Religiões



Seicho-no-Ie


Seicho-no-Ie significa “casa da vida longa”. Seu fundador é Masaharu Tanigushi, ex-membro da seita japonesa Omotoko, que pregava o início da reconstrução do mundo para 1922. Masaharu nasceu em novembro de 1893, em Kobe, Japão. Em 1929, lançou uma revista chamada Seicho-no-Ie, periódico que deu início à seita, que foi registrada, em 1936, como Associação cultural.

A Seicho-no-Ie diz crer em Deus, mas não ensina a seus adeptos a manter um relacionamento com o Senhor. Na verdade, prega que o homem é uma emanação de Deus. Algumas vezes, chamam ao próprio consciente de “deus”. Segundo afirma, é no coração que se encontra o poder para curar e resolver os problemas da vida.

Os escritos de Masaharu Tanigushi são considerados sagrados. Já publicou mais de oitenta obras, sendo que a principal delas é Seimei no jisso, cuja tradução é: “Verdadeira natureza da vida”. Esse homem usou a Bíblia apenas para tentar justificar suas doutrinas. Não poucas vezes, seus escritos são considerados uma espécie de talismã; ou seja, um objeto de proteção e/ou cura.

Para esta seita, nem o pecado (porque o homem seria imaculado, uma vez que Deus não criou o pecado), nem as doenças, nem a morte existem. Nada disso é real. Tais conceitos são bem semelhantes a alguns conceitos hindus.

Suas literaturas são permeadas com um otimismo extremado, sempre orientando as pessoas terem bons pensamentos e boas atitudes com relação a tudo.

No Brasil, cresceu bastante, por conta da publicação da revista Acendedor, que, depois, teve seu nome alterado para Pomba branca.


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