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Perecem os seus pensamentos (Salmos 146.4)


Testemunhas de Jeová. Afirmam que a morte é a cessação de toda e qualquer atividade consciente e inteligente e usam este texto para declarar que, com a morte, os pensamentos perecem.

Resposta apologética: A palavra estonath, traduzida por “pensamentos”, significa também “propósitos”, “desígnios”. Como diz a Edição Atualizada da Tradução de Almeida Fiel: “perecem os seus pensamentos”, o que não significa que os mortos entrem em estado de inconsciência, mas que, em decorrência da morte, os homens não podem dar prosseguimento aos seus propósitos.

Em Lucas 12.18, está escrito a respeito do homem rico que planejava derrubar seus celeiros e levantar outros maiores. Mas Deus lhe pediu a alma. Com isso, seus desígnios pereceram. Imaginemos uma testemunha-de-jeová que tivesse o propósito de realizar algo, mas, por qualquer motivo, esquecesse o que tinha em mente. Será que poderíamos afirmar que estava inconsciente só porque esqueceu do projeto que desejava pôr em prática?

Em Isaías 55.7, lemos: “Deixe [...] o homem maligno os seus pensamentos”. Será que o texto significa que o ímpio se tornou inconsciente? Assim, a passagem em questão está falando da fragilidade dos desígnios, dos propósitos dos homens que, por causa da morte, não conseguem atingir seus objetivos (v. 3).


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