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A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos? (Isaías 8.19)


Comentário apologético: A Bíblia possui um exemplo clássico de que tais manifestações não dizem respeito a espíritos desencarnados, mas, sim, a espíritos de anjos caídos; ou seja, aqueles que acompanharam o diabo em sua rebelião (2Pe 2.4; Jd 6).

O argumento kardecista, que busca, sobretudo, amparo no episódio em que Saul consultou uma pitonisa de En-Dor (1Sm 28.7-25), traz sérias objeções a todos os que fundamentam a encarnação a partir da referência em análise.

Vejamos: a) A história é narrada por uma testemunha ocular, provavelmente um servo de Saul, um estrangeiro, e, como tal, era supersticioso e crente no erro (1Sm 28.7,8), embora o próprio Saul tivesse desterrado os médiuns e adivinhos (1Sm 28.3); b) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus para que o matassem “ao fio da espada”, como falsamente profetizou o falso Samuel (1Sm 28.19; 31.4); c) Não morreram todos os filhos de Saul, conforme também vaticinou o suposto Samuel (1Sm 28.19; 2Sm 2.8-10; 21.8); d) Saul não morreu no dia seguinte, mas cerca de dezoito dias depois (1Sm 28.19; 2Sm 1.1-4).

Ora, é inverossímil que Samuel, que nunca desobedecera a Deus (1Sm 12.3,4), agora, após a sua morte, viesse a declarar tantos despautérios, o que não estaria em conformidade com as profecias de alguém que fala em nome de Deus (Dt 18.22).


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