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    Amazonas - Um reduto de povos primitivos e culturas diversas

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Mais de 20% da população do Amazonas é evangélica. O Estado, porém, cuja população possui fortes traços da cultura indígena e da cultura estrangeira, é um dos poucos redutos onde antropólogos acreditam que ainda existam povos primitivos desconhecidos, vivendo em regiões inóspitas e inacessíveis.

O Amazonas é o maior Estado brasileiro, com mais de 1,5 milhão de Km2. A floresta Amazônica ocupa 92% da superfície e possui a maior biodiversidade do planeta.

A região abriga, além do rio Amazonas, com extensão de 6.868 km, os dois maiores arquipélagos fluviais do mundo: Mariuá e Anavilhanas. Tem, ainda, outros atrativos para os visitantes, como, por exemplo, o Teatro Amazonas (arquitetura do séc. XIX).

A maior parte da população vive à beira-rio. O barco é o principal meio de transporte de passageiros e produtos. A única via de acesso rodoviário ao Amazonas é a BR-174, inaugurada em 1998.

O extrativismo de madeira, borracha e castanha-do-pará é uma das atividades econômicas que contribui para a subsistência da população, além da agricultura e da pecuária. Mas o segmento que mais se expande é o ecoturismo.


Fatos históricos


O descobrimento dessa região deve-se ao navegador espanhol Francisco Orelhana. Ele percorreu, em 1541, o atual Rio Amazonas. A certa altura, encontrou uma tribo de índias guerreiras, com a qual lutou e as associou às amazonas, mulheres guerreiras. Por isso, deu-lhes o mesmo nome, depois transposto ao Estado. Na língua indígena, a palavra amazonas vem da amassunu, que quer dizer "ruído de águas", ou "água que retumba".

Em 1757, foi transformada na capitania de São José do Rio Negro. Em 1850, o governo criou a província do Amazonas, com capital em Manaus. O Rio Amazonas foi aberto à navegação internacional em 1866, quando a borracha começou a ter importância para a economia local.

Entre 1890 e 1910, o Estado chegou a produzir mais de 40% da extração mundial de borracha. No entanto, a borracha perdeu mercado nas décadas de 10 e 20, em virtude da concorrência asiática.

Com o fim do ciclo da borracha, a economia caiu. A retomada veio nos anos 50, com a rodovia Belém-Brasília. A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa-1967), incentivou a economia pela produção e comércio de eletroeletrônicos.


Rios que formam a Bacia Amazônica


O Estado é cortado pelo maior rio do mundo em volume de água. Ele nasce na Cordilheira dos Andes, no Peru, e atravessa parte do território colombiano. No Brasil, recebe o nome de Solimões até a confluência com o rio Negro; daí até sua foz, no Oceano Atlântico, recebe o nome de Amazonas. O rio e seus afluentes formam a Bacia Amazônica. Todo o seu leito é navegável durante todo o ano, ligando as cidades à capital Manaus.


Cultura e folclore


A infiltração de estrangeiros contribui para o desenvolvimento cultural do povo, mas é muito marcante também a influência indígena.

A variedade e a riqueza cultural compõem o artesanato do Amazonas. As origens do folclore se perdem no tempo, mas as raízes negras, indígenas e africanas permanecem sempre presentes.

Nos meses de junho e julho, acontecem festivais que sintetizam todas as tendências culturais. Vemos isso na música, nas apresentações de bois-bumbás, nas danças de tribos indígenas etc. A festa do boi-bumbá tornou-se atração turística no Amazonas pelo festival de Parintins.


Turismo


Com um serviço diferenciado, o turista que visita o Amazonas passa a conhecer os mistérios da floresta tropical.

O turismo de natureza é o atrativo dos roteiros da região. O visitante aprende a valorizar a importância da floresta tropical e os habitantes que nela vivem.

A Sororoca é o fenômeno do encontro das correntes de maré do oceano com a corrente fluvial e ocorre na foz do rio Amazonas, onde as marés se manifestam com grande amplitude e impetuosidade.


Manaus, capital e centro regional


Localizada a leste do Estado do Amazonas, na sub-região Rio Negro/Solimões, sua área territorial é 11.458,50km², dos quais 10.700 Km² são abrangidos pela Zona Franca. Sua população é de, aproximadamente, 1.200.000 habitantes com a maior densidade demográfica do Estado: 101 hab/ km².


Hábitat natural


Projeções apontam que cerca de dois milhões de espécies tenham o seu hábitat na região. A variedade da fauna e da flora amazônica concentra-se basicamente nas espécies cujo hábitat é composto pelas matas de igapó, de várzea e de terra-firme. Falando da flora, há inúmeras espécies comestíveis, medicinais, corantes e outras raras.

A igreja em crescimento

De acordo com dados do censo 2002, mais de 20% da população do Amazonas é evangélica, um número altamente significativo.

Mesmo com resultados tão satisfatórios, a igreja não pode parar. Cada vez mais, novos missionários nacionais e estrangeiros entram na Amazônia, levando a mensagem de salvação. É por eles que devemos orar. Que a sabedoria de Deus esteja contida nos corações destes enviados, pois só assim teremos um trabalho que respeite a cultura e as raízes desse povo, dentro do que diz a Palavra de Deus.


Curiosidades


 17 milhões de pessoas vivem na Amazônia; portanto, a densidade demográfica é de cerca de 3,4 habitantes por Km2;

 Em média, durante o ano, o caboclo do interior usa cerca de 3,2 horas/dia para a agricultura e 5,1 horas/dia para o extrativismo (caça, pesca, coleta...);

 As cerâmicas mais antigas da Amazônia são de cerca de 7.000 a 8.000 anos;

 Das doenças parasitárias da população, a malária é a principal endemia.


Informações gerais


Taxa de Crescimento Anual (TCA) da população 91-2000: 3,30%

TCA de evangélicos 91-2000: 11,51%

População em 2001: 3.006.460

Evangélicos em 2001: 738.014 - 24,5%

Ponto mais elevado: Pico da Neblina (3.014.1m)

Clima: equatorial - tropical, quente e úmido.

http://www.ipaam.br/amazonas.html

http://www.viverde.com.br

http://pessoal.bridge.com.br/natnet/amazon.html

http://www.amazonia.com.br/turismo/amazonas/inicial.asp


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