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Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio (Malaquias 3.18)


Gnosticismo. Acredita que consegue identificar “fagulhas” da divindade supostamente encapsulada em certos indivíduos espirituais.

Resposta apologética: Deus, pela boca do profeta Malaquias, declarou que não haveria necessidade de maiores recursos ou complexos conhecimentos para que a humanidade separasse o “espiritual” do “carnal”: aqueles que servem o Senhor e os que não o serve.

O gnosticismo, porém, insiste em buscar explicações tipicamente esotéricas para situações já esclarecidas, de forma prática, pela Bíblia. Em Efésios 5.1, Paulo conclama os cristãos para que sejam imitadores de Deus; isto é, que procurassem seguir as orientações e exemplos do Deus trino, o que, aos olhos do mundo, é postura de difícil desenvolvimento, visto que o homem é intrinsecamente mau (Gn 6.5). Logo, um comportamento que atenda aos preceitos divinos (amor, bondade, paz, etc., Gl 5.22) é interpretado pelos descrentes como típico de verdadeiros “santos”. A própria Bíblia, no entanto, distingue o “homem espiritual” (1Co 2.15) do “homem carnal” (1Co 3.3). Ou seja, o homem que serve a Deus e o homem que não serve a Deus.


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