Ilustração



Papai Noel ou Jesus Cristo?


Quando criamos um redentor, como o Papai Noel, fazemos questão de deixá-lo protegido em um lugar bem distante. Permitimos apenas que ele passe muito rápido perto de nós. Permitimos que ele apareça e desapareça rapidamente em seu trenó sem termos a oportunidade de um encontro mais prolongado. Não lhe pediríamos que viesse morar no meio de um povo corrompido. Em nossos mais tresloucados sonhos, jamais imaginaríamos criar um rei igual a qualquer um de nós.

Mas Deus criou. Deus fez o que nem sequer ousaríamos sonhar. Fez o que nem sequer poderíamos imaginar. Fez-se homem para que pudéssemos confiar nele. Sacrificou-se para que pudéssemos conhecê-lo. E venceu a morte para que pudéssemos segui-lo.

Isso desafia a lógica. Uma incredibilidade sacrossanta. Só um Deus infinitamente superior a regras e sistemas poderia idealizar um plano tão absurdo quanto esse. Contudo, é a própria impossibilidade de tudo isso que o torna possível. A insensatez da história é sua maior testemunha. Somente um Deus poderia idealizar essa insensatez. Só um Criador infinitamente superior aos limites da lógica poderia oferecer tamanho dom de amor.

O que o homem não pode fazer, Deus faz.

Portanto, quando se tratar de presentes e guloseimas, bochechas coradas e narizes vermelhos, vá ao Pólo Norte. Mas, quando se tratar de eternidade, perdão, propósito de vida e verdade, vá à manjedoura. Ajoelhe-se ao lado dos pastores. Adore o Deus que ousou fazer o que homem nenhum ousou sonhar.

“Ora, havia, naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho. E um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; pelo que se encheram de grande temor. O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo: É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: Achareis um menino envolto em faixas, e deitado em uma manjedoura. Então, de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens de boa vontade” (Lc 2.8-14).


Por Max Lucado


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