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Eis que chegou um chefe, e o adorou (Mateus 9.18)


Testemunhas de Jeová. Distorceram a tradução deste versículo para fundamentar o ensino espúrio de que Jesus não é digno de adoração. E fizeram isso em consonância com a também malsinada crença de que Cristo não é o Deus Todo-Poderoso.

Resposta apologética: Todo este demérito empreendido pelos russelitas à pessoa de Jesus Cristo decorre da incredulidade e do espírito ditatorial da STV, que manipulou o idioma original (o grego) durante a tradução com o intuito de fazer valer suas invenções doutrinárias. Embora o verbo proskinesai signifique também “reverenciar” e “prostrar-se”, quando levamos em consideração o texto de Apocalipse 19.10 constatamos que ele é transcrito da mesma forma como aparece em Mateus. O anjo disse a João: “... não faças tal [...] adora [proskinesai] a Deus”. Esta frase foi repetida, com a variante proskineson, em Apocalipse 22.9. Mas o propósito era o mesmo: adoração.

É importante considerar que em Apocalipse 1.8 Jesus se apresenta a João (a palavra Jeová nesta citação foi “plantada” em Apocalipse 1.8 pelo Corpo Governante na TNM; não existe no original) afirmando ser “o que há de vir, o Todo-poderoso”. A expressão “que há de vir” dá testemunho exclusivo de Jesus, referindo-se ao período do “milênio”, visto que Jeová (Pai) jamais prometeu vir à terra em qualquer época. Em Apocalipse 1.18, o Filho do homem, Jesus, se expressa da seguinte maneira: “fui morto”, histórico que jamais pode ser aplicado ao Pai, somente ao Filho.


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