jo 8.23,58). A Bíblia não faz referência à preexistência do homem. Em 1Coríntios 15.44,46,49, lemos: “Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há corpo espiritual. Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual”. Não é possível ser mais taxativo contra a preexistência espiritual.


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