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Não sei para onde aqueles homens se foram; ide após eles depressa, porque os alcançareis (Josué 2.4-6)


Ceticismo. Confronta esta passagem com Levítico 19.11 para afirmar que Raabe mentiu, transgredindo a lei, mas que Deus, apesar disso, a abençoou, o que seria uma suposta contradição bíblica.

Resposta apologética: Assim como as parteiras Sifrá e Puá (Êx 1.19), Raabe também agiu para preservar o plano de Deus e, conseqüentemente, salvar o povo hebreu. Mais uma vez, o temor a Deus suplantou a obediência aos mandatários temporais (Rm 13; 1Pe 2.17). E isso não infere contradição, até porque, Raabe (de nome e descendência egípcios) não estava compromissada com a lei mosaica, logo, não poderiam recair sobre as sanções aplicadas aos judeus.

Raabe, a prostituta (6.25), não recebeu o benefício divino porque mentiu aos enviados do rei de Jericó, mas porque temeu ao Deus dos espias de Josué. Neste sentido, fica consagrado o princípio de que primeiro vem a lealdade ao Senhor, depois a sujeição aos mandantes seculares.


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